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"Atacar o Mestre é a mesma coisa que trair Rena!"  — Shaka
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Pokémon Advanced
Pocket Monsters/Pocket Monsters Advanced Generation
Produção: Shogakukan Productions, 2002
Episódios: 52 p/ tv
Criação: Satoshi Tajiri
Exibição no Japão: TV Tokyo (29/08/2002 – 28/08/2003)
Exibição no Brasil: Rede Globo – Cartoon Network
Distribuição: Televix (TV paga) – Swen (TV aberta)
Mangás: Todos publicados pela Shogakukan Productions

Última Atualização: 20/09/2011

Por Jiback Noiado

De todos os consoles de videogame fabricados no mundo, o Game Boy é um dos mais populares no Japão. Lançado em 1988, o portátil foi ganhando algumas variações, sendo uma das mais importantes delas, o lançamento da versão Color em 1998. Esmagada pela popularidade do Playstation da Sony, a Big N anunciou dois projetos em 1999 que tinham o objetivo de resgatar seu lugar no mercado de consoles.  Os dois atendiam pelo nome de Dolphin e Projeto Atlantis.

O Dolphin viria a se tornar o fracassado Game Cube e o Projeto Atlantis evoluiu para o sucessor do videogame portátil mais famoso de todos os tempos (depois daquele Tetris de R$1,99 da feira, é claro =B). Inicialmente previsto para o segundo semestre de 2000, o Game Boy Advanced prometia inúmeras inovações, começando pelo design que passava a ser “deitado” contra o antigo Game Boy “em pé”. Gráficos 32 bits que permitiam um 3D simples (algo inovador para um videogame de pequeno porte) e conexão com internet foram alguns dos avanços prometidos.

No meio dessa cobrança por inovação, um dos principais títulos da empresa japonesa obviamente não ficaria de fora. A 1ª geração Pokémon debutou no Game Boy “tijolão”, teve sua 2ª na versão Color e precisava de uma 3ª pra Nintendo ver decolar as vendas de seu novo brinquedo. Nasceram então as versões Ruby e Sapphire, com gráficos superiores de encher os olhos dos pokéfãs.

O anime acabou pegando carona nessa onda de “revolução”. Com 276 episódios, estava encerrada a série original e tinha início a sequência Pokémon Advanced Generation. Com uma melhora significativa na qualidade de imagem da animação, novos personagens, novas roupas, novos Pokémons, o mesmo Ash e o mesmo Pikachu, a nova geração ditava o que seria regra nas seguintes: reciclagem.

“Um mundo diferente, uma nova emoção…”
Finalmente a saga mais arrastada de Ash chega ao fim. Os primeiros episódios do pacote correspondente à 6ª temporada do anime no ocidente tem início com o arco que fecha a odiosa Liga Johto. A trupe de aventureiros por fim entrega o bebê Larvitar à sua mãezona e parte para a Conferência de Prata (onde acontece a liga da região). E como já era de se esperar, aqui rolam aqueles reencontros que todo pokéfã espera ansiosamente, com direito a Charizard, Squirtle e a aguardadíssima disputa com Gary, o eterno rival.

Em batalhas até interessantes (olha só =O), Ash usa todos os Pokémons de suas reservas, até os que você nem lembrava que ele tinha (como aquele besouro gigante que só queria chupar o Bulbassauro – isso é sério). No meio disso surge Harrison, treinador vindo de Hoenn, região inédita da nova geração que estava por vir. Servindo de ponte para a migração da série, Harrison usa seu Blaziken (monstrengo novo) em uma batalha decisiva com Ash e seu Charizard (o final vocês já devem imaginar).

Com o fim da Liga Johto, uma lacuna surge na vida da mula do nosso personagem principal. Claro que isso logo é preenchido ao saber da existência da região de Hoenn com mais uma tonelada de pokémons exclusivos (que ficam cada vez mais feios e bizarros). Mas antes de partir temos uma sequência de momentos bem marcantes na série. A conversa com Gary é um ponto bem legal, mas não ganha da despedida de Ash, Misty e Brock, que seguem por caminhos distintos. Ao passo que Ash parte para sua nova jornada, Misty é recrutada por suas irmãs a cuidar do ginásio de Cerulean, enquanto Brock também tem que dar uma geral em Pewter. Os mais atentos podem notar Márcia Regina (dubladora da ruivinha) bem emocionada no adeus – de fato, ela confessou ter chorado no momento. Até a bicicleta da Misty (queimada no primeiro episódio, lembra?) aparece restaurada.

Com roupas novas (ALELUIA! Um mendigo deve ter roupas mais cheirosas que aquelas), Ash pega o navio pra Hoenn acompanhado somente pelo seu fiel Pikachu. O treinador resolve deixar todos os seus pokémons no laboratório do Carvalhão e recomeçar uma jornada do zero (ele só esqueceu que ninguém começa uma jornada com um Pikachu level 237…).

