Resenha: Black Bird Volume 1 – Editora Panini

Black Bird de Kanoko Sakurakouji é uma das novidades do Panini Planet Mangá para os fãs de shoujo nesse ano de 2010. O título é publicado na revista Betsucomi (a mesma de Bijojuku e Sunadokei) da Editora Shogakukan e até o presente momento conta com 10 volumes, acumulando mais de 2 milhões de exemplares vendidos no Japão e sem previsão de terminar.

O mangá chegou às bancas brasileiras através da Editora Panini no mês de maio após de ganhar o 54º Shogakukan Award na categoria shoujo e ser lançado em vários países como Espanha (Ivrea), Itália (Star Comics), Alemanha (Editora Egmont), Taiwan (Tong Li) e Estados Unidos (Viz). No último dia 26 de março foi lançada uma light novel chamada Black Bird – Missing que foi escrita por Yui Tokiumi. Em janeiro de 2009 foi lançado um Drama CD que conta com as vozes de muitos seiyus famosos.

Black Bird conta a história de Misao Harada, jovem que desde criança é vítima das travessuras de youkais, as assombrações japonesas. Ela sempre conseguiu enxergar essas criaturas que ninguém mais via mas como quando era nova ninguém acreditava no que ela dizia, Misao parou de falar a respeito. Não que deixar de falar deles os tornassem mais dóceis, ao contrário, agora que Misao completou 16 anos eles estão cada vez mais agressivos e violentos em relação a ela.

As pequenas diabruras estão ficando cada vez mais violentas e ela passa a correr risco de morte. Um dia depois de um ataque ela volta para casa e vê que há alguém morando na casa vizinha à sua, de primeira  ela não o reconhece, mas aquele era seu vizinho Kyo, que foi o seu primeiro amor. No passado Kyo prometeu que iria buscá-la e que eles então se casariam, mas Misao não tinha certeza se aquele amiguinho de infância era real ou apenas criação da sua cabeça, mas ele está ali e voltou como havia prometido. Não apenas voltou como também pode ver os youkais e promete a Misao que vai cuidar dela, que ela sempre poderia contar com sua ajuda caso fosse atacada por youkais.

Durante seu aniversário de 16 anos um colega de escola que anteriormente a tinha pedido em namoro a ataca e lhe conta a verdade sobre a sua natureza: “Uma vez a cada 16 anos nasce um ser humano como ela. Se um youkai beber uma taça do sangue desse humano ele terá a vida prolongada, se um youkai se casar com ela a prosperidade abençoará o seu clã, mas se ela for devorada por um youkai então este youkai se tornará um imortal.”

Infelizmente o destino normal desses seres humanos é terminar devorado. Esse colega que está possuído por um youkai é detido por Kyo, que é na verdade um Tengu e é o líder do seu clã. Misao assiste à luta dos dois atônita, Kyo possui um por asas negras! Depois de derrotar esse youkai menor ele lambe o sangue de Misao para cicatrizar as feridas. Depois dessa batalha Misao tem duas opções, ou ela se torna a noiva de Kyo que pode protegê-la dessas ameaças ou então ela pode acabar como os outros humanos que possuíam a mesma habilidade que ela e morrer devorada por algum youkai.

É claro que nem tudo são flores e Misao não aceita a proposta de Kyo mesmo se sentindo atraida por ele, que diz que a ama, mas ela acredita que ele pode estar interessado apenas em tê-la como esposa para trazer prosperidade ao seu clã. Misao queria que tudo fosse apenas um pesadelo e conforme os capítulos vão passando aparecem novos personagens como o rival de Kyo, Shuhei Kuzunoha do clã das raposas, que chama a atenção pela sua beleza e cabelos prateados; Tarô, o jovem tengu que é servo de Kyo e cuida da casa entre outros.

O mangá se desenvolve muito bem e não fica só no dilema da Misao aceitar ou não a proposta de Kyo e a partir do volume 3 um acontecimento muda a direção da história que deixa de ser apenas mais um shoujo como qualquer outro.

Chamo a atenção dos leitores para as cenas de batalha: não chega a ser um shonen, mas é um belo atrativo para quem curte ação.

Os personagens são bem interessantes. Kyo não é o típico herói de shoujo mangá, já a  Misao se enquadra no estilo de mocinha típica, mas de qualquer forma ela não chega a ser uma idiota tapada. Os coadjuvantes também têm destaque. Tarô é um tengu de 6 anos de idade e é  desenhado em formato chibi, não tem como não gostar dele; Shuhei Kuzunoha é um antagonista bem interessante, é uma pena que ele não represente ameaça real como rival para o galã todo-poderoso Kyo.

O traço é competente nos primeiros volumes, mas dá para notar pelas capas das edições seguintes que as habilidades da mangaká  Kanoko Sakurakouji evoluiram bastante com o mangá. O traçolembra um pouco o de Sunadokei e o de Kare First Love, mas ainda é um pouco mais bonito. Chamo a atenção para o fato de que as flores são desenhadas com muita atenção, com as anteras, estiletes, estigmas etc. representados corretamente ao invés do borrão que a maioria dos desenhistas costuma fazer.

A edição da Panini está boa como sempre, nada de borrões ou quadros brancos, as onomatopéias originais estão todas lá com a tradução ao lado, nenhum erro de português à vista (realmente a revisão da Panini é a melhor do mercado apesar de deixar passar alguns errinhos de vez em quando).

A tradução ficou a cargo da Karen Kazumi Hayashida. Pra felicidade geral as placas de Enfermaria, Sala dos Professores etc estão todas traduzidas. Não há nada pior do que a preguiça de certas editoras em editar placas, pois as mesmas servem para que consigamos nos situar no cenário da trama. É horrível você quando está lendo um mangá e não sabe o que é o local onde os personagens estão.

Nenhuma gíria esquisita ou de gueto à vista. Os freetalks da autora estão presentes e são bem interessantes. O maior erro foi a ausência da sílaba fi nos freetalks do primeiro volume, ao invés de fim está escrito apenas m e o lugar onde deveria estar o fi está em branco. Provavelmente se trata de algum problema com a fonte que não deve ter sido reconhecida pela impressora ou algo do gênero, se repetindo em umas 4 ou 5 palavras mas não é nada que impossibilite o entendimento do mangá.

No final do mangá há um glossário que explica direitinho o que é um Tengu e outras criaturas lendárias citadas no texto. Vale muito a pena perder alguns segundos lendo. Ele ajuda a gente a compreender a história, principalmente quem não conhece a cultura japonesa profundamente.

O formato é aquele grandão de Bleach e Naruto (13,7 x 20) e ao contrário de Bijojuku e Otomental, combinou muito bem com a história, pois a mesma tem muitas lutas e é interessante o formato grandão. Teve também um espaço entre a impressão e o começo das ilustrações e nenhuma borda, fala ou parte da ilustração foram cortados.

O mangá também é do checklist de março (saiu em meados de maio) mas vale a pena aturar atrasos já que não há erros ortográficos, problemas com a edição ou gírias restritas a certos grupos. Infelizmente não há nenhuma ilustrações coloridas nas contra-capas, só uma pena em negativo.

