"Ai Diabo, mas tu é burro, hein?" — Koenma

Laputa: O Castelo no Céu
Tenkūu no Shiro Rapyuta
Castelo do Céu Laputa

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Produção: Studio Ghibli, 1986
Roteiro: Hayao Miyazaki 
Exibição no Brasil: MAX
Distribuição: HBO Films

O êxito comercial de Nausicäa do Vale do Vento (cujo mangá teve alguns volumes luxuosíssimos lançados pela Conrad no Brasil) no começo dos anos 80, fez com que Isao Takahaka e Haiyao Miyzaki  resolvessem se unir para abrir um estúdio em que não tivessem que trabalhar com os prazos apertados e as sandices da maioria dos estúdios daquela época.

E assim, em 1985 foi inaugurado o Ghibli. Juntos, esses grandes profissionais da história da animação japonesa já haviam trabalhado na série de TV de Lupin III (exibida por aqui pela Locomotion com o nome Cliffhanger), Heidi e Marco (ambos veiculados pelo SBT nos tempos em que se chamava TVS).

Já em 1986, estreava nos cinemas nipônicos Tenkuu no Shiro Laputa (Castelo do Céu Laputa). O nome que pode gerar piadinhas infames na mente de brasileiros se pronuncia Láputa e quem já leu “As Viagens de Gulliver”, deve saber da existência de uma ilha flutuante de mesmo nome. Nela os governantes viviam em função da ciência e da matemática, produzindo uma atmosfera de supremacia que causava temor em todo mundo.

Mesmo assim, o governo não conseguia uma função prática para o bem estar do povo com tanto conhecimento – uma crítica social para aristocracia da época feita pelo autor – e se tornavam involuntariamente burros, pois deixavam de lado necessidades vitais em pró de seus estudos, que permeiam as idéias filosóficas de Platão, ficando dependentes de pequenos servos para impedir, por exemplo, que eles despencassem da ilha.

Miyazaki não se apropriou da idéia de Jonathan Swift (autor do gigante de Liliput), mas a representação visual de Laputa ao longe guarda semelhanças com a idéia do autor irlandês. Mas voltando a falar da produção do longa, o filme levou mais de 700 mil espectadores aos cinemas japoneses na época, superando as expectativas de seus produtores. A animação artesanal (estávamos no meio dos anos 1980, sem computadores pra fazer Shreks da vida!) é impecável e muitas paisagens parecem obras de arte realistas.

A ambientação do longa pode situar-se no fim do século XIX, onde os dirigíveis e máquinas a vapor despontavam como maravilhas da tecnologia. O visual das engenhocas criadas por Miyazaki foram baseadas em obras de Julio Verne como “20.000 Léguas Submarinas” e “Da Terra à Lua”. Claro que por apreciar muito a mecânica e o funcionamento de máquinas áreas (mais explorado com mais intensidade em Porco Rosso), o autor dá um jeito de personalizar com um estilo seu os veículos que produziu para o longa.

Uma curiosidade: o visual dos robôs do filme é idêntico ao dos que apareceram em um dos episódios de Lupin III que Miyazaki dirigiu. Acerca da “coincidência”, o autor teria declarado que o design dos personagens não havia sido bem “explorado” com as limitações que a série de TV tinha.

Para compor alguns cenários do filme, como a vila mineradora onde um dos protagonista vive, Miyazaki viajou até Wales, no País de Gales, para por em prática estudos de paisagismo e brindar visualmente o espectador com cenários verossímeis. De todos os personagens, destaca-se uma velha pirata do ar chamada Dora. A coroa, que tem uma manada de filhos bobos focados no seu trabalho e trata o marido como um escravo, deixando-o a cargo da parte mecânica de sua nave, teria a personalidade forte modelada na própria mãe de Miyazaki!

As questões políticas (uma marca quase sempre presente nas obras de Miyazaki) são trabalhadas de forma menos intensa que em Nausicäa e a presença da natureza dominante no cenário de Laputa faz com que as mentes pensantes reflitam sobre o que levou a civilização laputiana ao fim – coisa que o filme não conta – já que eles pareciam ser um povo tão avançado tecnologicamente, capazes de erguer um castelo nos céus e construir robôs orgânicos (é… não são meras máquinas).