Pouco antes de chegar ao continente, o rato elétrico me ganha uma febre que o faz sobrecarregar e perder o controle, ferindo seu próprio treinador (eeeeeeeee *-*). No meio da correria para curar seu Pokémon, Ash vai sendo apresentado aos personagens importantes da ‘nova’ trama. Conhecemos então o Professor Birch (o “Carvalho” de Hoenn e sem dúvidas, o mais maluco dos que apareceram até então) e a jovem treinadora iniciante May (que acaba de completar 10 anos e terá que passar pelo mesmo ritual o qual Ash passou ao escolher seu Pokémon iniciante). Pouco depois é a vez do pentelho Max, irmãozinho mais novo de May dar as caras, seguido do retorno de Brock (porque alguém tem que cozinhar pro Ash). May, Max e Brock juntam-se ao nosso herói bocó formando o grupo principal da nova jornada.

Na cola do grupo, claro, a Equipe Rocket. Jesse, James e Meowth seguem para Hoenn como uma forma de Giovanni (chefão da equipe) instalar-se na região que ainda não possuía atividades oficiais. Isso porque Hoenn já tinha duas quadrilhas para se preocupar: a Equipe Magma e a Equipe Aqua. Os times se rivalizam na conquista do poder, sendo que um preza pelo valor da terra e o outro, das águas (pano pra história que envolverá futuramente as principais feras lendárias dos jogos Ruby e Sapphire: Groudon e Kyogre). Com a existência de vilões de verdade (ou você realmente achava que Jesse e cia davam medo?), a Equipe Rocket passa a dar exclusivamente o tom de humor da série, deixando os crimes sérios à Magma e Aqua.

Pra quem jogou os games do GBA, poderá notar muitas referências na trama, como o fato de May ser filha de um líder de ginásio, o velho do barco que faz a viagem de Ash a outra cidade, o museu de Slateport, batalhas duplas, etc… Mas uma coisa em especial que surgiu nos novos jogos ganhou destaque nessa nova temporada, a Competição Pokémon. Inicialmente, May detesta Pokémons e só decide virar treinadora pra não decepcionar o pai. Com o tempo, vai se apaixonando pelos monstrinhos (Torchic-tor *-*) e decide ser uma coordenadora Pokémon, deixando as batalhas pro Ash (seria de fato cansativo acompanhar dois protagonistas querendo arranjar as mesmas insígnias…). Com isso, a garota acaba ganhando um rival no caminho, o metido Drew.

Vale destacar que, pela primeira vez, Ash não captura os três iniciais da geração, sendo que o dono do Pikachu pega um Treecko e os outros são divididos entre Brock (Mudkip) e May (Torchic). No time da Equipe Rocket, Arbok e Weezing pulam fora em mais uma despedida de lágrimas dando lugar a Seviper e Cacnea. Giovanni se torna bem mais presente nessa temporada, não só por missionar a Equipe Rocket, mas por sempre aparecer nos hilários sonhos de Meowth que busca incansavelmente uma forma de agradar seu antigo dono.

A melhora no roteiro a partir da saga Advanced é significativa. A inserção de vilões reais desmitifica aquele enredo bobo e repetitivo que sempre tem a Equipe Rocket decolando de novo com uma despedida ao pôr-do-sol. Claro que eventualmente sempre rola um episódio tapa-buraco nesse estilo, mas em termos gerais, o 6º ano dá um gás a uma saga que se encontrava às moscas da chatice. Óbvio que muitos fãs das antigas que já estavam crescidinhos ignoraram por completo essa reformulação da série, desacreditando no potencial que a mesma poderia ainda gerar. O fato é que Pokémon nunca deixou e nunca deixará de ser uma série infantil. E era exatamente esse novo público que estava surgindo no Japão e no mundo e que não acompanhou Ash ganhando seu Pikachu, que se pretendia atingir. Pokémon finalmente ganhava um falso “reboot” pela renovação de público. Deu certo? E como deu! Acredite, tem criança que começou a ver Pokémon aqui e acha chatíssimos os episódios da primeira temporada.

Pokémon 6: Jirachi, Realizador de Desejos
Curta: Gotta Dance

Pocket Monsters: Nana-Yo no Negai Boshi Jiraachi
Odoru Pokémon Himitsu Kichi
Produção: Shogakukan Productions, 2003

Criação: Satoshi Tajiri, com roteiros de Hideki Sonoda
Distribuição: Europa Filmes
Disponível em: DVD

A historinha do curta-metragem começa com a Equipe Rocket (que não mostra as caras) dentro de sua mais nova base, preparando uma festinha para seu líder Giovanni. Para tanto, três Whismurs são capturados como auxiliares no entretenimento do chefe. Tudo se tornaria mais fácil com o poder de um bastão controlado por Meowth que, assim que acionado, faz os bichinhos dançarem compulsiva e involuntariamente.