Esse é um mangá recomendado aos fãs de Vampire Knight, mas não há uma arte rebuscada como no mesmo, só um roteiro bem legal e um “vampiro japonês” na figura do Tengu que bebe o sangue da sua amada Misao. Fica então a dica de um ótimo substituto para os orfãos inconsoláveis de VK que está em hiato.

Título – Black Bird Volume 1
Editora: Panini
Autora – Kanoko Sakurakouji
Gênero – Romance/Fantasia
Formato – 13,7 x 20cm, 208 Páginas
Duração – 10 Volumes (em andamento)
Preço – R$9,90
Periodicidade – Bimestral

Kuroi

Foi recrutado para as hordas do JBox em meados de 2010. Desde então tem pesadelos com reconstruções de retículas e adaptações dos mangás nacionais. Mantém um Blog com informações sobre os mangás da Panini.

Junte-se ao lado dos comentadores

Caretinha: smilewinkwassattonguelaughingsadangrycrying

  • (realmente a revisão da Panini é a melhor do mercado apesar de deixar passar alguns errinhos de vez em quando).

    Olha, dá pra ser imparcial nos comentários? oO

  • Boa resenha Kuroi (apesar de eu não ter gostado de Black Bird). Você descreveu bem o mangá! Apenas discordo de uma parte de sua resenha

    “O mangá também é do checklist de março (saiu em meados de maio) mas vale a pena aturar atrasos já que não há erros ortográficos, problemas com a edição ou gírias restritas a certos grupos. Infelizmente não há nenhuma ilustrações coloridas nas contra-capas, só uma pena em negativo.”

    Acho que, por mais qualidade que tenha a Panini, não se dá para aturar ou justificar os incansáveis atrasos. Mas fora isso eu gostei da sua resenha! Espero que faça outras! As resenhas da Allena estavam fazendo falta no Jbox!

  • *————-* ! Esse mangá é muito bom! A Kyo é my engraçado! Vale mt a pena! laughing

  • esse mangá é otimo, mas no checklist da panini ta como concluido Oo

  • Olha, dá pra ser imparcial nos comentários? oO

    Não, não dá, é uma resenha, não é um resumo da história, é a minha opinião, aliás, não vejo nada de mais em gostar um pouco mais da Panini do que da JBC, já que todo mundo por aqui prefere a JBC, pelo menos balanceia as coisas.
    Eu não encontro, “Calda” no lugar de cauda, nem “mais” no lugar de “mas” nos mangás da Panini. As vezes tem alguns errinhos de concordância ou vírgulas no lugar errado, mas a revisão da Panini Planet/Mangá É a melhor das editoras de mangás (já que a Conrad faleceu), não há o que se discutir (já a parte das comics infelizmente deixar passar muitos erros).
    Se quiser me ver falar mal da Panini espere até a resenha de Brave 10, esse mangá merece xD.

    Acho que, por mais qualidade que tenha a Panini, não se dá para aturar ou justificar os incansáveis atrasos. Mas fora isso eu gostei da sua resenha! Espero que faça outras! As resenhas da Allena estavam fazendo falta no Jbox!

    Olha, eu não admiro de verdade a empresa Panini, eu admiro a Mythos, que é a prestadora de serviços. O pessoal da Panini(Mythos) rala para caramba, eles trabalham aos sábados e as vezes durante feriados, o pessoal deles é minúsculo e todo mundo faz de tudo, se dependesse dos funcionários tudo sairia em dia, mas eles não tem pessoal suficiente para dar conta de todos os títulos que têm. A Panini deveria ser menos muquirana e contratar mais gente, nesse mês eles perderam mais uma funcionária e eu não escutei falar de ninguém novo chegando lá no Planet/Manga.
    E em minha humilde opinião eu acho que qualidade justifica atraso sim, prefiro muito mais que um mangá demore um mês a mais para sair do que ele saia na data certa entupido de edições malfeitas ou erros de português, na verdade acho que a Panini deveria acabar com os checklists e simplesmente colocar os mangás nas bancas, lutar para colocar o checklist é uma causa perdida nessa altura do campeonato, eles estão quase 2 meses atrasados e não tem como eles adiantarem todo esse serviço (só contratando muita gente) nem como todo mundo absorver o impacto dos lançamentos acumulados em um mês só.

    Obrigado pelo elogio, eu agradeço.

  • Logo quando eu vi no RSS feed, que tinham feito uma resenha nova, já adivinhei que o Kuroi tinha assumido o posto da Allena.

  • Sim, concordo com você com relação à Mythos, mas acho, já que quase nunca o mangá saí em dia, ou se contrata mais pessoal ou preve uma data que se tenha certeza do lançamento!
    Também acho que sem checklist ficaria pior para os leitores se organizarem (por exemplo: se Spicy Pink #2 sair mesmo no próximo apesar de ser considerado bimestral, sem o checklist seria uma supresa para os compradores). Mas fora os atrasos e o cancelamento de alguns mangás (pobre Seton e Lodoss war – A Dama Pharis) a Panini está ótima. Pior que essas são as duas maiores qualidades da Jbc (já títulos, para mim é questão de gosto).

    Observação: eu até gostei um pouco de Brave 10, está longe dos meus títulos favoritos, mas é legalzinho. Se não lançar mais nada que me interesse este ano (além de Fayri Tail) eu continuarei comprando.

  • tá, me convenceu, vo comprar.
    pelo menos a panini não é nenhuma
    savana da vida, então com certeza, não
    teremos em blackbird “brindes surpresas”
    como aqueles ca Allena achou em uma de
    suas resenhas … tongue tongue tongue

  • (realmente a revisão da Panini é a melhor do mercado apesar de deixar passar alguns errinhos de vez em quando).

    discordo! prefiro o da newpop, a panini fica com o 2º na minha opinião.

  • kuroi falou tudo ‘-‘
    na boa… não sou a favor de nenhuma editora, afinal compro alguns mangás tanto da JBC como da Panini, mas vocês reclamam demais, se sai atrasado no checklist reclamam, se sai com erros reclamam e se adaptaram de uma forma que VOCÊ não gostou reclamam também… é muito fácil reclamar, mas entrar na pele do pessoal que rala pra trazer nossos mangás ninguém quer né? Que incrível… eu compro meus mangás e, como muitos deles eu já assisti o anime, se tem algum nome ou palavra que não deixa o mangá do jeito que eu quero eu simplesmente troco pelo japonês, já que estou acostumado a ler pelos fansubs que deixam muitas palavras no original porque não sabem o significado ou pra ficar mais parecido com o orginal mesmo.
    Então, sinceramente, calem a boca e se não gostam do jeito que a Panini ou a JBC ou a NEWPOP ou seja lá que editora trabalhe, vai lá se f*da no lugar deles pra ver como é fácil -.-‘

  • Kuroi-sama *apanha* PAKSPAKSPASKPAKASPKASPKASPASPKAS

    fico muito bom a resenha, e particularmente eu gostei do mangá, achei divertido e ainda digo q achei melhor q Vampire Knight hm *historia morna q n sei pq ainda leio*

  • Ótima resenha Kuroi. E resenha não é resumo é opinião da pessoa.

