XDragoon é um projeto de quadrinhos on-line e animação produzido por Felipe Marcantonio, um dos grandes responsáveis pelo JBox estar no ar. O objetivo é lançar 4 ou 5 páginas de cada história semanalmente, e uma animação que pode ser assistida online. Além disso, papéis de parede para o PC além de outras coisas como skins, icones e proteções de tela. Existe planos também de fazer esse conteudo disponível para celulares.
XDragoon contara as aventuras de Rocky e Alfred, dois dragões que vieram infiltrados na nave do governador do Planeta Gan-Mah, Krad. Mas após serem descobertos, eles são obrigados a fugir. Em terra firme, eles encontram um lugar abandonado para se abrigarem, mas são surpreendidos por um grito. Renata, uma estudante do último ano do colegial foi encurralada por arruaceiros, quando ambos vêem para ajuda-la. O que Renata não imaginava, é que esse seria o começo de uma grande aventura. Cada capítulo de XDragoon terá 48 páginas, lançadas tanto em Português, como em Inglês. Atualmente, o 1º Capítulo já está todo disponível na net e 24 páginas do 2º Capítulo estão no ar. Totalizando já 72 páginas online. Em Janeiro, começará a ser publicado o 3º Capítulo.
A animação começou a ser produzida em 2007 e está concluida. Ela é um piloto e serviu de base para o projeto. E esse “protótipo” foi lançado na net, dia 25 de Novembro. A dublagem, contou com dois dubladores profissionais: Igor Lott fazendo Rocky e Tânia Gaidarji - famosa por fazer a Bulma em Dragon Ball Z - como Renata Oliveira. Para conferir os quadrinhos e a animação, visite o site original clicando aqui. O JBox recomenda!
O JBox sempre foi um site democrático que, apesar de falar abobrinhas, sempre esteve aberto a críticas e a puxões de orelha. Só que nos últimos dias parece que tem gente (não mais que 5 pessoas, devo deixar claro) que confundiu as coisas e andaram dando trabalho na área dos comentários, a qual sempre esteve aberta a debates e troca de informações entre os leitores. Por isso, a partir de agora, para dar sua opinião no JBox é necessário colocar um email (válido ou não, a escolha é sua) e aguardar seu comentário ser aprovado. Essa tática visa acabar com o festival de baixaria, falta de educação e de respeito que se encontrava a área nos últimos dias. Com isso perdem o site e o leitor. O primeiro, perde porquê os debates se tornarão mais mornos e manipulados (sim, querendo ou não é um tipo de censura). Já os leitores terão que aguardar sua opinião ir ao ar, o que só acorrerá diariamente depois das 19:00, muitas vezes esfriando a informação e o debate. Infelizmente essa medida será adotada, pois já é difícil tocar um site sozinho (sim, sozinho, o Larc foi desintegrado durante uma invasão alienígena), imagina tendo que aguentar mongóis com massa cerebral do tamanho de uma ervilha usando o espaço para descarregar suas frustrações sexuais e agredir a leitores de bem. Dito tudo isso, voltemos a nossa programação normal. =D
OBS.: O Ikari Léo também ajudará a moderar os comentários, ou seja, eles poderão sair a qualquer hora do dia, bem antes das 19:00. Então, quem quiser comentar e discutir as nossas notícas de maneira saudável, pode mandar ver. ;)
Essa semana entramos em contato com diversas distribuidoras e licenciantes não somente de animes, mas também de séries americanas, e perguntamos a todos sobre as “estranhas” exibições de programas licenciados por canais maiores (ou não) que emissoras pequenas estão realizando a tempos pelo Brasil afora. Se antes tais canais se limitavam a exibir apenas séries lançadas em DVD por aqui, a coisa parece ter descambado nos últimos meses: até programas como Dragon Ball Z, cuja série nunca foi lançada por essas bandas no formato digital, estão indo ao ar sem nenhum pudor. E adivinhem qual a resposta que recebemos de todas as distribuidoras? Só uma: tais exibições são ilegais, e estão ferindo os direitos que tais empresas tem ao representar tais programas no Brasil. O diretor de uma empresa de licenciamento que no passado trouxe algum material japonês para o Brasil e que pediu para não ser identificado comentou conosco “Alguns desses canais exibem desenhos e séries de forma ilegal mas nem mesmo os representantes de tais produções reclamam, pois muitas vezes os proprietários dessas emissoras são políticos ou gente influente”.