Os Pokémons dos mocinhos, liderados por Pikachu, obviamente estão no pedaço para deter a turma do Meowth e resgatar os Pokémons escravizados. Mas em meio às tentativas, o bastão mágico é por vezes acionado acidentalmente, fazendo todo mundo (incluindo Pokémons agregados que estão tranquilamente pelo local) dançar alucinadamente! Durante o filme todo acompanhamos a confusão que as danças acidentais causam para ambos os lados, culminando na destruição da base comemorativa.

“Gotta Dance” talvez seja o curta mais engraçadinho e bizarro dos feitos até então. Mais uma vez temos uma história sem ligação direta (não se sabe o porquê dos monstrinhos estarem separados de seus treinadores – e não são todos) e muita comédia pastelão.

Realizando desejos: Ash pra escanteio
Ash, May, Brock e Max continuam sua saga de andarilhos quando chegam a uma cidade envolvida em comemorações. O lugar aguarda um evento muito especial: a chegada do Cometa Milênio, que surge a cada mil anos (e Ash sempre tem o azar de ter nascido perto de todas as bizarrices do mundo que vão acontecer de novo =P). Durante sete noites, o cometa permanece no céu, permeando os sonhos daqueles que acreditam que terão seus desejos atendidos.

Na chegada do cometa, outro evento milenar também acontece: o renascimento do Pokémon Jirachi. A lenda diz que durante as setes noites em que o Cometa Milênio passa pelos ceús, Jirachi absorve toda sua energia para que possa repassa-la à Forina (a região dos festejos), numa espécie de combustível milenar de sua natureza.

Na cola do pequeno Jirachi está um aliado da Equipe Magma, o famoso ilusionista Mordomo (nomezinho infeliz, mas relevemos). O vilão pretende usar toda a energia liberada pelo Pokémon a fim de reviver a partir de uma partícula fossilizada outra fera lendária, o guardião da terra Groudon, cobiçado pela gangue de Hoenn. Mordomo está em posse do cristal que guarda Jirachi adormecido e usa a inocência do pequeno Max para revivê-lo (o Pokémon precisa de um amigo como uma das condições para despertar).

Enquanto Max e Jirachi vivenciam uma crescente amizade (e ficamos com o estômago embrulhado), Mordomo arquiteta seu plano aparentemente infalível para reviver Groudon. Em meio a isso, temos a aparição de um Absol alucinado (um cachorrão Pokémon que só surge quando uma catástrofe se aproxima), preparado para deter qualquer um que seja, mocinho ou bandido. Diana, namorada e ajudante do mágico, acaba se juntando a Ash e companhia na esperança de deter o vilão. Mas mesmo com todas as interferências, Mordomo consegue capturar a pequena Jirachi.

Depois de muito vai e volta, Mordomo ergue um Groudon made in Paraguay fora de controle que sai absorvendo tudo que vê em Forina (exatamente como aquele pseudo-Celebi gigante do 4º filme…). Ash, montado em um Flygon que surge do nada da floresta para ajudar, tenta deter o desastre, mas somente quando o próprio Mordomo percebe a bagaça sem controle que provocou e que acabou por pôr em perigo a sua amada, a situação é finalmente controlada pra tudo voltar à santa paz.

Pokémon 6 é mais um longa da franquia voltado a uma questão ecológica (inclusive no verso do DVD brasileiro você encontra como tema a “preservação ao meio ambiente” x_x). Mas mais do que isso, o foco está na relação que Max tem com seu novo amigo, um Pokémon que ele sabe que só terá por sete dias. Ash acaba virando um coadjuvante no longa inteiro. O que parecia ser uma boa sacada, acabou tornando-o meio chatinho praqueles que já estão mais grandinhos, o que faz o filme ser essencialmente para crianças, abarrotado daqueles clichês moralísticos. A ação é realmente bem pouca, acontecendo mais pros finalmentes, em meio à batalha final.

Apesar dos pesares, a versão ocidental marcou bastante pelo tratamento da edição. Em um dia de extrema bondade, a 4kids manteve a trilha original e inclusive no encerramento pudemos ouvir uma dobradinha da música original em japonês com uma adaptação gringa, uma das mais belas já criadas pra Pokémon inclusive. Foi o primeiro filme que não teve a canção tema de abertura da temporada correspondente tocada no início, até por ser o primeiro a não apresentar uma competição ou batalha de chegada. Ao invés disso, um tema instrumental orquestrado narrava o circo de Mordomo sendo montado, numa sequência de animação bem legal. Filme fraco, por filme fraco, Jirachi ainda é melhor que Pokémon Heroes, então vale uma conferidinha despretensiosa =P

No Brasil – A Temporada Perdida
A estreia da geração Advanced no Brasil é marcada por uma bagunça, que a fez ser inédita até hoje para muitos (que não sabem baixar na internet talvez =P). A 6ª temporada chegou ao Cartoon Network normalmente em 2004, mantendo a tradição anual de temporadas Pokémon. Já na TV aberta…

Em novembro de 2004, a Rede Globo pegou todo mundo de surpresa com a volta do anime. Na época, a emissora comprou de uma vez a 5ª e 6ª temporadas, sendo que as vinhetas davam destaque no final à Geração Advanced. Curiosamente, ao fim da abertura do 5º ano (sim, a Globo ainda passava aberturas =P) vinha uma foto do quarteto que protagonizava o 6º. Mas ironicamente, nunca pudemos vê-lo na Globo até a 7ª temporada ser exibida mais tarde.