    A qualidade da Panini (mythos), e inegavel, eles são muito bons no que fazem (fã da Karen). Acho que a Panini deveria se organizar melhor sim, pois e incompreensivel lança algo de 1 mês daqui 2 meses. Se eu fosse eles, pulava os meses atrasados e organizaria a casa. Pega alguns titulos e colocaria mensal, ja que tem tantos serviços atrasados e não dariam conta, e melhor bota bimestral do que mensal , pois sairia no previsto com qualidade impecavel, e o cliente (nós), ficariam satisfeitos. ^^

    Lembro que no japão tem 5 palavras que definem 1 empresa, só esqueci quais são, mais lembro de alguns significados e 1 deles é a organização. tongue

  • Ops errei em algumas palavras.

    Se não da conta de muitos titulos mensais bote pra bimestral , exceto naruto ou outro que venda muito mais que os outros mensais.

  • Não, não dá, é uma resenha, não é um resumo da história, é a minha opinião, aliás, não vejo nada de mais em gostar um pouco mais da Panini do que da JBC, já que todo mundo por aqui prefere a JBC, pelo menos balanceia as coisas.

    Ok, mas eu acho que pra ser mais profissional, você tem que ser imparcial, eu acho isso e não concordo com esse favoritismo.

  • Só pra deixar claro, a maior parte dos mangás que compro são da Panini, não tenho nada contra, eu gosto e muito, só que eu não quero ler favoritismo, só isso.

  • discordo! prefiro o da newpop, a panini fica com o 2º na minha opinião.

    Discordo e muuuito, raros foram os mangás da Newpop que eu comprei que não tinham erros, Vampire Kisses tinha erros horríveis (inclusive de tradução), Shinshoku Kiss tinha erros, Hollow Fields tem erros (estou até com medo de resenhar).

    Ok, mas eu acho que pra ser mais profissional, você tem que ser imparcial, eu acho isso e não concordo com esse favoritismo.

    Calvin, não adianta, se uma empresa pisa na bola (JBC e Newpop), eu falo mesmo. E aonde dizer que a revisão da Panini é melhor é favoritismo? É um fato, não tem nada de subjetivo nisso. Se eu dissesse que os títulos da JBC são mais pop eu estaria mostrando favoritismo pela JBC? Não, cada editora tem seus pontos fortes e seus pontos fracos, queira você ou não o Planet Manga faz um serviço melhor no que se refere a edição de mangás, adaptação e revisão, já a JBC é muito melhor na pontualidade e tem títulos com maior apelo ao público mediano. Tem meses que eu não vejo erros ortográficos nos mangás da Panini que eu compro (compro uns 15), enquanto isso nos mangás da JBC que eu compro eu vejo alguns erros (atualmente eu estou com 6 pq acabou Blue Dragon e Nana) como a calda do Neferpitou em HxH e alguém falando mais quando deveria ser mas em Blue Dragon. Outro erro brabo foi no começo de Hunter x Hunter terem colocado o irmão do Killua como Illumi e agora chamarem ele de ela e mudarem o nome para Irumi, isso eu não vejo acontecendo na Panini atual e isso significa que eles fazem uma revisão melhor sim, se a JBC fizesse uma boa revisão não deixaria passar esse tipo de bobagens, a Newpop então nem se fala (a JBC pelo menos tem a desculpa de ter muitos mangás, já a Newpop deveria primar pela qualidade já que lança poucos títulos).
    Eu torço mesmo é para que a HQMIX se mostre uma boa editora e possa entrar em concorrência direta com as grandes editoras, eu esperava muito da Newpop, mas ela frustrou as minhas expectativas com Hollow Fields, eu esperava bem mais por parte dela.

    Obrigado R. Breno e Tiago.

  • Não poderia deixar de falar alguma coisinha aqui.
    Não sei dizer se a revisão da Panini/Mythos é a melhor ou não. Quanto a esses detalhes eu nem falo muito pq meu português nunca foi dos melhores (também não é nenhuma lástima, mas preciso melhorar).

    Gostei da história, mais do que achei que fosse gostar. Fora isso, amei a capa.
    Gosto daquele fundo preto em contraste com as imagens dos personagens e das flores que, como o Kuro disse, estão lindas.

    Espero que o pessoal que comprou o mangá continue a comprar. E quem não comprou, espero que se interesse e compre, se não agora, que seja um dia.

  • A edição da Panini está boa como sempre,

    Quer dizer, continua cinza, difícil de ler as bordas interiores e com cantos cortados né?

    Aliás, sobre o NY Times, seria educado de sua parte admitir o erro.

  • Acho que tem que dar uma arrumadinha na “chamada” da matéria, e numa parte do conteúdo: Black Bird ganhou o prêmio Shogakukan na CATEGORIA SHOUJO.
    Do jeito que tá escrito, parece que ganhou a categoria geral. Ou pior, parece que só um mangá ganha prêmio por edição da premiação.

    Detalhes fazem toda a diferença.

  • Olha, eu gostei da resenha,
    apesar do Kuroi ter contato muita coisa do manga =X
    e falando da panini ou jbc, não tomo partido, gosto dos 2
    apesar de não gostar dos atrasos da panini,
    assim como não gosto dos 1/2 tankobons da jbc…
    adorei o manga *-*
    assim como gosto de vários outros shoujos

    e seja bem vindo Kuroi.
    smile

    rs
    até o/

  • Concordo com o Kuroi em questão de revisão. A JBC peca e muito nessa parte além de ficar fazendo adaptações toscas.

  • AMEI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!O manga repleto de aventura,fantasia,youkais e tengus lindos,romance e comedia.Para quem nunca leu leia juro que vale a pena eh much!Legal eh d+ laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing laughing

  • E TODAS as editoras são igualmente ruins na revisão.

    Elas ainda não sabem diferenciar este de esse. E para mim é um erro grave. Pode não ser para a maior parte da população, mas para quem preza pelo bom português, isso é lastimável. Ainda mais que você pagou pelo produto. -_-

    É como eu disse por aí. As editoras não dão muito valor à revisão e não contratam pessoas qualificadas para fazer isso.

  • Seguinte mesmo fugindo do assunto vou comentar assim segundo o terra Sailor Moon pode voltar em 2011 em DVD http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI4595896-EI1176,00-Classico+dos+anos+Sailor+Moon+deve+voltar+ao+Brasil.html

  • Quer dizer, continua cinza, difícil de ler as bordas interiores e com cantos cortados né?

    Continua cinza obviamente, isso não me incomoda e boa parte dos leitores também prefere assim, o original é cinza e os americanos são cinzas (eu tenho uns poucos mangás americanos da VIZ e Del Rey), só costumam usar papel de qualidade melhor quando fazem uma edição de luxo e sinceramente nosso mercado ainda não está pronto para edições de luxo (ou mesmo mais caras), só vale mesmo para one-shots e séries curtas e especiais. Preço ainda faz uma bela diferença.
    E não, não está difícil de ler as bordas interiores, eles deram pelo menos um centimetro e meio de diferença e não há nada cortado. O último mangá cortado que eu me lembro de ter comprado foi D.N.Angel #01 (nas edições seguintes eles deram uma melhorada).

    Aliás, sobre o NY Times, seria educado de sua parte admitir o erro.

