"Beijim Beijm, cascudo em mim!" — Koenma

As Super Gatinhas
Tokyo Mew Mew

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Produção: Studio Pierrot, 2002
Episódios: 52 p/ tv (26 na versão 4Kids)
Criação: Reiko Yoshida e Mia Ikumi
Exibição no Japão: Tv Aichi (06/04/2002 à 29/03/2003)
Exibição no Brasil: Cartoon Network – Boomerang
Distribuição: 4Kids

Última Atualização: 17/03/2011

Na metade dos anos 90 Sailor Moon reinava esplendorosa na TV e nos mangás, conseguindo eclipsar qualquer outra série shoujo com magical girls que aparecesse na TV ou nas páginas das publicação voltada para o público alvo desse tipo de série. Somente alguns anos após seu término é que outras garotas mágicas conseguiram chamar atenção do público novamente e ter algum destaque, principalmente por conta do êxito da pequena Sakura Card Captors.

Nas páginas da revista  Nakayoshi, a mesma onde a Naoko Takeuchi publicava a saga das guerreiras com roupas de marinheiro, foi lançado em 2001 um mangá que apresentava elementos comuns (até demais :P) ao universo de Sailor Moon e que foi feito sob medida pra virar anime e encher o mercado de parafernálias “mágicas” que toda garotinha japonesa adora ter durante a infância.

Tokyo Mew Mew possui autoria da dupla Reiko Yoshida (que trabalhou como roteirista de dezenas de animes do gênero shoujo e foi responsável pela história fraca do movie Street Fighter Alpha ) e Mia Ikumi (arte) e rendeu em mangá um total de 7 volumes encadernados. Já a versão animada contou com uma série pra TV com 52 episódios. Uma continuação do mangá (Tokyo Mew Mew a la Mode) foi lançada em 2003. Nele, uma nova “gatinha” chama Mew Berry surge e fica no lugar da protagonista que está em viagem pela Inglaterra. Se encerrou com apenas 2 tankos.

Mesmo com a história bobinha de Reiko Yoshida o traço de Mia Ikumi, que antes de Mew Mew fez uma versão em mangá moderninha da clássica boneca Rikka (Licca no Brasil – aquela mesmo cujo anime também passou no Cartoon Network), é bastante limpo e consistente, tornando o mangá agradável de ser ler.

A transposição desse traço para série de TV ficou sob responsabilidade de Mari Kitayama, que trabalhou em Flame of Recca, Yu Yu Hakusho e História de Fantasmas, e a qualidade ficou bacaninha, mas um tanto simples. Como desgraça pouca é bobagem, a animação ainda deixou a desejar. Realizada pelo Studio Pierrot (o mesmo de Yu Yu , Bleach e Naruto), a direção da série ficou a cargo de Noryuki Abe – Bleach e Historias de Fantasmas.  No quesito qualidade da animação, o Pierrot parace ter usado sua divisão “C”, já que a série ficou bem fraca.

A música acompanha a “pobreza” e até os efeitos especiais na hora das transformações e golpes conseguem perder pra animações antigas do gênero. Mesmo assim, mas isso não impediu que as garotas adorassem e muitas quinquilharias fossem comercializadas.

La la la la la…
Ichigo Momomiya (Zoey Hanson na versão americana / brasileira) é uma estudante colegial de 13 anos apaixonada por um garoto chamado Masaya Ayoama (Mark), que é bastante popular na escola.  Sonhando com o momento em que chamou o rapaz pra sair, a garota – como toda futura super heroína que se preze – acorda atrasada para seu compromisso. Ela encontra com o rapaz e juntos vão para uma exposição de animais extintos que está rolando na cidade. Enquanto passeia, Ichigo mal desconfia que seus passos estejam sendo vigiados por alguém através das câmeras do local.