Depois de veicular todos os episódios de Master Quest, incluindo aqueles que abrem a sexta temporada, a Globo tirou a série do ar no segundo episódio de Advanced. Com isso, quase 40 episódios permanecem inéditos na TV aberta, mofando em alguma gaveta dos Marinhos. Chegaram até a reprisar episódios do 5º ano aos sábados, mas nada de Advanced. A essa altura, provavelmente esses episódios já estão disponíveis para a Rede TV!, mas o canal parece ter esquecido que eles existem, preferindo fazer uma exibição com um buraco negro que pula de Master Quest ao 8º ano. Uma pena…

A temporada foi a última dublada nos estúdios da extinta Parisi Vídeo, onde permaneceu por 4 anos. Apesar de atravessar essa “era de trevas” que foi o fim do estúdio, a 6ª temporada de Pokémon talvez tenha sido a que menos sofreu comparada com Inu Yasha e Yu-Gi-Oh!… Assim como as demais séries dubladas antes da Parisi fechar as portas, era extremamente comum ver o próprio José Parisi Jr. dublando os figurantes (às vezes mais de um personagem no mesmo episódio!) o que fez com que ele acabasse como a primeira voz do Prof. Birch (que teve ao menos 3 vozes diferentes na ocasião…). Algo semelhante aconteceria depois com Gilmara Sanches, mas isso fica pro próximo capítulo. =P

Tirando clássicos deslizes de golpes que mudavam de nome (“cauda de ferro” muitas vezes era o constrangedor “rabo de ferro”), a Parisi acertou na escolha de vozes para os novos personagens. May foi o primeiro grande personagem que consagrou Tati Keplermeier no mundo da dublagem. Depois daí, a moça só pegou papéis de peso como Sakura em Naruto e Akane de Ranma 1|2. Max, irmão de May, ganhou a voz do irmão de Tati na vida real, o jovem Thiago Keplermeier. Rogério Vieira, voz original do Tracey, apareceu novamente na última ponta do dublador para a série. Já Harrison, que começou sendo dublado por Wendel Bezerra, teve sua voz alterada já na segunda aparição…

Na dublagem do sexto filme, uma trapalhada histórica por pouco não estraçalhou os ouvidos dos pokéfãs. Pokémon 6 foi adquirido pela Europa Filmes num pacote que envolvia também o 4º e 7º longas-metragens. Depois de não ter o retorno esperado com a aventura de Celebi nos cinemas, a empresa resolveu lançar as produções restantes direto no mercado de DVD. Só que alguém lá dentro esqueceu totalmente que a série já tinha um elenco fixo e consagrado de São Paulo e mandou o sexto filme pra ser dublado na VTI do Rio (famosa pelas bagunças no elenco de Simpsons). Até aí tudo bem, afinal, os três primeiros longas da Warner foram dublados na Delart do Rio com elenco paulista. Acontece que ninguém do elenco original foi chamado e o filme foi dublado com um grupo totalmente carioca!

Tudo começou quando o dublador Gustavo Nader (Hajime de Histórias de Fantasmas) revelou em um evento ter dublado Ash para a Europa. A história chegou aos ouvidos de Fábio Lucindo, dublador original do personagem, que se revelou enciumado, mas sem armas para combater a situação. Coube então um movimento dos fãs à Europa Filmes para que aos 45 minutos do segundo tempo a empresa se tocasse e mandasse o filme ser redublado na Sigma de São Paulo com todas as vozes originais. Foi por pouco! Depois de dublado de forma correta, o filme chegou às locadoras, seguido pela sua versão para venda direta com alguns extras. O longa ainda foi relançado juntamente com o 7º em um pack de DVDs bem feitinho que vez ou outra surge em uma “piscina” das Americanas.

Infelizmente, a renovação de público que Pokémon conquistou mundo afora não foi aproveitada por aqui nessa época. Somente aqueles que podiam acompanhar pela TV paga puderam ver alguma coisa, mas os produtos se tornaram escassos sem uma representação na TV aberta e uma campanha de marketing que os empresários daqui teimam em não executar. Afinal, Bakugan não passa na TV aberta e vende como água. O segredo está na frente de todos, só que “eles” não querem enxergar.

Checklist Episódios
265 – Quem é esse Unown?
266 – A mãe de todas as batalhas.
267 – A chama que nunca se apaga.
268 – A chama para a fama.
269 – Amor ao estilo Pokémon.
270 – Essa dá empate!
271 – Os empates que amarram.
272 – Não dá pra vencer o calor.
273 – Brincando com fogo.
274 – A última foto da Liga Johto.
275 – A gente se vê depois!
276 – Sozinho em Hoenn.