    Ontem eu passei muito tempo mexendo com o ranking da Oricon e não tive tempo de te responder (eu tenho outras coisas para fazer na vida e o JBOX é um trabalho totalmente voluntário), e quem é você para falar de educação? Você é grosseiro o tempo todo.

    E TODAS as editoras são igualmente ruins na revisão.

    Elas ainda não sabem diferenciar este de esse. E para mim é um erro grave. Pode não ser para a maior parte da população, mas para quem preza pelo bom português, isso é lastimável. Ainda mais que você pagou pelo produto. -_-

    É como eu disse por aí. As editoras não dão muito valor à revisão e não contratam pessoas qualificadas para fazer isso.

    Discordo, como compro muitos mangás sempre vejo mais erros por parte das outras, da Panini eu vejo um esforço sincero de tentar melhorar, comparar os mangás deles atuais com os mangás de 3 anos atrás dá para notar que eles evoluiram muito, ao contrário das outras editoras que só pioram e já fizeram um trabalho melhor. De qualquer forma teria que concordar com você, mas a Panini ainda é a menos pior delas.

    Daphi, eu tentei contar pouca coisa, desculpe pelos spoilers .

    Tofudido, concordo plenamente com você.

    Guilherme, foi erro de atenção, pode deixar que eu vou arrumar mais tarde.

  • Só para c constar: resenha pode – em verdade – deve ter opinião. Senão não é resenha, é resumo.

    A pessoa tem que opinar mesmo.
    Abrs,

    Sandra Monte
    http://www.papodebudega.com

  • Realmente, não há editora que seja realmente boa com relação a revisão.
    Sempre passa alguma coisa. Eu NUNCA li nenhum livro, mangá, revista, jornal,etc., que não teivesse NENHUM erro de português.

    A propósito, acho QUASE impossível que haja algum material que esteja impecável com relação a isso.

  • Eu acho que você ainda não entendeu o que eu quero dizer, Kuroi… Tipo, tá certo elogiar a editora e etc, mas eu, pelo menos, não acho correto ficar dizendo que tal editora é a melhor, pois todas têm suas falhas, seus erros. Eu, por exemplo, acho a tradução da JBC infinitamente superior à da Panini, é muito mais natural e não tem essa palhaçada de pronomes de tratamento japoneses, que eu acho um saco de ler. Mas eu concordo que a edição da Panini seja, de fato, melhor que a da JBC e, talvez a revisão(não sei dizer, de JBC só compro Ranma e Tsubasa, e nos dois, não vejo erros nesses), o problema, Kuroi, é que muitos dos acessos do JBOX(eu disse muitos, não todos) são otakus que não têm opinião própria, vão na onda dos outros e, você falando que uma ou outra editora é a melhor do mercado, acaba moldando a opinião desse pessoalzinho aí… o meu ponto é esse. Talvez eu esteja falando merda euheuheuheuheuhe, mas é só a minha opinião e, só pra constar, a resenha em si está muito boa.

  • Desculpe, Calvin, mas eu compro Tsubasa e posso dizer de cadeira que esse foi o mangá mais detonado (talvez só perca para Tenjho Tenge, mas aí é tradução da tradução) que eu já vi, eu acompanhei Tsubasa com o Japão durante muito tempo, eu comparava traduções que os gringos faziam (as vezes 3 ou 4 traduções diferentes) e posso te afirmar que a JBC enfiou muita porcaria no mangá, Tsubasa é um dos motivos da minha desconfiança com a JBC.
    Eu tinha vontade de pegar o mangá e começar a anotar as coisas erradas,mas me dá dor de cabeça notar que são 42 volumes. Nas últimas 10 edições eles deram uma sossegada, mas o começo do mangá foi brabo.

    E honoríficos são uma questão de opção editorial, alguns amam outros odeiam, mas eu não vejo como um mangá situado no Japão possa prescindir deles (o que não é o caso de Tsubasa).


  • os americanos são cinzas (eu tenho uns poucos mangás americanos da VIZ e Del Rey),

    Isso prova que você não tem mangás americanos. Eles são preto e brancos,tanto Viz quanto Del Rey, os nacionais são cinzas. Os japoneses também são preto e brancos.
    Eu poderia postar um comparativo do Vampire Knight da Viz e da Panini. Eles lado a lado são bem contrastantes. Mangá cinza só no Brasil (e talvez em outros lugares da América do Sul). E nessa comparação também ficam evidentes as outras falhas que mencionei.

    Deve ter a ver com o papel padrão também. Como o povo no Brasil se contenta com qualquer coisa, eles não reclamam do péssimo papel dos mangás nacionais. E consequentemente se acostumaram com os mangás cinzas publicados por aqui.

    Discordo, como compro muitos mangás sempre vejo mais erros por parte das outras

    Talvez isso se deva por causa de pouco conhecimento da língua portuguesa. (O que é normal ao ver o público que consome mangás no Brasil).

    Tanto a Panini quanto JBC ignoram TOTALMENTE o sentido de esse e este. Gostaria de saber qual o critério que eles usam para optar por eles. Com certeza é algo beeeem aleatório.

  • É, eu concordo com você Calvin. Mas tb não posso negar que é quase impossível vc não colocar seu gosto pessoal nesses comentários.
    Já vi muita coisa escrita aqui (não só pelas pessoas que postam depois, mas também daquelas que criam os posts) que se aproxima ao que o Kuro fez.

    Eu acho que é possível fazer uma resenha, um comentário, um tópico sem fazer comparações, ironias, ou coisas do tipo.
    Acho legal apontar aquilo que vc acha que a obra tem de bom e o que tem de ruim (afinal é uma resenha), mas talvez seja melhor não comparar com obras de outras editoras ou com as próprias editoras.

    Fale da obra por si só.

    Calvin,
    Aqui vai minha opinião: eu gosto dos pronomes de tratamento japoneses nos mangás. Mas tudo depende do contexto da história.
    Quando a história se passa no Japão, eu acho legal utilizar. Mas quando se passa em outros lugares ou mundos paralelos ou irreais, aí eu já acho que deve ser evitado. O negócio é que tudo depende do contexto.

    Não sei se foi comentado, mas eu gosto das notas no fim do mangá. Lógico que às vezes enche o saco ter que ir o tempo todo para o fim do mangá para ler tudo aquilo que tem de notas, mas eu vejo as notas da Panini como algo para matar a curiosidade.

    Há casos que o ideal é o uso da nota de rodapé mesmo (mas isso eu sei que a Panini tb usa). Excesso de notas de de rodapé poluem a página, é verdade. O ideal é encontrar ummeio termo e saber utilizar todas as possibilidades que temos.