Do lado de fora, enquanto tenta ser beijada (assanhadinha né?), a garota fica sozinha enquanto Aoyama vai pegar uma bebida e se dá conta de uma estranha construção nos arredores – que parece a casa da Barbie XD. De dentro, dois rapazes suspeitos emitem um raio que atinge a garota e no meio de um cenário cheio de luz e magia, a menina enxerga um extinto Gato Selvagem de Iriomote diante de seus olhos. O felino “se funde” a ela e um brilho muito intenso é emanado.

No dia seguinte, na escola, a garota se dá conta que está com super habilidades e estranhamente passa a agir que nem…  Um gato! No mesmo dia, só que mais tarde, a menina vê um monstro (um rato transformado) atacando seu amado e encorajada por um rapaz  loirinho que usa uma roupinha pra lá de bibenta a menina desafia a criatura. Claro que antes ela ganha um broche de transformação que ao erguer  dizer palavras mágicas (“Mew Mew Strawberry! Metamorphose!”) faz com que uma energia seja liberada para transformar Ichigo  numa Super Gatinha! Eca XD.

Meio sem saber direito o que faz, a menina intuitivamente começa uma série de ataques e usa uma frase de efeito que dá conta do monstro do dia.

Depois do ocorrido, a garota é recepcionada na tal casa da Barbie (o Café Mew Mew) por dois rapazes esquisitos: Ryou Shirogane , que entregou o broche pra garota, e Keichiro Akasaka (Elliot e Wesley no Brasil). Eles não passam de dois estudantes ricassos, inteligentes  – e um tanto excêntricos -  preocupados em se livrar da crise que vem por aí que coordenam o Mew Project. Depois da menina ganhar o emprego de garçonete (hein?) ela descobre o que anda acontecendo: aliens estão possuindo e transformando animais do nosso planeta em Chimeras, que ficam com um instinto violentíssimo de destruição. Os únicos que parecem ser imunes ao ataque  são espécies que constam no Red Data Book – um catálogo que existe no mundo real de animais extintos ou em risco de extinção.

Os rapazes estão a procura de pessoas que possam hospedar o DNA dessas espécies e assim fazer com que eles voltem a sua forma normal. A garota não curte muito a idéia, mas não tem muita opção ganhando o mascote R2000 (Mini gatinha) que é uma uma bolinha de pêlos capaz de detectar Chimeras. Ichigo também fica sabendo que tem quatro companheiras. A garota saberá quem são quando enxergar uma marca no corpo das mesmas. Ela então passa a dividir sua rotina de estudante com as responsabilidades de ser uma heroína e garçonete do Café Mew Mew nas horas vagas.

No decorrer da busca pelos Chimeras, a menina vai conhecendo sua amigas de batalha. Tem Mint Aizawa, uma riquinha que vira uma espécie de “passarinha”; Lettuce Midorikawa, a “Amy” da equipe que vivia sofrendo bullyng das “amigas” até conhecer Ichigo e se transformar uma espécie de “peixa”; Pudding Fong que é a macaquinha da  turma e por fim Zukuro Fujiwara, uma modelo que vira uma “raposa”. Apesar do Mew Mew no título, e do nome da versão brasileira, só a protagonista é que se transforma numa gata e todo sentindo associado aos animais em extinção que cada menina representa se perdeu na versão americana.

O desenvolvimento da série é um tanto tedioso – bem diferente do que ocorre em Sailor Moon, onde os fãs ficavam pulando de alegria a cada nova Sailor que aparecia na série XD – e o os inimigos não são nem um pouco ameaçadores. Eles estão atrás de um poder contido numa pedra chamada Aqua Mew e as heroínas precisam impedir que eles consigam encontra-la e acabe com nosso mundo. Lá pela metade da série surge  um misterioso loiro vestido de azul que faz as vezes de “Tuxedo Mask” de Ichigo (santa falta de criatividade Batman!). Os “generais” enviados seguem as ordens do misterioso Deep Blue (ô nomezinho bobo…) que está adormecido no corpo de alguém muito próximo de Ichigo / Zoey. O final da série é tão meia-boca que faz qualquer um que assistiu a Sailor Moon ou Sakura Card Captors se perguntar como esse anime conseguiu fazer tanto sucesso entre as japas…