Início de Pokémon Advanced
001 – Tudo começa na estrada.
002 – O portal da ruína.
003 – Não há lugar como Hoenn!
004 – Não se pode com um Taillow.
005 – No limite do tempo.
006 – O ego roubado.
007 – Três é demais!
008 – O Treecko é um treco.
009 – Domando um Shroomish.
010 – Tem bico pra tudo.
011 – Uma mordida de lembrança.
012 – O pequeno Lotad.
013 – Tudo lindo e brilhante.
014 – Muito trabalho por um Wurmple.
015 – Mandando no pedaço!
016 – Por uma cauda de vantagem.
017 – A caminho de Devon.
018 – O roubo dos sete mares.
019 – O ataque do Sharpedo.
020 – Domando as ondas.
021 – Quem é quem?
022 – Um buraco cheio de problemas.
023 – Pegando um Corphish.
024 – Como um Corphish fora d’água.
025 – A missão Mudkip.
026 – Encontro com os Nuzleaf.
027 – Um trabalho de equipe.
028 – Ver para crer.
029 – Pronto para o que der e vier.
030 – Um desafio da pesada.
031 – Um geiser já chega!
032 – Abandonar o navio.
033 – O poder floral.
034 – Cadê meu Torchic?
035 – Vencer ou perder. Empatar nunca!
036 – A pedra misteriosa.
037 – O poder da amizade.
038 – O brilho da confiança.
039 – A gincana maluca.
040 – Com carga total!


32 Comentários

RSS destes Comentários
  1.  
    Wellton Thiago:

    Muito boa a matéria wink, lembro que surtei com a estreia da 6ª temporada no Cartoon Network, gravei e revi o episódio várias vezes aushaushau
    Pena que Pokémon atingiu esse perfil infantil, queria continuar a ver a série, mas após todo esse tempo, já não consigo =/ Torço pra uma versão mais madura da série ser lançada futuramente.

  2.  
    Masanori:

    Eu gostava muito desta série do Pokémon Advence, incluindo os 4 filmes inéditos, antes da chegada da nova temporada de Pokémon Diamante e Perola (2006).
    Nossa, até o Brock continua desse jeito na sequencia com o Ash e o Pikachu, até mesmo o retorno da Misty! Por que a Misty volta para ajudar as treis irmãs aquaticas. Esta série foram exibidos pelo Cartoon Network, Rede Globo, Rede tv e sbt. Só falta trazer para o Tooncast.

  3.  
    Gustavo Martins:

    Haha.
    Depois que a Rede TV voltou a passar Pokemon, todos os garotos da minha cidade começaram a querer ter um Pikachu. Eis aí uma franquia com uma fórmula que funciona com qualquer geração.
    Bem, da minha parte, só volto a assistir Pokémon no dia em que adaptarem o Special/Adventures. Apesar de dizer isso eu até que gostei da Advanced Generation… a 3rd Gen é minha favorita da franquia.
    Até a 5th, mas não li o final do mangá, logo…
    Agora, se falaram isso do sexto filme quero ver o que dirão do sétimo.
    Pago para ver.

  4.  
    julio:

    nenhuma temporada vai superar a primeira…. atualmente, só me interesso pelos filmes e olhe lá….. e cade os cds brasileiros com as musicas hein.

  5.  
    Spider-Phoenix:

    É muito bom ver que as matérias de Pokémon estão sendo continuadas! Valeu, Jiback! ^^

    Bem, como essa é uma das minhas favoritas, muitos comentários:

    novos personagens, novas roupas, novos Pokémons, o mesmo Ash e o mesmo Pikachu, a nova geração ditava o que seria regra nas seguintes: reciclagem.

    Discordo. Até onde assisti AG teve lá sua cota de inovações. Fora que o Ash teve um expressivo boost na personalidade.

    como aquele besouro gigante que só queria chupar o Bulbassauro – isso é sério

    O nome era Heracross wink

    E eu ri com a piadinha XD

    Márcia Regina (dubladora da ruivinha) bem emocionada no adeus – de fato, ela confessou ter chorado no momento

    Sempre deixei claro que nunca gostei da Misty, mas é por essas e outras que a Márcia Regina tem a minha admiração e respeito.

    O treinador resolve deixar todos os seus pokémons no laboratório do Carvalhão e recomeçar uma jornada do zero

    Sabe, isso me fez lembrar de uma edição da Anime Do collection onde disseram que o Ash deixou os outros pokémon (exceto o Pikachu) para não prejudicar o meio ambiente da região (é sério)

    Inicialmente, May detesta Pokémons e só decide virar treinadora pra não decepcionar o pai

    Correção: ela também o fez para satisfazer seu desejo pessoal de viajar pelo mundo.

    tem criança que começou a ver Pokémon aqui e acha chatíssimos os episódios da primeira temporada.

    Nunca ouvi falar disso. Mas acredito no que está dizendo. No final das contas vale a máxima de “o primeiro que vi SEMPRE será o melhor”.