  • Ótima resenha, e um tanto corajoso de sua parte elogiar a Panini em um site claramente adorador da JBC. Por aqui sempre vão aparecer diversas pessoas para defender a editora e tentar menosprezar a Panini, então esteja preparado para sofrer uma perseguição em suas resenhas.
    Eu não acredito que a Panini seja lá uma excelente editora, mas em questão de revisão é clara a sua superioridade.
    Quanto ao Moss, don’t feed the troll…

  • Só uma coisa; Comparado com as resenhas da allena o kuroi claramente tem sua propria visão, isso está claro. E a sua primeira kuroi, é vou ti tar um apoio, continua com esse tom rapaz, força. Fico só um pouco descontendi pela allena não fazer mais, por que eu gostava, mas o novo membro pode fazer um trabalho(Trabalho voluntario) bom, ou até melhor. Enfim, criticas sempre vem quanto começa, mas o negoçio é saber responder esssas criticas, como voçê está fazeno, então continua firme assim kuroi, abraço! wink

  • Pode até ser que a haja mais erros de português na NewPOP e na JBC, mas nenhuma delas supera a morta Savana neste quesito. tongue
    A NewPOP me parece ainda uma empresa de pequeno porte ou médio (realmente não sei, não procuro saber sobre isso). Por isso, muitas vezes fica difícil contratar um bom grupo de revisão. Levo isso em consideração, então procuro tentar ignorar ao máximo os erros de português. Desde que não façam um serviço tão porco quanto o da extinta Savana, por mim será aturável.
    Quanto a resenha, está muito boa, Kuroi. Não vou comprar nem ler o Black Bird, mas está muito boa.

  • Black bird para mim foi umas das series mais legais da panini planet manga smile

  • Os mangás americanos não são cinzas nem de longe, não precisa forçar a barra cara.
    E realmente os leitores daqui preferem as revistas baratas, impressas em papel higiênico. crying

  • @Calvin
    Tradução da JBC superior? Nunca. Já peguei mangá com pontos onde as traduções foram completamente feitas pelo google (tá, exagero). A remoção dos pronomes de tratamento japoneses talvez seja a pior coisa possível, já que em muitas histórias, isso é muito usado (tá, num Shounen infinito qualquer como Naruto, não faz falta, mas num romance, por exemplo, isso pode fazer falta fatal), o maior exemplo disso que nunca esqueço é em Shuffle!, onde o principal sempre chama sua amiga de Asa-senpai, mas num momento, ela manda ele parar com o “senpai” e usar algo como “chan”, na versão americana que nunca existiu senpai algum, inventaram um dialogo completamente NADA A VER para poder tapar esse erro produzido por eles mesmos.

  • A ALLENA FAZIA RESENHAS MELHORES…

    Ela deve estar presa nos porões da Savana. laughing

    Mas a do Kuroi não ficou ruim, não. Dá pra entender o que ele quer dizer do mangá. Só pecou por algumas coisinhas, como a organização do texto, a introdução e por generalizar em algumas coisas.

    Com o tempo, e com o retorno dos leitores, dá pra ficar mais bacana ainda.

  • E honoríficos são uma questão de opção editorial, alguns amam outros odeiam, mas eu não vejo como um mangá situado no Japão possa prescindir deles (o que não é o caso de Tsubasa).

    Podem prescindir com algo chamado adaptação, ou talvez contextualização. Muita gente enxerga o mangá como uma forma de absorver a cultura japonesa à nossa vida. Eu já acho que não, acho que é só ler uma boa história, tal qual são feitos com livros, HQs, etc. Nós já acabamos conhecendo muitos hábitos, manias e lugares do país, não vejo necessidade de conhecer a utilização de honoríficos que só fazem sentido na língua deles e que na nossa é possível ser adaptado, com bom senso e contexto.
    É que nem querer manter nomes em HQs com um Mr., Mrs. ou Miss na frente, só porque “foi feito assim no original, e não podemos adaptar pra nossa língua, porque não tem como prescindir um HQ situada nos EUA”.
    Mas essa discussão é sempre cíclica, então paro por aqui.

  • sempre q o Kuroi escreve algum post (resenha, rankings…) sempre aparece uns indivíduos “jogando pedra” nele pq ele deu tal opinião sobre tal editora, mangá ou anime. Poxa vida, o cara não pode ter opinião, gosto de nada!? angry
    Tá certo q deve se ter um grau de imparcialidade na publicação das notícias, mas uma opinião é sempre bem vinda, pois, nos da uma ideia do assunto postado. Se gostou ou não, problema de cada um.
    Mas deixem o cara trabalhar em paz… angry

    E já que o pessoal da Mythos/Panini precisa de pessoal, vou mandar meu currículo pra lá tongue Quem sabe não sou admitido…?

    Lembro que no japão tem 5 palavras que definem 1 empresa, só esqueci quais são, mais lembro de alguns significados e 1 deles é a organização

    O certo é 5 S, e eles definem uma certa metodologia de trabalho:
    *Seiri: evitar o desnecessário; *Seiton: Ordem; *Seiso: Limpeza; *Seiketsu:Higiene; *Shitsuke: Disciplina

  • Tsubasa e xxx Holic, pelos menos as primeiras 10 edições ( até onde eu suportei ler ) são a obra prima de erros da JBC. A adaptação foi grotesca, sendo que alguns trechos ficaram completamente sem sentido ou fora do contexto.
    Fora a tremenda falta de noção de “espremer” o tradicional “Ei vc começou a ler do lado errado”, nas páginas de história do mangá, eu tava vendo o dia em que a historia jah começaria na contra capa.
    A Panini não é perfeita, comete muitas falhas sim, mas em comparação com o produto final da JBC, a Panini está anos luz na frente.

  • Karen Kazumi, eu sonho em ser como você, traduzindo mangás para uma editora! Já traduzi (do japonês mesmo) para um fansub durante 2 anos e gostei muito. Como funciona seu trabalho? Tenho muita vontade de saber como funciona a tradução.

  • Sobre o assunto do post, gostaria de entender porque tanta gente gosta de meter o pau na Panini. Apesar de todos os atrasos, acredito que ela seja a melhor no aspecto tradução/edição.

  • nhaaa eu seu que resenha costuma conter muitos spoiler’s crying
    POr isso mesmo so passei os olhos hehehe. Comprei e primeira edição mas ainda nao tive tempo de ler :/
    Eu espero que o Kuroi continue fazendo resenhas de mangás, uma vez que a Allena não da mais as caras. Muito legal a resenha e realmente a Panini é melhor que a Jbc em tradução e edição, o foda é ter que tolerar os atrasos tongue
    Eu desistir de comprar Tsubasa e Holic por causa das traduçoes da Jbc hehehe, isso sem contar que o formato meio tanko é horrivel pra um mangá do naipe desses dois.

  • Isso prova que você não tem mangás americanos. Eles são preto e brancos,tanto Viz quanto Del Rey, os nacionais são cinzas. Os japoneses também são preto e brancos.

    Eu tenho Fairy Tail da Del Rey até a edição 9 e ele é CINZA, pode ser uma tonalidade mais clara que a brasileira, mas ele é cinza.

    Obrigado Luke, que bom que vc entendeu o meu ponto de vista, não é que a Panini seja ótima (eu a acho uma boa editora), mas no mercado é o melhor que nós temos.

    Valeu, Derek, essa foi a primeira resenha que escrevi, acho que a resenha de Spicy Pink está melhor.

    Obrigado, Wagner e eu acho difícil alguém superar os mangás publicados em tiopês pela Savana. Já a Newpop por ser pequena deveria primar pela qualidade, já que ela não pode competir com os hits. Pelo menos em Metropolis eles parecem ter feito um bom trabalho, nem tudo está perdido.