A incompreensível 4Kids
Como todo otaku que se preze sabe, a 4Kids foi a distribuidora norte-americana que importou Pokémon para o ocidente no final dos anos 90, e empolgada com os lucros que Pikachu & Cia, começou a pegar um monte de outras séries para trabalhar no mercado norte-americano. Até aí tudo tranqüilo. O problema começava quando os executivos da empresa resolviam mexer na estrutura das séries a fim de editá-las para audiência gringa.

O processo de “reconstrução” dos animes da 4Kids era (e é!) um trabalho de mutilação impedoso, e muitas das vezes descaracterizava completamente um obra. Um dos artifícios mais bizarros que a empresa empregava era a inversão da ordem dos episódios. O que justificava essa idéia imbecil é um mistério que a empresa levará pro túmulo, mas animes como Tokyo Mew Mew (que foi rebatizado de Mew Mew Power) sofreram com esse processo e ficou um tanto estranho de ser ver. Dos 52 episódios produzidos originalmente, a 4Kids trabalhou apenas com a metade pois não consguiu fechar acordos comerciais interessantes para série, largando a outra parte de mão. Dessa forma, apenas 26 episódios foram mutilados, com o final da série sequer indo ao ar.  Alguns anos depois, One Piece sofreria um processo parecido que liquidou com as chances da série fazer algum sucesso na TV de lá – e por tabela, daqui.

Voltando a falar de Mew Mew, o primeiro episódio da versão americana de Mew Mew é nada mais nada menos que o 12 da versão japa @_@. A continuidade dos eventos da série original foi jogada para o espaço afim de que as personagens principais que aparecem na abertura dessem logo a cara. Os diálogos e trilha sonora foram modificados para que a série não passasse de um “grupo de pré-adolescentes idiotas que lutam contra inimigos com motivações mais idiotas ainda e ainda arrumam tempo para paquerar os gatinhos”. Não que a versão original tivesse alguma profundidade no roteiro, só que imagine se dublam Sailor Moon de forma que as Sailors só pensassem como adolescentes do seriado da Hanna Montana? Sentiu o drama?

E os nomes?! Como ter simpatia por uma heroína que se chama Zoey Hanson?! As demais meninas também ganharam nomes esquisitos, mas nem dá pra reclamar muito, pois os originais japoneses são bem ruinzinhos também. Mint Aizawa virou Corina (isso não é o nome da babá de um filme??). Lettuce, que já era feio , virou Brigiti. A Pudding se deu bem e passou a ser chamada de Kikki enquanto Zakuro (cruzes!) se tornou Renée Roberts.  Pra deixar tudo mais “tonto”, ainda colocaram uns sons de fundo meio retardados e sem necessidade no meio dos diálogos. Cenas de ação mais “fortes” (como podem enxergar isso num anime shoujo?) sofreram cortes ou congelamentos. Ao menos as cores da versão americana são mais vivas que a original japonesa…

Gatinhas no Brasil
As Super Gatinhas estreou no Cartoon Network em fevereiro de 2006 e a versão brasileira ficou a cargo da Centauro. O estúdio buscou realizar um bom trabalho com a série, e se comparado com o que apresentava na época, Super Gatinhas ficou acima da média.  A direção ficou a cargo de Gilmara Sanches e provavelmente o texto americano não deu muito trabalho pros tradutores, que resolveram adaptar todas as musiquinhas bregas que os gringos fizeram em sua versão.

Tais músicas ganharam a voz de Soraya Orenga e é uma pena que não façam muito sentido, já que a voz da moça é bastante agradável.  No total, foram gravadas oito musiquinhas, sendo que seis eram executadas no decorrer da série.  A título de curiosidade, Soraya também foi responsável pelos temas de Sakura Card Captors.