    Ash sempre tem o azar de ter nascido perto de todas as bizarrices do mundo que vão acontecer de novo =P

    E não se esqueça da capacidade de, convenientemente, topar com todos os pokémon lendários conhecidos laughing

    Em um dia de extrema bondade, a 4kids manteve a trilha original e inclusive no encerramento pudemos ouvir uma dobradinha da música original em japonês com uma adaptação gringa, uma das mais belas já criadas pra Pokémon inclusive

    Com certeza. Considero “Make a Wish” um dos melhores temas de Pokémon. A combinação com os trechos em inglês deixaram essa versão ainda melhor que “Chisaaki no mono”, que já era uma bela melodia.

    Tati Keplermeier

    É Keplmair wink Mas não esquenta porque eu também já tive problemas com a grafia correta.

    E por falar em dublagem, apesar de tudo eu até fiquei curioso para saber como ficaram os personagens em vozes cariocas. O Gustavo Nader me parece uma escolha inusitada. A meu ver o Charles Emmanuel teria combinado mais, inclusive por ter uma voz parecida com a do Lucindo. Agora imagino como teriam sido com os outros.

    De qualquer forma, fico feliz de que os personagens terminaram tendo as vozes “clássicas”. Pokémon é um dos poucos que conseguiu manter certa consistência com as vozes dos protagonistas (Ash, May, Dawn, Brock, Max e misty, por exemplo).

  6.  
    Tsuyoshi:

    Espero q a Rede TV exibe todos os animes passou na Rede globo incluindo Samurai X, Inuyasha, Shaman King, alem do desafio Avançado e algums nunca exibidos q a globo deixou na geladeira como Gundam Wing e Patlabor e o Avançado completo.

  7.  
    R. Moss:

    Esmagado?
    GameCube fracasso?

    Claro, não tem a ver com o site, mas com um absurdo de comentário como esse, até desanimei de ler o resto.

  8.  
    Jiback:

    R. Moss:
    28 de setembro de 2011, 12:34

    Esmagado?
    GameCube fracasso?
    Claro, não tem a ver com o site, mas com um absurdo de comentário como esse, até desanimei de ler o resto.

    O oponente do Game Cube foi o Playstation 2. Se formos levar o comparativo de vendas em conta, Game Cube foi um fracasso, isso é incontestável… Quando me referi a fracasso foi somente ao comercial. Enfim, a matéria é sobre Pokémon e não consoles da Nintendo =]

  9.  
    Ian Dimas:

    Juro que li ”Professor Bitch” na primeira vez, hahaha =D

  10.  
    Luiz FS:

    Eu considero AG a minha geração preferida de Pokémon, até mais que DP que foi quase perfeita(BW é uma decepção), realmente é uma pena que não tenha feito sucesso aqui graças a Globo (que continua sei lá porque rejeitando os animes em troca de coisas da Disney)e a falta de Marketing, pois já quando lançou DP na TV aberta (Rede TV) eu já vi mais produtos licenciados do que os de AG.

    Eu me lembro bem do lançamento de AG no Cartoon, acho que era 2005 ou 2006, e foi de certa forma marcante, pois rompeu com muita coisa da série clássica e melhorou sob muitos aspectos, como no amadurecimento do Ash, os novos personagens como May e Max, a introdução dos Contests e as batalhas de ginásio, que foram mais elaboradas.

  11.  
    John Herberth:

    Muito bom o texto, mas a única coisa que discordo foi dizer que a saga Johto foi odiosa. Na minha opinião a liga johto faz parte das melhores temporadas de pokémon, que seria do início até a saída da Misty, a qual faz uma falta incomparável. Depois dela, pra mim, nenhuma das personagens novas (May, Dawn e a outra que eu nem sei o nome xD) trouxe a simpatia que a misty tinha ( a qual a Marcia Regina transmitia com perfeição). Hoje em dia pokémon não é mais como antigamente, quando eu fazia questão de assistir todos os episódios, juntar figurinhas e colar no caderno da escola.
    Sem contar que além de tirar a Misty, mataram o anime ao tirar o Brock angry , era o trio perfeito.

  12.  
    Apo:

    Realmente a recauchuta foi boa, deu pra empolgar, mas mesmo assim o sistema de episódios continuou cansativo. E parece que virou padrão a cada mudança de gerações. Pelo menos se tornou menos tedioso.