    Exato Guilherme, essa discussão não tem fim, mas não dá para comparar inglês e português com japonês e português. Honoríficos como San, Kun, Sama não têm correspondente em português, o sentido de hierarquia presente no uso deles não tem adaptação que dê jeito e acabam acontecendo casos como o que o SSTHZero acabou citando. Senpai é veterano e Kouhai é calouro/novato, mas tente traduzir um -kun com toda a inferioridade hierarquica que a palavra carrega, não é equivalente a senhor de modo algum.

  • Mestre Yoda, não me incomodo que reclamem se estiverem certos (lembra o que eu disse no meu primeiro post para corrigirem se eu tiver escrito algo errado?), mas mesmo estando certos isso não justifica falta de educação. Se eles acharem que é favoritismo, então é opção deles acreditar que é. Eu esclareço meu ponto de vista e tento não favorecer ninguém, se eles continuarem achando que é favoritismo a partir daí é problema deles.

    Tsubasa e xxx Holic, pelos menos as primeiras 10 edições ( até onde eu suportei ler ) são a obra prima de erros da JBC. A adaptação foi grotesca, sendo que alguns trechos ficaram completamente sem sentido ou fora do contexto.
    Fora a tremenda falta de noção de “espremer” o tradicional “Ei vc começou a ler do lado errado”, nas páginas de história do mangá, eu tava vendo o dia em que a historia jah começaria na contra capa.
    A Panini não é perfeita, comete muitas falhas sim, mas em comparação com o produto final da JBC, a Panini está anos luz na frente.

    Cara, essa história do Ei, vc começou a ler do lado errado é uma péssima lembrança, vc não tem ideia do quanto eu já me estressei por causa disso, já mandei muito e-mail para a JBC e discuti muito na(s) comunidade(s) do orkut por causa disso (chegaram até a fazer um tópico de cagadas da JBC).

    Karen Kazumi, eu sonho em ser como você, traduzindo mangás para uma editora! Já traduzi (do japonês mesmo) para um fansub durante 2 anos e gostei muito. Como funciona seu trabalho? Tenho muita vontade de saber como funciona a tradução.

    Netto-kun, espere um pouco e você verá a entrevista com a Karen =] (shame on me, deveria ter feito a entrevista antes e agora meu msn não quer abrir).

  • “@Calvin
    Tradução da JBC superior? Nunca. Já peguei mangá com pontos onde as traduções foram completamente feitas pelo google (tá, exagero). A remoção dos pronomes de tratamento japoneses talvez seja a pior coisa possível, já que em muitas histórias, isso é muito usado (tá, num Shounen infinito qualquer como Naruto, não faz falta, mas num romance, por exemplo, isso pode fazer falta fatal), o maior exemplo disso que nunca esqueço é em Shuffle!, onde o principal sempre chama sua amiga de Asa-senpai, mas num momento, ela manda ele parar com o “senpai” e usar algo como “chan”, na versão americana que nunca existiu senpai algum, inventaram um dialogo completamente NADA A VER para poder tapar esse erro produzido por eles mesmos.” wink wink wink wink wink

    o.O Asa-sempai e o melhor personagem de Shuffle! e ele sempre chama ela dessa forma, com respeito a sua hierarquia academica e por ser 1 ano mais velha. PQP da até medo de comprar novos mangás na JBC, será por isso que a editora lança pouco mangás de romance ou shoujos? kkkkkkkkkkkkkkk

    Tem que ter pronomes. angry

  • Gostei mto do mangá, é mto engraçado
    Vale mto a pena laughing laughing

  • opniao eh opniao, ms nem vo falar a minha, sempre tem alguem do contra

    alias… eu comprei Tsubasa do 1 ao 32 esses dias e n tive tempo de ler, mas vlw pessoas por me deixarem com medo de abrir um mangá ._. ASKPPSAKPASKPSAKPSAKPSAKPASKPASKPASKP

    n sabia q era taum ruim assim e-e

    Obs. gosto mais da Panini q da JBC, sempre gostei mais da Panini q da JBC *viu, dei minha opniao sem ofender ninguem, rs-n*

  • Netto-kun, espere um pouco e você verá a entrevista com a Karen =] (shame on me, deveria ter feito a entrevista antes e agora meu msn não quer abrir).

    Entrevista com a Karen?! Quero ver! Quando vai ser? Você tem como dizer? (se bem que preferia realmente falar com ela, mas ler a entrevista é melhor que nada, né)

  • o pessoal que reclama da falta de imparcialidade nunca deve ter lido alguma matéria sobre animes exibidos no brasil, onde há várias opiniões, piadinhas envolvendo suposições quanto as séries, etc.

    todas as resenhas do jbox colocam opiniões, quanto edições, adaptações, etc; creio que estão pegando pesado demais com o Kuroi. afinal, nem jornais, revistas, ou tele jornais são imparciais (apenas fazem parecer serem imparciais)

    e não sei se transformar em profissional num blog seja algo interessante, pois o profissional sabe de artifícios para influenciar o leitor sem que transpareça isso.

    só achei o resumo um pouco confuso XD

  • leio mangás há alguns anos e ainda não entendo que cinza é esse que o R.moss tanto reclama… é preto e branco, a tinta é preta, as gráficas usam a escala CMYK e não CMYG. queria que tivesse ainda mais tinta para borrar a página? afinal o papel pisa brite absorve bastante tinta, se não dosar a quantidade, a tinta fica borrada.

    outra coisa: comparar mangás que se compra a 30, 40 reais importando com mangás de 10 reais? impossivel, são produtos diferentes, para publicos diferentes. em países diferentes.

    e cortes? nunca ouviu falar de sangria? isso é recurso técnico em design gráfico, desenhar a mais, para que não ocorra da guilhotina da gráfica cortar em local errado, e aparecer aquela borda branca, onde não é para aparecer bordas brancas; o que prejudicaria o design.

    no japão se publico tankobon em qualidade melhor porque:
    – o publico é centenas de vezes maior que o nosso:
    – lá a leitura de quadrinhos não é algo marginalizada ou despresada
    – antes de lançar em tankobon com papel similar porém com gramatura maior que a nossa, ele é publicado em antologias que mais parecem listas telefonicas, antologias descartáveis, baratas; e no brasil não se tem condições de se lançar o mesmo produto em duas qualidades diferentes, ainda mais para um produto que tem tiragem máxima em torno de 60.000 unidades; então tem de se optar por uma qualidade fisica intermediária.

    fora que, por 9,90 o pessoal reclama que está caro (X 1999 foi publicado em 2003 por R$ 9,80) imagine se fosse para vender com papel off-set (que alem de ser bem mais caro, necessita de muito mais tinta) com os mangás a 16,90 a 19,90?.
    já é um nixo de mercado, e quer que se torne em um nixo menor ainda?
    Dama de Pharis foi editrado com qualidade superior pois achava-se que o publico, embora pequeno fosse fiel à saga, lançaram em formato “livro” e o resultado: embora tenha uma qualidade fisica muito melhor que o formato padrão, foi cancelado por baixas vendas…