Muitas frases de efeito se perderam na versão brasileira, mas a culpa é inteiramente do texto americano que as cortou na “adaptação”.  No lugar das japas foram boladas frases sem sentido como “Meu estilo, meu disfarce, meu poder na sua face!”. Os golpes também foram reformulados e o ataque principal de Ichigo / Zoey virou o “Força total do sino”. Detalhe: não toca nenhum som de sino na hora em que ela dispara.

Ao menos o time de dubladores se salva com Samira Fernandes encabeçando o time como Zoey. As demais gatinhas ficaram por conta de Letícia Quinto (Brigiti); Lene Bastos (Kikki);  Tatiane Keplermair (Renée) e Priscila Concépcion como a nojentinha Corina.  A mixagem do áudio na Centauro deixou o anime com um aspecto um tanto “seco”. Mesmo com os dubladores dificilmente se encontrando em estúdio para realizar suas falas juntos, com uma boa direção e uma mixagem bacana, você não consegue afirmar que eles não estavam juntos. Só que em Super Gatinhas, essa sensação de “interação simultânea” não convence nem um pouco.

Depois de um tempo a série foi parar na “faixa Shoujo” do Boomerang onde foi reprisada várias vezes até enjoar. Curiosamente, a maioria dos episódios em português não teve título traduzido – daí uma dificuldade imensa de achar o nome dos mesmos pra por num guia @_@.

Mesmo sem fazer necessariamente muito sucesso por aqui, a Panini apostou no lançamento do mangá da série a partir de 2010. Os 7 volumes que compõem a obra original foram publicados mas a continuação (A La Mode) não chegou a sair – e não duvide que foi devido a baixa venda da série regular…

Tokyo Mew Mew / Super Gatinhas não é nenhum anime que foi feito para marcar época – na verdade praticamente nenhum é feito pensando nisso XD. Só que as qualidades que alguns títulos do mesmo gênero tinham foram tão gastos na série que não há nada que justifique a legião de adoradores que a série ganhou. Vai ver o charme do tal instinto animal da musiquinha grudenta atingiu alguns órfãos de marinheiras lunares ou de catadoras de cartas mágicas =P.


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Larc
Larc é editor do JBox e queria pular dentro de um fosso para sair no passado e esquecer os problemas da vida moderna...

30 Comentários

  1. #1
    superd7br:

    Acho que foi justamente o fato de terem retalhado o anime no ocidente que tornou a série mais cult do que deveria.
    Se bem que o mangá é bem melhor que o anime (mesmo sem cortes).

  2. #2
    Rummenigge:

    Adoro! Já estava com saudades de uma Jmatéria tongue
    2 observações: foram adptadas 8 canções (não 7) para português;
    Confesso que prefiro o layout antigo do site, soa esquisito ler as matérias alinhadas à esquerda e essas seções como Media center, colunas, enquete e afins deveria fazer parte de uma única coluna do lado direito (era assim antes ou estou enganado?). Seja como for, parabéns a todos! wink

  3. #3
    leticia:

    quando eu tinha 7 anos ñ tinha ninguém q me tirava de perto da tv quando passava

  4. #4
    Ai, Ai ¬¬:

    Eu tenho o mangá. É melhor q a verção retalhada. Mas Sugar Sugar Rune, que foi lançado na mesma época aki, foi bem melhor.tonguetongue

  5. #5
    moka akashiya:

    1 onde que street fighter alpha é fraco?
    Tenho o anime e sua continuação e achei os dois
    muito bons sem muita apelação( ah, claro, os tarados
    de plantão queriam ver de novo a chunli pelada, deve ser isso)
    Super gatinhas e one piece comprovam a tese de todo mundo otaku:
    anime que cai nas mãos da 4kids vira uma m..da sem sentido.
    ah, parabens pelo layout do site, ja é o definitivo?
    winkwinkwink

    Tio Cloud: ainda faltam alguns acertos no layout=D

  6. #6
    Rafinha:

    Adorei essa matéria.