Mas a farra está pra acabar, pois algumas empresas estão buscando fazer levantamentos sobre o material exibido ilegalmente, e em breve entrarão com ações contra tais canais. Se isso surtirá algum efeito não sabemos, mas já é alguma coisa no sentido de acabar com essa farra que está acontecendo nos últimos tempos.
Informação chupada com exclusividade de nossa musa Sandra Monte: segundo a moça, o diretor da editora Melhoramentos, Breno Lerner, revelou que estão em negociação com uma editora japonesa, os direitos do livro Meu Pé de laranja Lima, para que a famosa obra da literatura nacional ganhe uma adaptação em mangá a ser publicada na terra do Pikachu.
Mas essa não seria a única adaptação da história ao estilo oriental de se produzir quadrinhos. Em 2003, a obra de José Mauro de Vasconcellos foi publicado na Coréia no formato manwa em uma edição única. Escrita em 1968, a história do garoto Zezé chegou a ganhar três novelas no Brasil, uma na Tupi e duas na Band, além de um filme para os cinemas.
Duas das séries japonesas de maior sucesso no Brasil, Dragon Ball e Os Cavaleiros do Zodíaco saíram da Creative Licensing e passam agora a serem licenciadas por aqui pela Angelotti - Licensing & Entertainment Business, de propriedade do empresário Luiz Angelotti. Curisamente, o próprio Luiz foi quem levou as séries para a Creative (ex-Imagine Action) quando trabalhava lá, e além dessas, foi o responsável pela vinda ao Brasil de outros sucessos, como Digimon.
Atualmente a A-E&B trabalha para emplacar a Saga de Hades no Brasil ano que vem, e todo o trabalho de licenciamento de Seiya e Cia passarão a ser focadas nessa fase. Já no caso de Dragon Ball, a expectativa é que o filme dê um novo gás à franquia, o que poderá fazer com que o anime tenha um novo boom ano que vem na tv, e principalmente, nos produtos licenciados.
Dias atrás divulgamos a estréia de uma peça teatral baseada no mangá Death Note, que em breve estará estreando em São Paulo (clique aqui e veja o cartaz). Embora uns tenham visto com desconfiança a notícia, muita gente gostou da idéia e não vê a hora de conferir a adaptação. E para ficar um pouco mais por dentro do que você, que mora em sampa, vai assistir, um de nossos leitores mais chiquetosos (Alexandre Nagado) fez uma entrevista com o ator que interpretará o L na peça! Para conferir, acessem o blog Sushi Pop, do Alexandre.
A título de “curiosidade”, no Japão é comum animes de sucesso virarem musicais ou peças de teatro. Um dos mais famosos é o musical Sera Miu onde um monte de japinhas cantam e dançam vestindo roupas carnavalescas de Sailor Moon (clique aqui e veja quanto exagero nas caracterizações XD). O musical ficou anos em cartaz, mesmo após o término da série de tv e o mangá, em 1996. E aos que acham que a montagem é fruto de alguma pirataria tipicamente brasileira (como isso parece ser o.O) , a peça tem o aval da VIZ, detentora dos direitos de Death Note no ocidente.
Conforme já havíamos comentado anteriormente, a Ediouro e a Conrad estavam trabalhando no sentido de promoverem uma “parceria” que extra-oficialmente se tratava da venda da Conrad para a gigante das revistinhas de passatempos (quem nunca brincou com uma Coquetel? =P). Acontece que ambas as empresas não chegaram a um acordo financeiro, e a Conrad atualmente analisa propostas de 2 outras editoras que têm interesse em tal “parceria”. Com isso, a esperança de que os títulos por ela publicados como One Piece, Monster e outros voltem a sua normalidade (alguns títulos têm intervalos de até 3 meses entre um número e outro) dará uma esfriada.