  • A ALLENA FAZIA RESENHAS MELHORES…

    Cada um tem a sua opinião a minha opinião e q as resenhas do Kuroi, são boas mesmo tendo gente “jogando pedra” só por q ele ñ gosta de um tal anime ou um mangá e no quesito editora, a panini e meio perdida e quanto a JBC e mais atualizada na minha opinião e tradução eu acho q a Panini leva vantagem e quanto a JBC peca algumas (ou varias) vezes e tem a NEWPOP q é novata no mercado mas já peca em alguns titulos como 1 litro de lagrimas com letras tortas e fora do lugar (pelo menos no meu mangá) mas pra min a melhor no quesito tradução (podem questionar a vontade) e a Conrad kem aki já reclamou da tradução de Dragon Ball á Banya era impecável, é uma pena q a Conrad tenha falido ou talvez ñ

  • OUTRA MANGÁ ENCHE LINGUIÇA QUE NÃO ME CHAMA ATENÇÃO ¬¬

  • sem sombra de duvida a pior resenha que ja foi feita no histórico desse site, pra inicio de conversa o basico de uma resenha de qualidade é a imparcialidade, não importa o que o autor pense a resenha tem que ser vista de uma forma neutra onde as pessoas tenham a liberdade de criarem suas próprias opniões e não ja lerem a obra em questão com uma opnião pré formada. Além de ser preconceituoso em alguns pontos.

  • RESENHA: O QUE É E COMO SE FAZ
    Resenha, ou recensão, é, segundo o dicionário, uma “apreciação breve de um livro ou de um escrito”. A definição do dicionário pode ser dividida em três partes, que devem servir de orientação para que você possa entender o que é uma resenha. A primeira parte está representada pela palavra “apreciação”; a segunda parte é a que concerne ao adjetivo “breve”; e a terceira e última parte diz respeito ao sintagma “de um livro ou de um escrito”.
    Exigências de conteúdo

    a) Toda resenha deve conter uma síntese, um resumo do texto resenhado, com a apresentação das principais idéias do autor;

    b) Toda resenha deve conter uma análise aprofundada de pelo menos um ponto relevante do texto, escolhido pelo resenhista;

    c) Toda resenha deve conter um julgamento do texto, feito a partir da análise empreendida no item b).

    Resenha crítica, opinativa, é aquela cujo objetivo é julgar o valor do texto, a sua beleza, a sua relevância. Responde basicamente à pergunta: O texto é bom?

    3. Como se faz uma resenha?
    […]
    4) Analise a idéia escolhida. Procure traçar quais são os seus pressupostos, o que o autor pressupõe para formular essa idéia. Procure traçar também as suas implicações, as conseqüências que se pode retirar dessa idéia. Verifique quais as relações que a idéia estabelece no texto, com quais outras idéias ela dialoga.

    5) Emita um julgamento de verdade a respeito dessa idéia.

    Não vejo onde está dizendo “seja imparcial”. Está completamente correto. Isso é uma resenha, não uma reportagem de jornal.

    @Sowaka
    O que seria um mangá que não enche liguiça? Algo com uma história de nível elevada e mega desenvolvida como Naruto, Bleach e afins? (sim, estou sendo sarcástico)

  • Eu tinha vontade de pegar o mangá e começar a anotar as coisas erradas,mas me dá dor de cabeça notar que são 42 volumes. Nas últimas 10 edições eles deram uma sossegada, mas o começo do mangá foi brabo.

    Pior é que eu tinha me esquecido disso, no início, Tsubasa foi bem detonado mesmo, mas daí teve um lance na comunidade da JBC, no orkut, aí eles passaram a traduzir melhor… Eu acho que a JBC melhorou bastante, também.

  • parabens Kuroi, vc conssiguio 60 comentarios logo na primeira resenha, vc vai longe garoto -s *60 agora, daki a poco jah n sei*

  • A resenha ficou boa, mas gostaria de chamar atenção para os textos tendenciosos. O Kuroi é um crítico ferrenho da JBC, não que ela não seja ruim em alguns aspectos, mas o Kuroi exagera ao defender a Panini e ao criticar a JBC. (quem já viu ele discutindo no orkut percebe que beira a trollagem)

    Portanto prevejo resenhas tendenciosas e polêmicas. Apesar de escrever razoavelmente bem e ter opiniões marcantes, acho que o Kuroi não seria uma pessoa indicada pra escrever num site com tanta visibilidade quanto o JBOX, pois suas opiniões são “cegas” em alguns pontos. Esse tipo de conduta deve ser adotada em um blog pessoal, não em um site mais focado em noticiar e informar.

  • Já vi o Kuroi opinando sobre uma tradução ser boa ou ruim se baseando em scans.

    Acho que esse tipo de análise da tradução só pode ser feita por experts na língua original da obra. wink

  • MAS AINDA ASSIM, QUEREMOS A ALLENA DE
    VOLTA!! ELA SIM, SABIA APONTAR ONDE ESTAVAM
    ERROS GROSSEIROS DE IMPRESSÃO
    ( O CASO DAS MOSQUINHAS JA FICOU CELEBRE )
    KUROI PODE SER UMA BOA ADIÇÃO AO JBOX ,
    MAS É A ALLENA QUE MANJA MESMO. tongue

  • Boa resenha kuroi. E como os outros disseram, continue expondo a sua opinião e seu ponto de vista.

    O pessoal reclama de uma certa puxação de sardinha para a Panini. Eu me pergunto e se o kuroi estivesse puxando a sardinha para a NewPop, será que o pessoal reclamaria tanto assim?

  • fora que, por 9,90 o pessoal reclama que está caro (X 1999 foi publicado em 2003 por R$ 9,80) imagine se fosse para vender com papel off-set (que alem de ser bem mais caro, necessita de muito mais tinta) com os mangás a 16,90 a 19,90?.

    Vincent, essa comparação é surreal. Em 2003 nós não tinhamos nem 1/4 dos mangás que temos nas bancas hoje em dia, o dinheiro valia bem mais (quer comparar o salário mínimo daquela época com o de hoje?), para a época 9,80R$ era um preço caro sim, dava para comprar 2 meio-tankos e sobrava dinheiro. Com papel off-set hoje em dia não ficaria tão caro assim, mas os mangás subiriam para pelo menos 14,90R$ (a Conrad não conta com seus 12,90R$ pq ela é o ramo das HQs da IBEP, então as despesas com gráfica são bem menores).

    Ryo, orkut é uma coisa, JBOX é outra. Vou fazer uma resenha sobre Buso Renkin e ela será favorável à JBC pq a JBC fez um bom trabalho com Buso Renkin, a edição está legal, a adaptação está controlada, sem exageros com as gírias, mas se fosse para falar das retículas porcamente editadas de Nana, das adaptações muito duvidosas de HxH (Greed Island foi um inferno ¬¬) e do manézinho em xxxHOLiC eu certamente teria motivos para chiar.
    E só para complementar, eu não preciso ser expert em língua japonesa para reclamar de personagens que eram do sexo masculino terem sido transformados em mulheres pq o visual deles era andrógino demais para o gosto dos editores (Illumi e Neferpitou).