Uma natureza, que sobrepuja a tecnologia e a magia, e uma arquitetura com influência em povos indígenas latino americanos – que misteriosamente sumiram do nada (ou você sabe o que aconteceu com os Maias?) -  são lacunas que transmitem uma mensagem (ou várias dependendo da sua semiótica) simples: por mais avanços que possam existir, só há harmonia quando se aprende a coexistir com a natureza. O simbolismo pra essa interpretação está em um solitário robô que toma conta de toda Laputa, deixando de lado uma programação inicial para guerrear.

Um pouco da história
Em um dirigível, uma garota é mantida como prisioneira por tipos misteriosos. Subitamente, a aeronave é atacada por implacáveis piratas e a menina passa a ser vorazmente perseguida por seus raptores e pelos audazes piratas do ar. O objetivo de ambos: uma jóia que ela usa como pingete.

Na ânsia de escapar a qualquer custo, a menina acaba sofrendo uma queda livre rumo à morte certa. Mas, o estranho pingente emana uma luz que faz com que antes de tocar o solo, ela comece a planar suavemente. Cruzando a noite como uma estrela cadente, um órfão chamado Pazu, vai até onde a luz parecera tocar o chão e então vê a garota caindo lentamente e acaba “salvando-a”.

Na manhã seguinte a garotinha misteriosa desperta e conhece seu salvador. Apresentando-se como Sheeta,  rapidamente se desenvolve um vínculo de amizade entre os dois, mas uma foto emoldurada na parede da casa de Pazu  interrompe um alegre bate papo. Ele faz questão de explicar que a foto se trata de Laputa, um castelo nos céus que muitos tomam como lenda. Antes de falecer o pai de Pazu conseguiu registrar um pedaço desse castelo, mesmo em meio a uma violenta tempestade de raios.

Desde então, o sonho do garoto é construir uma aeronave e desbravar os céus para encontrar Laputa. De súbito, Sheeta nota que não está completamente segura, pois os piratas estavam na cidade à sua procura. Ambos iniciam uma fuga alucinada, trazendo muita confusão e destruição na vila mineradora onde Pazu vive. Tudo toma proporções ainda maiores quando agentes do governo e militares surgem no encalço. Novamente o pingente manifesta seu poder misterioso e então temos conhecimento através de um velho mineiro que o material do pingente é proveniente de uma pedra que é a fonte para manter Laputa nos céus.

Apesar de seus esforços, Pazu não consegue impedir que Sheeta seja capturada pelos militares que vêem no pingente e na garota a chave para chegar a cidade lendária. Mesmo dentro do exército, fica visível que existem pessoas com interesses menos superficiais que os possíveis tesouros que a cidade flutuante pode esconder. Uma dessas pessoas atende pelo nome de Coronel Muska. Misterioso, ele leva  Sheeta diante da carcaça de um antigo robô que um dia caiu do céu. A partir desse evento é que o governo tomou conhecimento de que a lenda de Laputa talvez fosse verdadeira – dada a complexidade da bioengenharia mecânica do autômato.

A menina toma conhecimento que seu amigo também está em cárcere e para evitar que façam algo com ele, ela aceita colaborar com os militares, dispensando a presença de Pazu daquele lugar. O menino não aceita que sua amiga fique nas mãos de homens maus e decide resgatá-la. Quando chega em casa, para sua surpresa, acaba se deparando com o bando de piratas da Senhora Dora, que o faz prisioneiro. Contudo, o garoto e a velha resolvem trabalhar para resgatar Sheeta.

Após recitar antigas palavras que sua avó lhe ensinara quando ainda era criança, Sheeta desperta o gigante robô que estava adormecido. No meio do caos que se instaura, Pazu e os piratas conseguem resgatar a menina. A partir de então, todos os personagens partem para desafiar os céus e chegar até Laputa.

Qual será o segredo dessa cidade flutuante? Quais as reais intenções de Muska? E quem é Sheeta afinal de contas?! Ao longo das duas horas da película, você não sente o tempo passar e dificilmente realizará alguma crítica destrutiva. E ainda que tenha mais de 20 anos, a animação esbanja uma qualidade que humilha muitas animações modernas com efeitos de CG.