    Estava sempre querendo saber das diferenças que este animê teve quando a 4-Kids meteu as mãos pra estragar a obra original, achei que o ONE PINCE sofreu muitos cortes mas As Super Gatinhas sofreu um abuso de estupro.

    Agora tenho mais um motivo de não gostar da 4-kids.

  7. #7
    Masanori:

    Eu também gostava da Super Gatinhas. Pena que no Brasil por exemplo, totalizaram 26 episodios, crying mas os outros episodios da Super Gatinhas, assisti somente pelo youtube.

  8. #8
    Dark Rock X:

    Já ouvi falar desse anime e ainda bem que não tive a curiosidade de assistir a versão norte-melecana,…uma pena que Transformers,One Piece,Yu Gi Oh,Mushranbo,Digimon,Naruto,etc …foram editados nos EUA…

  9. #9
    Yllul:

    Caaara…era um anime que não chegava a ser do naipe de Os Mutantes. Pra não virar troll, vou resumir os sentimentos no elogio.

    Em tempo: Aeeeeeee. As matérias voltaram mesmo! \o/

  10. #10
    Fenix 62:

    Bela materia. comprovou que supergatinhas era de fato
    um anime apenas razoavel, embora com qualidades e defeitos
    ( essa de copiar até Tuxedo mask foi dose)
    Provou tambem que americano quando pega anime ,só
    faz mercadoria( queria dizer bosta mas tudo bem)

    winkwinkwinkwink

  11. #11
    Shotaro-kun:

    Que pena esse anime veio retalhado pela 4Kids, aki no brasil infelismente só aceita anime passado pelos gringos, por causa que é mais barato o acesso e facil de traduzir…

  12. #12
    jailsonjetix:

    apesar de eu ser homem,gostava de assistir as super gatinhas,não só ela,outros animes shoujos tambem,acho divertido esses animes “feitos para meninas” hehehe.

    agora o layout antigo,sinceramente,era melhor,porque tinha várias imagens do assunto do lado,mas esse daqui tá legalzin,apesar que a primeira vez que o vi,pensei que o meu navegador carregou errado kk.

  13. #13
    Nicholas:

    Esse mangá é podre, eu comprei todos de uma tacada só me arrastei pra ler, e os traços são PÉSSIMOS. E não acho que ele não tenha feito sucesso no Brasil, lembro que na época que saiu o número 1 ficou esgotado.

  14. #14
    Gabriel Pacheco:

    Crítica MUITO boa! Nota 10! Mas acho que poderia concentrar esse poder tão bom pra escrever sobre animes que realmente valem a pena… Tais como Sakura Card Captors. :/ Ri em certas partes como “musiquinhas bregas” e “de tabela”. Tenho que concordar que a 4Kids despedaça impiedosamente não só os animes, mas como os cartoons que são originários de outros países como é o caso de Winx Club que é uma obra francesa. Você teria como explicar o fato de que o Brasil não comprou ‘CardCaptors’ que é uma versão ‘destruida’ de ‘Sakura Card Captors / CardCaptor Sakura’?

  15. #16
    Júnior:

    O sucesso de Tokyo Mew Mew é devido a apenas um fator: a falta de concorrência! Nos anos 2000 as Magical Girls se tornaram sinônimos de histórias patéticas e, por mais incrível que pareça, Mew Mew era o melhor (ou menos pior) daquele momento.

    Fora isso, a franquia segue um padrão meio Cavaleiros do Zodíaco em que personagens carismáticos sustentam um roteiro fraquinho. Já 4Kids é democrática: estraga qualquer coisa da maior obra-prima à pior porcaria.

  16. #17
    Edu Ferreira:

    A 4Kids comprou os primeiros 26 episódios de Tokyo Mew Mew, mais devido as edições e cortes, a empresa não conseguiu chegar a um acordo de merchandising para a série, sendo assim, os demais episódios nunca foram dublados por lá.