    Rx-17, não havia nenhum erro de impressão, se houver erro de impressão é direito seu como consumidor voltar à banca onde vc comprou o seu mangá e trocá-lo por um sem defeito, se não tiver mais o determinado título de mangá para você trocar então o seu jornaleiro deverá entrar em contato com a distribuidora para efetuar a troca ou devolver o seu dinheiro. Acabei de fazer isso com Spicy Pink.

    DJBereta, obrigado, mas eu tenho certeza de que se eu estivesse puxando o saco da JBC todo mundo estaria aplaudindo de pé.

  • Olha o que ele postou no orkut e o que postou aqui, vejam como é um cara contraditório:

    A história melhora lá pelo volume 3? Sinceramente, para quê esperar 3 volumes para a história melhorar? *sobre Brave 10*

    a partir do volume 3 um acontecimento muda a direção da história que deixa de ser apenas mais um shoujo como qualquer outro. *aqui nessa resenha sobre Black Bird*

    Não acho que Orkut seja uma coisa e JBOX outra, a opinião parte de uma pessoa só. Ou será que você molda sua opinião de acordo com o lugar que escreve? Mais uma contradição… A não ser que você sofra de personalidades múltiplas.

  • CLARO QUE É DIFERENTE, ORKUT É PESSOAL E EU ESCREVO O QUE EU QUISER NELE,

    Brave 10 é uma porcaria, uma titica no volume 1, o pior mangá que eu vi sendo lançado nesse ano de 2010, já Black Bird é legal e divertido no volume 1 e fica fodástico no volume 3. É BEM diferente de ser uma porcaria como o primeiro volume de Brave 10 (que é da Panini, eu posso falar mal da Panini tbm).

    O que você está fazendo é distorcer as minhas palavras, muito, muito feio!

  • Nossa, nem a primeira resenha da allena foi tão mal aceita… isso quer dizer que o kuroi veio pra ficar mesmo laughing Si a primeria estão nesse avoroso, imagina nas proximas? laughing Kuroi, cabeça fria na hora de responder, por que com o tempo alguns podem pegar mais pesado, como o amigo Ryo Hazuki, que pareçe não sabeR diferençia uma coisa “pessoal” é “publica”. Kuroi, boa sorte nas proximas, abraço! wink

  • não é surreal Kuroi, é uma comparação: existe inflação, embora não seja como antes do plano Real, mas existe; eu quis dizer que não é caro como várias pessoas dizem, porque há 7 anos atrás o tanko inteiro já estava na mesma faixa de preço que está hoje.

    nem lembro qual era o salário da época, só lembro que eu ganhava uma mixaria XD

  • Ué Derek, não entendo. Primeiro vocês dizem que por ser uma resenha ela pode conter opiniões, concordo (mesmo que sejam insensatas como as do Kuroi), ou seja, o que está aqui no JBOX é a opinião do Kuroi…a que está no orkut também, oras. Então qual é a intenção de separar essa de “público” e “pessoal”. Se trata de uma pessoa e uma opinião, independente do lugar que ele escreveu. Opinião é opinião em qualquer lugar.

    E não pego pesado, apenas acho que o JBOX só tem a perder com o Kuroi escrevendo por aqui, pois uma coisa é opininar de forma sensata, outra é falar asneiras e trollar, que é o que ele costuma fazer.

    Totalmente desnecessário ficar jogando “indiretas” para JBC numa resenha destinada a um mangá publicado pela Panini. Ele poderia muito bem analisar a edição da Panini sem falar besteira de outras editoras.

    Mas vocês vão perceber que isso será algo comum nas resenhas dele. Toda resenha ele vai tentar “tirar casquinha” da JBC.

    Panini e JBC são editoras medianas, não creio que uma seja melhor que a outra como o Kuroi tenta parecer ser. Analisando pontos positivos e negativos, daria um empate técnico tranquilamente.

  • Queria perguntar ao Kuroi, se existe possibilidade ou ñ de a Conrad voltar com Dragon Ball Edição Definitiva pq eu queria começar a coleção

  • Panini e JBC são editoras medianas, não creio que uma seja melhor que a outra como o Kuroi tenta parecer ser. Analisando pontos positivos e negativos, daria um empate técnico tranquilamente.

    vi o kuroi falando varias vezes q tanto uma como otra tem pontos fortes e fracos…

  • A Allenajá naum tinha feito uma resenha sobre black bird ? wassat

  • Queria perguntar ao Kuroi, se existe possibilidade ou ñ de a Conrad voltar com Dragon Ball Edição Definitiva pq eu queria começar a coleção

    Não sei, não sou insider crying. Espero que sim, pessoalmente eu adoraria que a Conrad terminasse Nausicaä (e Monster, Kurosagi, Ooru, Battle Royale, Bambi, One Piece – sonhei alto tongue).

    A Allenajá naum tinha feito uma resenha sobre black bird ?

    Não fez não, na verdade essa resenha foi publicada tem uns meses no meu blog pessoal, eu só dei uma atualizada e fiz umas correções.

  • Só pra comentar… já tem o BB 02 na banca aqui perto angry

    SSTHZero para de criticar e vai traduzir!! Se eu tivesse tempo livro eu tava lá te enxendo o saco :)

  • Eu gostei da resenha, apesar de não me interessar por esse tipo de mangá. Concordo com o Kuroi com relação à Panini ser a melhor (ou menos pior) editora no quesito adaptação e edição, tanto é que os poucos mangás que ainda faço questão de comprar na banca são em sua maioria pertencentes à Panini, as únicas coisas que ela ainda peca fortemente é no que se refere aos atrasos e cancelamentos.

    Sobre a questão de imparcialidade, só digo que nunca li uma resenha ou crítica que fosse 100% imparcial.

  • Não sei, não sou insider . Espero que sim, pessoalmente eu adoraria que a Conrad terminasse Nausicaä (e Monster, Kurosagi, Ooru, Battle Royale, Bambi, One Piece – sonhei alto ).

    A Conrad deveria voltar mesmo com Nausicaä e Royale q eu estava esquecendo e One Piece e sonhar alto de mais Kuroi

  • Quem diria que eu tenho fãs hardcores.

    tanto corajoso de sua parte elogiar a Panini em um site claramente adorador da JBC.

    << Um dos motivos pela qual eu não suporto mais fazer resenha por aqui. Essa implicância sem motivos... Você dão muita importância para se uma pessoa é Pró-JBC, Pró-Panini, Pró-Newpop. Isso não é time de futebol que você aposta em um e fica torcendo. Eu sou Pró-leitores e completamente Contra qualquer editora. E acredite ou não o Kuroi é a mesma coisa. A diferença é que ele vê na Panini uma editora melhor que a maioria e o exemplo mínimo a ser seguido. Em todo caso, no dia que a Panini fizesse uma merda imensa, o Kuroi seria o primeiro a tacar fogo, tenho certeza. Em todo caso, vê se cria massa cizenta e para com essa infantilidade idiota de time. Aprenda a filtrar as opiniões e absorver as informações que o Kuroi ralou para levantar e que são muito interessantes. E se realmente essa resenha te incomoda tanto, existe uma coisa chamada "direito de resposta" ou seja faça você mesmo uma resenha, PORRA!

  • meu deus sera q ajghuem sabe quando vai sair a serie q eles fazem sexo?
    crying