Destaque para trilha sonora composta por Joe Hisaishi, que trabalhou em Nausicäa e aqui atinge um perfomance única com músicas que envolvem o telespectador diante do impressionante visual do filme.

Laputa no Brasil

Sempre que algum filme de Miyazaki é lançado por essas bandas, é praticamente unânime por parte da crítica que se trata de uma animação de qualidade, com uma história que não trata crianças como idiotas ou apela pra humor e deboche. Porque não consegue bilheterias astronômicas? Talvez nesse país tão grande, valores e conceitos de qualidade já estejam perdidos no meio das massas, ficando restrito a alguns indivíduos – que não surpreendentemente possuem um nível sócio-econômico-cultural  diferenciado.

Não, não estou fazendo um discursinho elitista. Mas quando não é possível entender o motivo pelo qual a maioria otakus mais novos – que descobriram o que é anime a partir das reprises exaustivas da fase Boo de Dragon Ball Z na Globo e da apresentação de Naruto no Cartoon Network – não conseguem apreciar determinado gênero de animes (não se restringido só ao que Miyazaki e seu estúdio produz) ou mesmo animações ocidentais (a europa produz muita coisa bacana, sabia?) você começa a assimilar porque o Brasil não possui um mercado de animes decente.

A pirataria pode prejudicar financeiramente a estruturação de um mercado, mas o gosto duvidoso reprime qualquer iniciativa de investimento em algo que realmente preste. Talvez por isso Laputa, Totoro e Porco Rosso permaneçam até hoje inéditos em DVD. Simplesmente não venderá pra fazer valer a pena o lançamento.

Pra nossa sorte (e infelicidade das distribuidoras que só conseguirão atingir o público alvo com um lançamento de extrema qualidade e competência) existem canais alternativos para conferir o que o Japão produz de melhor. E como esperança é a última que morre, é muito bom saber que os administradores dos canais HBO (que inclui também o Max e MaxPrime) possuem um certo feeling para adquirir animações de qualidade – não necessariamente japas – e incluí-las na grade de seus canais.

Dessa forma, animes do Ghibli e Miyazaki que nunca tiveram chance no mercado brasileiro por décadas chegaram ao conforto de nossas casas via tv paga com áudio original e legenda. Em 2011, o canal MAX (substituto do Cinemax) apresentou o filme para uma geração acostumada a fazer downloads de coisas que não prestam pra assistir – e se orgulhar de um HD entupido com todos os episódios “daqueles” animes do momento.

O primeiro filme do estúdio de Miyazaki, para os apreciadores de animes com qualidade já não é inédito a muito tempo.  Mas para mentalidade inexplicável do gosto do público brasileiro geral e dos engravatados por trás das distribuidoras brasileiras deverá permanecer “esquecido” por todo sempre.


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Larc
Larc é editor do JBox e queria pular dentro de um fosso para sair no passado e esquecer os problemas da vida moderna...

22 Comentários

  1. #1
    Roberto Goku Natal:

    concordo, parte desses motivos apontados são verdadeiros, uma pena mesmo, acho as obras do Miyazaki incríveis. tenho todos os títulos lançados em home vídeo aqui no Brasil.

  2. #2
    Rummenigge:

    É uma pena que a qualidade citada na matéria sobre as obras do Miazaki se resuma apenas a animação. Tô pra lembrar uma obra dele que tenha personagens carismáticos, uma história bem estruturada com começo, meio e fim, um roteiro que valha realmente a pena vc ficar grudado em frente à tv. Sinceramente, procuro a genilidade neste camarada e, até hoje, não vi onde. Uma obra não se sustenta apenas com animação. Lembro de ter náuseas após passar mais de duas horas assistindo a esse Laputa num evento (pode até não ser 2 horas de duração, mas pareceu bem mais q isso de tão empolgante)… wink

  3. #3
    daniel:

    Desta grande dupla, meus preferidos são: HOTARU NO HAKA (Cemitério dos Vagalumes), NAUSICÃA e LAPUTA. Falta conferir MEU VIZINHO TOTORO. Outros títulos como A VIAGEM DE CHIHIRO, PRINCESA MONONOKE e CASTELO ANIMADO, apesar de serem grandes obras, no meu gosto ficam um nível abaixo das citadas no início.