    Ou seja, diferente do que a matéria diz, a 4Kids não retalhou os 52 episódios, transformando eles em 26 episódios, na realidade, eles trabalharam somente com os primeiros 26 episódios da série.

  17. #18
    Larc:

    Obrigado pelo toque Edu. A informação será corrigida!

    Em resposta a Edu Ferreira
  18. #19
    johnny-sasaki:

    e por tabela,ficamos sem o final pq a 4Kids considerou que nao valia a pena dublar o resto.Viu no que dá depender dos americanos?mesma coisa com One Piece,a 4Kids parou de dublar a série após a saga de Alabasta e perdeu os direitos,e a Toei insiste em trabalhar com essa versão,mas e após a saga Alabasta,como é que ficaria?

  19. #20
    reo-chan:

    nossa tenso meu, todos aqui são homens que estão comentando rsrsrs eu que sou mulher achei essa série um lixo.

    sailor moon owna!!!!!!!!

  20. #21
    jef-link:

    eu não vi esse super gatinhas, mas depois de ver só 1 episódio de One piece no SBT, eu vi o estrago que eles podem causar. u.u

  21. #22
    Gabriel Arruda:

    Lembro vagamente desse anime no Cartoon era horrível,mas isso não foi muito impactante já que era fa 4kids a MAIOR inimiga dos Otakus nessa parte do lado ocidental do mundo.Ainda bem que ela fechou.

  22. #23
    Masanori:

    Bom, eu gostei mais da parte em que a Zoey vai namorara com o Mark em Super Gatinhas; em outros episodios perdidos.

  23. #24
    Amanda:

    Tudo isso só me lembra o caso da 4kids ter mudado a cor do Senhor Popo de preto para azul. Alguém lembra? lol

  24. #25
    JV:

    até a arma de ataque da zakuro(renée) foi editada ¬¬

  25. #26
    JV:

    Gabriel Pacheco:
    19 de março de 2012, 23:52

    Crítica MUITO boa! Nota 10! Mas acho que poderia concentrar esse poder tão bom pra escrever sobre animes que realmente valem a pena… Tais como Sakura Card Captors. :/ Ri em certas partes como “musiquinhas bregas” e “de tabela”. Tenho que concordar que a 4Kids despedaça impiedosamente não só os animes, mas como os cartoons que são originários de outros países como é o caso de Winx Club que é uma obra francesa. Você teria como explicar o fato de que o Brasil não comprou ‘CardCaptors’ que é uma versão ‘destruida’ de ‘Sakura Card Captors / CardCaptor Sakura’?

    Winx Club é uma obra italiana! smile

    Em resposta a Gabriel Pacheco
  26. #27
    ~Le Baka:

    CARALHO A 4KIDS SEMPRE TÁ AÍ PRA FODER COM TUDO! Não foi só com a tokyo mew mew que ela fez isso, se vocês pararem em pokémon e repararem uma coisa no episódio de NATAL da 1ª temporada vocês podem ver que o Charmander que já tinha até se tornado charizard volta a ser charmander e entre outros episodios quando ficaram na caverna de gelo ele já tinha evoluido, desde aí passam alguns episódios e já chegou o dia oficial da Liga Pokémon onde não faz sentido já volta o charizard de novo e não tem charmander @_@ OQUEAFODA?! ._. 4KIDS alem da censura, corta episodios, muda ordem e muito mais ‘-’

  27. #28
    ~Le Baka:

    sem esquecer do racismo mudando a cor do Sr. Popô pra azul ._.

  28. #29
    lulu-chan:

    não gostei do q escreveram das super gatinhas é meu anime preferido depois do pokémon,eu queria saber onde posso ler o manga das super gatinhas em portugues alguém sabe?

  29. #30
    Masanori:

    Bom, todos os mangás estão a venda nas banvas.

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