Não, você não leu errado! A grupo Cia Zero Zero de Teatro, irá encenar uma versão teatral da obra de Tsugumi Ohba e Takeshi Obatano palco do Centro Cultural do Sesi Leopoldina, São Paulo, no próximo dia 9 de Outubro. E o melhor de tudo: a entrada é franca! A direção é por conta de Alice K.. A peça ficará em cartaz nos entre 9 de outubro e 23 de novembro de 2008. Clique aqui e confira o cartaz de divulgação. Lembrando que a JBC já finalizou a publicação do mangá no Brasil e que a série em breve será transmitida pelo Animax. Tem também os dois filmes live-action, que não se sabe ao certo qual o destino - sendo que o mais provável é que seja o mercado de DVD .
Nessa sexta (5 de setembro), vai rolar no Rio de Janeiro a primeira festa Neotokyo. Não, não se trata de uma festa celebrando aquela revista sobre animes & afins em publicação no Brasil :P. A Neotokyo é uma proposta inovadora na noite carioca, que vai trazer um pouco do clima underground da noite japonesa (que não tem Hinoboru Kageyama cantando música de tokusatsu véia ou bandas cantando aberturas de Naruto x_x. Tem gente que pensa que é assim @_@). Ou seja: NÃO é um evento de anime!
A festa que oferece DJs discotecando em pistas de dança, shows de bandas ao vivo, e exibição de filmes japoneses, buscará reunir um enorme público, atraído especialmente por sua música exclusiva (rock japonês e música eletrônica japonesa) veiculada nas pistas de dança do outro lado do mundo - que se dividirá em duas pistas especiais: Pista Heaven ou Pista Hell.
Além disso, haverá show ao vivo de banda, exibição de clips, animes e filmes adultos (A Lenda do Demônio entre eles! Não conhece? Clica aqui ó!), drinks japas e muito mais. Interessou? Acesse o para conhecer melhor ou rume direto pra site oficialou a comunidade do Orkut pra assegurar seu nome na lista de desconto! Mas atenção: a festa é livre apenas para maiores de 18 anos!
É impressionante o poder de Pikachu e seus amigos: além de registrar “altos” índices de audiência na Rede TV! de segunda à sexta (no Rio de Janeiro já é um dos programas mais vistos do canal @_@), a cadeia americana de fast food Burger King, está disponibilizando, no Brasil, uma série de brindes inspirados na fase Diamond & Pearl. São miniaturas de pokémons, junto com cards da coleção de estampas ilustradas da Devir, e porta cards que seu irmãozinho vai amar. Basta levar ele e comprar um BKids (versão Mc Lance (i)Feliz da rede) que você ganha o que tiver. De acordo com o site, apenas as lojas do Rio, São Paulo, Brasília, Goiás e Minas estão com a ação promocional.
Ainda sobre Pokémon, amanhã (3 de setembro) a Rede TV! começa a exibir a fase Johto, com o episódio 117 (Com o Totodile não se brinca!). Leia nossa matéria sobre essa temporada, e entenda porque ela é tão detestada no Brasil :P.
Agradecimentos ao Metroid pelo toque e fotos (ele se entupiu de BKids pra matar a fome XD).
Para os que falavam que tínhamos esquecido de Mortal Kombat vs. DC Universe, bem, cá estamos nós. O crossover mais estranho da história (que anunciamos aqui) continua em produção a todo vapor pela Midway. Durante a E3, que aconteceu na semana passada, uma versão demo foi apresentada, para muitos verem como anda o game - além de saber se a expectativa ruim (da maior parte do mundo) pelo jogo se confirma ou não.
Na demonstração, além de já revelarem alguns personagens selecionáveis (no caso, os kombatentes Sub Zero, Scorpion e Sonya; e os heróis Flash, Superman e Batman), foi revelado que, ao contrário do que a própria produtora disse no anúncio oficial do jogo, o game terá sim a marca registra da série Mortal Kombat, os Fatalities! É, mas não do jeito que conhecemos… o.o’
Diz-se isso por dois motivos: em primeiro lugar, apenas os lutadores de Mortal Kombat e os vilões da DC (ah, se fizessem um Coringa como no novo filme do Bátima… =O) farão as famosas finalizações que acabarão com o oponente de vez. Já os heróis do universo DC, farão finalizações mais leves chamadas de Brutalities. E para que os personagens que realizarem os Fatalities, os próprios movimentos finais de cada luta serão versões mais leves dos fatalities originais, com o mínimo de violência possível. Longe do que os fãs da série imaginavam ou queriam. =/
Além disso, o sistema de jogo continua muito semelhante aos últimos jogos da franquia Mortal Kombat, e os gráficos parecem “apenas” bons, com alguns defeitos nas texturas, mas com um bom detalhamento nos trajes dos lutadores - já que foi revelado serão “rasgáveis” durante a luta.