    Concordo com sua opinião. Infelizmente a massa tem um gosto duvidoso, o que impede o lançamento de obras de arte deste quilate por aqui. É triste ver o lançamento de BLEACH, NARUTO E CIA e não ter a oportunidade de adquirir algo que possua realmente qualidade, tanto na parte visual quanto no conteúdo.

  4. #4
    Yuuki:

    nossa, e eu procurando inutilmente por esse e outros filmes extraordinários, a toa !

    Nunca me passou pela cabeça que ninguém pensou em laçar tais obras em DVD, quando vejo filmes tão inúteis. Mas vc foi no ponto certo da justificativa, e infelizmente é necessário concordar.

    Acho que isso se dá não só pelos gostos duvidosos, dos roteiros atuais (que admitemos, se resume a clichê, plano/Evangelion piorado, fetichista e/ou o enxugado dos sucessos passados), tem-se muitas pessoas que se apoiam nessa cultura como uma forma de se desligarem de suas vidas e virarem personagens.

    Acho que Laputa é quem melhor mostra como admiramos e almejamos um exemplo que, ao invés de ser bom, é imbecializante!

    Waa, vou baixar Laputa na melhor qualidade que tiver e gravar. É a opção lolol

    Obrigada pela matéria :3

  5. #5
    Lucas/Luke Salu Okita:

    Lembro de quando assisti Laputa em indicação do primo que morou no Japão quando criança, fantástico esse filme, quando eles chegam em Laputa e vê como é o lugar, mais lindo ainda remasterizado. Mas prefiro Totoro qq

  6. #6
    Gabriel Arruda:

    Tenho esse filme gravado no meu receptor HD da Sky eu ainda não assisti até o fim mas vou tentar assistir o resto essa semana,acho que na Sexta-feira.

  7. #7
    Masanori:

    Eu lembro deste filme mais classico do Haiyao Miyazaki; Laputa, o castelo no céu. Tem até a história do Guliver, também esteve aventurado neste castelo do céu. laughing

  8. #8
    Mickie:

    O Miyazaki é um grande artista e seus filmes refletem sua visão de mundo, talvez muito complexas ao grande público, acostumado com os filmes simplistas de Hollywood e os pasteurizados animes mainstream. Lançar os filmes dele aqui no Brasil tem se revelado prejuízo certo para as distribuídoras, vide o resultado de vendas de “O Castelo Animado” e o baixo córum nos cinemas para ver “Ponyo”, sejamos honestos, não adianta só colocar a culpa na falta de visão dos empresários, o nosso público (otaku ou não) está viciado com fórmulas batidas, mesmo os filmes do Miyazaki com todas as suas qualidades não conseguem ser atrativos ao nosso público jovem pois eles são incompreesíveis à eles, tirar os filmes dele do restrito circuito de arte e dos canais a cabo “alternativos” não é elitismo, é realismo, e as bilheterias de cinema e venadas de DVD estão aí para provar. Triste, mas é verdade.

  9. #9
    Gabriel-AG:

    Infelizmente é Triste que tais Obras não estão disponíveis em DVD para mostrar as Crianças (e aos Adultos também) como desenho Japonês é Arte e NÃO se resume nas Porradarias de Dragon Ball Z, Bleach e Naruto. Haiyao Miyazaki devia ser mais Respeitado, ORA ESSA!!!!angryangryangry

    E Aplausos Eternos aos Mestres Shotaro Ishinomori, Osamu Tezuka, Go Nagai, Haiyao Miyazaki, Leiji Matsumoto e Rumiko Takahashilaughinglaughinglaughing

  10. #10
    Eduardo:

    anime clássico de 1986
    mais um anime que em 2012 irá completar 26 anos de vida
    muiito bom mesmo e bem que esse aí poderia passar nas tvs abertas e fechadas nos dias de hj

  11. #11
    Lucas Frade de Campos:

    Um filme ótimo mostra que a ganância do ser humano por poder e riqueza não tem fim.
    Quem dera os brasileiros que tanto reclamam de não terem a cultura reconhecida lá fora, se interessassem por conteúdo de qualidade ao invés de assistirem Big Brother, Ratinho, Datena e novelas.