  13.  
    Dark Rock X:

    Pokemon foi um dos animes que quando vejo me dá saudades de muitas coisas boas na minha vida: a da minha saudosa dobermann, das férias de um dos meus sobrinhos (na época, eles gostavam do anime, bem como Digimon e de jogar o PS1,etc), mas saudosismos a parte, uma pena é que ao longo do tempo o charme do anime (para alguns) foi se esgotando, devido as eternas ladainhas: o Ash tentando se tornar o Mestre Pokemon, a Equipe Rocket sempre caçando o Pikachu ou outro pokemon raro,etc, ao passo que nos games, sempre há mudança de protagonistas, a reinvenção através de novos monstrinhos,cenários,etc…Off.: Eu não consigo imaginar o Ash sem o Fábio Lucindo, da mesma forma que Goku sem Wendell Bezerra, o Seiya sem Hermes Barolli, ou o Vegeta sem Alfredo Rollo,etc fica meio estranho sem estes talentosos dubladores…

  14.  
    Sir Charizard:

    Poxa, esse começo de AG é mto divertido de assistir e é bom ver que eles seguraram a peteca bem até antes de a qualidade começar a cair na 8ª temporada. A matéria está ótima – apesar de alguns errinhos que eu considero irrelevantes e até propositais, anyway. O que eu gosto nesta saga é como a dinâmica entre os protagonistas funciona bem, os novos Pokémon são cheios de personalidades distintas e as batalhas de Ginásio e os Torneios da May são em sua maior parte excelentes de se assistir. Eu realmente lamento que mais de 7 anos depois, essa temporada ainda não tenha dado as caras na tevê aberta. May e Max mereciam mais respeito.

  15.  
    Sir Charizard:

    Ah! E eu tbm queria muito que a Europa Filmes tivesse deixando o áudio carioca como alternativo para ver como ficaria os protagonistas dublados por outras pessoas…

  16.  
    tiago:

    bakugan vende porque hoje quase todo mundo tem tv a cabo e asiste isso.

  17.  
    Otaku Crazy:

    Pokémon me lembra uma época boa em minha vida e eu via ele no programa da Eliana pelo Record…nossa… e também me lembrei que vi todos os filmes que foram lançados nos cinemas… na época era lotado mais hoje ‘a moda’ é Bakugan, Naruto, enfim… sad

    Pra mim essa foi a ultima temporada boa de Pokémon (e foi a ultima que eu vi também) e hoje esse anime me decepciona quando eu me matava pra decorar 150 pokémons e hoje deve ter uns 500 sei lá eu.

    R. Moss:
    28 de setembro de 2011, 12:34

    Esmagado?
    GameCube fracasso?
    Claro, não tem a ver com o site, mas com um absurdo de comentário como esse, até desanimei de ler o resto.

    Na realidade tudo que competiu na época com o PS2 foi um fracasso, até o primeiro Xbox foi considerado um fracasso e vendeu mais que o GameCube… pelo menos a Nintendo corrigiu os erros e fez o WII que ainda humulhia PS3 e X360 mais não tem grafico…mais nada disso também tem a ver com o site. laughing

  18.  
    Renan:

    Concordo com o fato de que a 6º temporada tenha dado uma guinada na série. Na minha opinião, conseguiu eclipsar a má fama que Johto tinha dado trazido(talvez pela confusão de terem prolongado demais a mesma). Praticamente todos os filmes que eu assistia tinham Ash e sua trupe no continente de Johto, que parecia mais um mundo a parte. Personagens mais elaborados e amadurecidos(em termos), melhores gráficos e uma trama mais séria(sem duvida a Equipe Rocket nunca foram vilões sérios, desde a 1ª temp, sempre foram do núcleo comédia), foram fatores que ajudaram na ascensão de pokémon e que depois subiria de novo com D/P(uma das melhores temporadas). O surgimento dos concursos e batalhas de ginásios mais competitivas(sem aquela coisa de atacar, desviar e atacar de novo, uma coisa meio parada ¬¬’) foram determinantes também para segurar os fans antigos e chamar os mais novos que não haviam tido contato com a série. Não cheguei a assistir a 6ª temp.(não tinha tv paga na época :x), mas concordo também que devem um pouco mais de respeito com uma temporada, que reforço novamente, trouxe pokémon de volta ao grupo dos animês de sucesso.

    Como o Brasil é um mercado que cresce constatemente no ramos dos animês, seria interessante que as redes de televisão dessem mais valor ao que, sem dúvida, seria uma forte fonte de audiência e lucrativa(olha a rede tv que começou a passar pokemon como projeto piloto e o sucesso foi tão grande a ponto de forçar a exibição das demais temporadas) para as empresas que lidam com o marketing. Deviam pensar nisso(visto que a cada vez mais as gerações brasileiras estão tendo acesso a mangás e animês de qualidade). wink

  19.  
    Marcelo:

    Só Pra Constar Que a Globo Passou a Temporada Advanced Completa Em 2009 De Madrugada,Pra Ser Mais Preciso No Famoso “Festival De Desenhos” Isso No Espaço Do Horario De Verão Daquele Ano Pra 2010.

  20.  
    Jiback:

    Marcelo:
    5 de outubro de 2011, 02:23

    Só Pra Constar Que a Globo Passou a Temporada Advanced Completa Em 2009 De Madrugada,Pra Ser Mais Preciso No Famoso “Festival De Desenhos” Isso No Espaço Do Horario De Verão Daquele Ano Pra 2010.

    Certeza que foi a 6ª temporada e não a 7ª a ser exibida neste horário?