O jogo, que sairá para Playstation 3 e X-Box 360, está previsto para novembro deste ano. Até lá, imaginemos o que ainda colocarão nesse jogo. Esperamos que não inventem que algum herói da DC tenha um movimento final que faça o adversário decolar a lá Equipe Rocket… ¬¬’
Não é novidade que o Wii anda precisando de jogos realmente bons. Apesar da popularidade, o console-academia-de-ginástica-cafeteira-mas-
sageador anda perdendo feio para seus concorrentes no quesito “grandes títulos”. Um dos gêneros mais carente é o RPG, que só agora começa a respirar. A Namco Bandai divulgou que está trabalhando em novos games da série Tales Of, inclusive um para o console da Nintendo. Nenhum detalhe do mesmo foi revelado, apenas que será um titulo da linha principal, já que a empresa estava lançando alguns spin-off de capítulos como Tales of Symphonia.
Se ninguém da NET resolver mudar de idéia, o canal Animax chega à operadora de tv paga nesta terça-feira, dia 08 de julho. Mas atenção: o canal será incluido apenas nas operações digitais da empresa, ou seja, ainda restrita a algumas localidades (de alto poder aquisitivo =P). Segundo informações da própria NET, o canal estará disponível para todos os assinantes a partir do pacote Advanced. Mesmo que no final o Animax acabe em um pacote mais caro, é provável que ficará um bom tempo disponível a toda a base de assinantes no que chamam de “degustação”.
Desde o surgimento dos fansubbers, grupos que legendam animes e séries de tv e os disponibilizam gratuitamente na internet, muito tem se comentado sobre seus prós e contras. Independente de qualquer conclusão que se tenha chegado, os mesmos podem ser considerados criminosos caso um projeto de lei do Senador Eduardo Azeredo (ex-governador de Minas que é “adorado” pelo povo mineiro) seja aprovado. O Blog do Sérgio Amadeu explica a situação neste link.
Pelo projeto, passará a ser crime qualquer atividade que use ou viole os direitos autorais pela internet, seja baixar animes fansubados, fazer fanfics (@_@) e qualquer troca de arquivos (em rede P2P, Torrents…) sem autorização dos detentores dos direitos do material. Acessando o link, é possível ficar por dentro do assunto, bem como ter acesso ao conteúdo de tal lei.
Engraçado é que ninguém faz lei contra a imunidade parlamentar, contra as 2 férias ao ano dos nossos políticos, contra os cartões corporativos, contra as ONGs de fachada que sugam o dinheiro público como um ralo, contra as centenas de empreiteiras que nunca terminam sua obras mas recebem o dinheirinho do contribuinte, contra os mensalões e derivados (a cada dia aparece um novo escândalo!), gestões incompetentes e irresponsáveis…
Caso esse projeto de lei realmente seja aprovado (o que é bem provável), nos vemos em alguma cadeia por aí. Espero que possamos levar mangás. =|
A mangaká Junko Mizuno está trabalhando em um projeito ultra-secreto (=P) pra MarvelComics. “Junko quem?”. Calma, esqueça a marca de temperos (ou aquele tênis que todo mundo queria ter nos anos 90 :P), estamos falando da autora de Cinderalla (foto acima), mangá que foi publicado no Brasil pela Conrad em uma ediçãozinha até caprichada. Ninguém na Marvel fala no que a moça está envolvida, mas já caiu na net algumas ilustrações que parecem tirinhas (clique aqui pra ver). Vamos aguardar. =D
Hoje, 18 de junho de 2008, está sendo comemorado o tão falado centenário da imigração japonesa, que tomou de assalto a mídia desde o começo do mês de junho. Pra quem não faz idéia do motivo da comemoração, nóiz explica rapidinho: a exatos 100 anos, atracou em um porto de Santos, São Paulo, um navio trazendo uma leva de imigrantes japoneses ao nosso país. Na verdade o navio atracou no final do dia anterior, mas o desembarque só se deu no dia 18. Nesses 100 anos de sinergia cultural, o Japão nunca esteve tão em alta no dia-a-dia dos brasileiros. Em vista disso, está sendo lançado HOJE um novo canal de tevê que promete entupir o JBOX de notícias sobre novos animes, doramas, filmes e até tokusatsus!