  12. #13
    Gabriel Arruda:

    Adorei esse anime mais um clássico do Estúdio Ghibli eu vi na gravação do receptor HD da Sky.Realmente não existe animes ruins no Estúdio Ghibli.

  13. #14
    reo-chan:

    Gabriel Arruda:
    3 de abril de 2012, 14:33

    Adorei esse anime mais um clássico do Estúdio Ghibli eu vi na gravação do receptor HD da Sky.Realmente não existe animes ruins no Estúdio Ghibli.

    concordo.

    Em resposta a Gabriel Arruda
  14. #15
    Lucas/Luke Salu Okita:

    Queria assistir um filme sobre uma cidade de gatos da Ghibli, mas não sei nem o nome nem onde achar…

  15. #16
    Gustavo:

    Rummenigge:
    25 de março de 2012, 22:04

    wink
    ”Tô pra lembrar uma obra dele que tenha personagens carismáticos, uma história bem estruturada com começo, meio e fim”(?). Meu filho, vai assistir mickey e sua turma então, vai ver muito o que você procura, personagens abestalhados e esteriotipados. Miyazaki é um genio em transporta emoções aos personagens. totalmente sem fundamento o que vc diz, foi ver esse filme num evento?, provavelmente no calor de um evento cheio de pokenerds ninguem vai querer se arriscar na natureza ludica de miyazaki..

    Em resposta a Rummenigge
  16. #17
    Gustavo:

    Larc, eu fui (sou) um dbnerd e um pokenerd, mas sou apaixonado pelas obras de miyazaki, no meu repertorio tem totoro, rosso, chiriro, castelo animado, arriety (novo). Infelizmente nao vi ainda Laputa, mas tudo que for de miyazaki com certeza nao vou me decepcionar de ver. Ele consegue transportar toda natureza ludica e fantasiosa, quebra esteriotipos de personagsn infantis. Fántastico. Então nào julgue os nós da geração dbz e pokemon, pq crescemos. wink

  17. #18
    Gahara-san:

    Laputa… Assisti esse filme a tempos atrás, e na minha opinião, é um dos melhores desse estúdio. Gostei mais do que Chihiro (Não que esse não seja bom) ^^

    Queria assistir um filme sobre uma cidade de gatos da Ghibli, mas não sei nem o nome nem onde achar…

    O nome do filme é “O Reino dos gatos” ou “Neko no ongaeshi” xD

  18. #19
    Pafael:

    Pessoas q reclamam e apontam as vendas do DVD e baixa bilheteria, mas q não tem o DVD ou se quer foram no cinema assistir, ATÉ QUANDO?

  19. #20
    Roberto:

    Ja vi todos filmes o Ghibli, todos fantásticos, Na minha opinião os melhores na ordem são, Nausicäa, Mononoke-hime, Chihiro, Laputa,Hotaru no Haka, Porco Rosso,Tonari no Totoro,Gedo Senki, Lupin , Hauru no ugoku shiro,Taiyo no Oji,Pompoko, Mimi wo Sumaseba, Majo no Takkyubin,Only Yesterday,Umi ga Kikoeru,Meus vizinhos: Os Yamadas,Panda Kopanda, Ponyo, Karigurashi no Arrietty, e o Neko no Ongaeshi.
    Recomendo todos, são simplesmente maravilhosos, e agora quero ver o Kokuriko Zaka Kara rsrssmile

  20. #21
    Luiz:

    Apesar de não conhecer nada sobre os autores, gosto muito do trabalho deles e também conheço poucas obras. Mas o pouco que conheço ja percebi a magia que os envolve. A viagem de Chihiro tem uma revelação oculta que somente quem está conectado com natureza percebe… É realmente é muito fascinante o trabalho dos autores.smile

  21. #22
    ankiria:

    gostaria de baixar,so não consigo,eu tenho a viagem de chihiro e o castelo animado,gostaria dos outros se possivel dublado.

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