O Japan Brasil Network (JBN TV) é um canal que terá uma programação apresentando o universo da cultura nipônica em seus diveros planos, não se limitando aos desenhos animados. Os sabores, a arte, o esporte, a arquitetura, o comportamento, a tecnologia, a moda, a música… Tudo isso e muito mais, é a proposta que a JBN TV apresentou para imprensa.
Só que a estréia até agora tem sido decepcionante: programas e seriados japoneses sem legendas ou dublagem, programas gravados no Brasil em câmeras Tec Pix (juro!), problemas na imagem e no som que desaparecem do nada. Isso sem contar o visual pobre, a falta de vinhetas e outras coisinhas “simples”. Parece que tem alguém dando “play” num vídeo-cassete e trocando de fita. Nem a Tv local da sua cidade deve ser tão amadora.
Mas segundo o canal, nesse momento muita coisa está sendo dublada e tantas outras estão sendo legendadas (!) para que o público brasileiro desfrute de uma experiência única que não pode se limitar a Pokémons e Narutos da vida. No momento, os assinantes da SKY já podem assistir ao canal. Basta sintonizar o canal 150. Clique aqui e confira uma apresentação da JBN TV.
Corre na “Tokunet” (os nichos da internê onde os fãs de tokusatsu se encontram) um boato safado de que a Rede TV! vai investir em seriados japoneses e animes até o final do ano, e que teria até adquirido os clássicos Jaspion e Changeman. Em contato com os representantes dos direitos de Jaspion no Brasil, nos foi passado que essa notícia não procede de forma alguma. Com relação a animes, a gente não mete nossa mão no fogo (vai que o canal da Gimenez voltou a negociar com a Swen, e pinte alguma novidade mesmo?), mas a história de Jaspion e Changeman é lorota. Lamentamos pelos fãs.
O site Animeblade noticiou que o Estúdio Gonzo (Blue Submarine 6, Vandread, Last Exile só pra citar os já exibidos no Brasil) fechou o primeiro trimestre deste ano com prejuízo de 35 milhões de doletas. O principal motivo de tal rombo foi a venda de seus animes voltados para o mercado exterior no início desse ano, que foram abaixo do esperado. Em contrapartida, o braço de jogos online da empresa está indo muito bem, mas mesmo assim ainda é insuficiente para cobrir os buracos na conta bancária do estúdio. =|
A Partir de amanhã, a Band reprisa a novela (ou dorama, como preferirem =P) Haru e Natsu - As Cartas Que Não Chegaram a partir das 14:10 (provavelmente apenas para São Paulo). A triste história em 8 capítulos das duas irmãs que se separam na infância (uma fica no Japão e outra vem ao Brasil como imigrante) já havia sido exibida pelo canal no início do ano, quando conseguiu uma ótima audiência (média de 5 pontos), mesmo com a exibição legendada.
A novela está disponível em DVD no Brasil, algo inimaginável até um tempo atrás.
Não é segredo pra ninguém que a Conrad já não é mais o que era antes. Cancelamento de títulos, atrasos… A um bom tempo a editora vem perdendo gás e terreno na área de quadrinhos, principalmente no que se diz respeito a mangás, que antes fora sua galinha dos ovos de ouro. Segundo o Blog dos Quadrinhos, a editora já não esconde mais que há uma namorico com a Ediouro, a qual já tem a Pixel Media, uma parceria com a Futuro Comunicação que antes era “parte” da Conrad (que suruba @_@). As duas editoras já assumem estar conversando, mas ninguém ainda falou em compra ou se será apenas parceria.
As más línguas nos bastidores já usam as palavras compra e venda. Vamos aguardar o desenrrolar de tais negociações.
Lendo o título você pode estar boiando, mas explico: conforme já havíamosadiantado, a Band e a Gamecorp, empresaque produz conteúdo para a PlayTv, estavam com as relações estremecidas, devido ao baixo retono do canal voltado a games e música (e que tinha alguns animes escondidos na programação). E não deu outra: a parceria foi desfeita essa semana, e podem ir dando tchau pra PlayTv, já que a antiga Rede 21 deverá voltar ao ar.
Com isso, fica a expectativa de que com o retono do 21, o Grupo Bandeirantes volte a investir em animes no canal, lembrando que ele ficou conhecido pelos otakus por ser o freezer onde foram parar Bucky, Slayers, El Hazard, Batalha dos Planetas, Tenchi Muyo e mais recentemente Monster Rancher.
Makoto Raiku, autor de Zatch/Gash Bell! soltou os cachorros, ou melhor, os advogados, em cima da Shogakukan. O moço está processando sua “ex-casa” em 3,3 milhões de ienes (pouco mais de 50 mil reais), porque, segundo ele, a editora teria perdido parte do material original de Zatch Bell!, osquais não foram devolvidos junto dos originais entregues a ele após o fim do título. A Shogakukan já anunciou que vai pagar a indenização, mas quer Raiku o mais longe possível de suas publicações, tanto que ele já havia saido da companhia alguns meses atrás. Pelo visto, o motivo de tal “demissão” apareceu. =D
Criado para ser um canal voltado para o público jovem, com programação voltada para os games, música e entretenimento, a PlayTv não conseguiu cumprir sua meta de se posicionar entre a audiência e expandir sua programação além das 7 horas (em média) que ocupa por dia. Por isso, é dado como certa o encerramento da parceria entre a Band (dona do canal) e a Gamecorp (dona do conteúdo) agora em julho, quando o contrato vence.
Ninguém sabe se a Gamecorp levará seu conteúdo para outro canal, mas é certo que a Band deverá retornar com seu Canal 21, que sempre se destacou exibindo séries atuais e clássicas, assim como animes e desenhos rejeitados ou engavetados pela Band.
Depois de muito tempo nas mãos da distribuidora Tv Loonland, a série clássica dos Transformers (exibida por aqui pela Globo no fim dos anos 80) volta para sua “mãe”, a Hasbro. E empresa de brinquedos anunciou que readquiriu os direitos da série, junto de outros clássicos como My Little Poney (hihihi) e Comandos em Ação.
A série clássica dos Transformers foi produzida por encomenda da própria Hasbro para divulgar duas linhas de brinquedos que ela havia acabado de comprar da japonesa Takara. A animação americana fez tanto sucesso que a partir de então os japoneses produziram várias séries dos robôs que viram veículos, tradição que dura até hoje. Na época do auge da série nos EUA, foi feito um longa metragem em anime com roteiro americano. Saiba mais sobre ele clicando aqui.
Lembram quando a justiça proibiu a comercialização no Brasil dos games Counter Strike e EverQuest? Poizé, parece que tomaram gosto pela coisa. A vítima mais recentente da censura é o jogo Bully, da Rockstar, disponível para XBox 360, Wii e PS2.
Dessa vez, quem tomou a decisão foi o Ministério Público do Rio Grande do Sul, que proibiu a importação, distribuição e comercialização do jogo em todo o território nacional. Segundo o promotor Alcindo Luz Bastos Filho, Bully “podia prejudicar não somente as crianças, mas toda a sociedade“. As empresas que importam o jogo ainda podem recorrer na justiça da decisão, o que é bem improvável que aconteça.
Em países democráticos e com dirigentes preocupados com o bem estar da população, e acima de tudo, que respeitam os direitos dos cidadãos, Bully teria apenas a obrigatoriedade de colocar uma indicação na capa com a idade mínima para se jogar, e o conteúdo do título. Mas, no Brasil, dirigido por homens das cavernas engravatados, proibir é melhor que concientizar a população no sentido de saber escolher o que consumir. Afinal, gente que sabe escolher seria um problema para nossos governantes.