  21.  
    Blastoise:

    Marcelo:
    5 de outubro de 2011, 02:23

    Só Pra Constar Que a Globo Passou a Temporada Advanced Completa Em 2009 De Madrugada,Pra Ser Mais Preciso No Famoso “Festival De Desenhos” Isso No Espaço Do Horario De Verão Daquele Ano Pra 2010.

    Bom, eu não sei não. Que eu saiba a Globo exibiu “completa” foi a 7ª temporada, mas nunca a sexta. Sei que a sétima foi exibida porque eu gravei todos os episódios que foram exibidos (peguei a mania de gravar todos os blocos de desenho até conseguir gravar todos os episódios). E olha lá, porque alguns episódios da 7ª temporada foram pulados e outros exibidos pela metade pelo canal. Tenho todos os episódios exibidos em DVDs, e posso afirmar que Pokémon nunca foi exibido corretamente pela Rede Globo.

  22.  
    Blastoise:

    Luiz FS:
    28 de setembro de 2011, 16:55

    Eu considero AG a minha geração preferida de Pokémon, até mais que DP que foi quase perfeita(BW é uma decepção), realmente é uma pena que não tenha feito sucesso aqui graças a Globo (que continua sei lá porque rejeitando os animes em troca de coisas da Disney)e a falta de Marketing, pois já quando lançou DP na TV aberta (Rede TV) eu já vi mais produtos licenciados do que os de AG.
    Eu me lembro bem do lançamento de AG no Cartoon, acho que era 2005 ou 2006, e foi de certa forma marcante, pois rompeu com muita coisa da série clássica e melhorou sob muitos aspectos, como no amadurecimento do Ash, os novos personagens como May e Max, a introdução dos Contests e as batalhas de ginásio, que foram mais elaboradas.

    Lamento, mas Ash nunca amadureceu no Anime, sempre teve mente de criança e provavelmente sempre terá (ele tem 10 anos gente…). E mais, Pokémon DP foi a pior geração que tivemos, com os torneios mais bizarros possíveis. Não sou contra os torneios que foram inseridos, mas em DP colocaram tanta importância neles que Dawn é mais principal que o próprio retardado do Ash e os torneios dela são extremamente forçados com coisas inexplicáveis. Respeito sua opinião e não devo julgá-la, mas estou ansioso para que chegue logo a geração BW no Brasil para me livrar de vez de Dawn e cia que só detonou o anime…

  23.  
    Masanori:

    Como seria a sequencia das Pokémon Girls; Misty (1997), Marina (2001), Mai (2002), Dawn e o piplup (2006), Lyla (2009) e a Iris e o Axew (2010).

  24.  
  25.  
    Marcelo:

    Jiback:

    5 de outubro de 2011, 12:43 – Citar Pronto! Ir para o formulário de resposta.
    Jiback: 5 de outubro de 2011, 12:43
    Marcelo:
    5 de outubro de 2011, 02:23

    Só Pra Constar Que a Globo Passou a Temporada Advanced Completa Em 2009 De Madrugada,Pra Ser Mais Preciso No Famoso “Festival De Desenhos” Isso No Espaço Do Horario De Verão Daquele Ano Pra 2010.

    Certeza que foi a 6ª temporada e não a 7ª a ser exibida neste horário?

    Certeza Absoluta,Eu Não Perco Nada Da Globo De Madrugada Desde 1997!

  26.  
    Kage Takeshi:

    nuss li a materia e fiquei com vontade de ver a temporada… vo baixar o anime

  27.  
    Gabriel Siqueira:

    Jiback, é verdade sim. A Globo exibiu a 6º temporada para os estados que não aderiram ao horário de verão. Foi exibido fora de ordem, é verdade, mas, foi exibido sim. Lembra de Power Rangers no Espaço quando foi reprisado em 2002 de madrugada ? Naquele mesmo esquema. smile \o

  28.  
    Bakujirou:

    Eu digo e assino embaixo. MALDITA GLOBO TROLL! COMPROU POKÉMON PRA FICAR EXIBINDO A GERAÇÃO ADVANCED, PRA NO FIM, NUNCA EXIBIR! AMALDIÇOU ESSA PITORESCA E PODRE EMISSORA TODOS OS DIAS QUE EM LEMBRO DISSO! JAMAIS CHEGUEI A ACOMPANHAR POKÉMON ADVANCED POR CAUSA DESTA TROLLAGEM1

  29.  
    Moka Akashiya:

    Pokémon, grandes inspirações para vários animes como: Digimon, Bolinha em formato de Pokébola de uma das camisas do Naruto, até a Lucky Star queria ser uma mestre Pokémon, tendo referências em outros vários animes, americanizado, retalhado, e alguns episódios censurados pelos EUA, nunca comprado direto do Japão, menos na Coréia e China que sempre compraram animes direto de lá, nunca teve uma abertura e encerramento original dublado, porque a Coréia e China sempre re-criavam as próprias, mesmo direto do Japão eles ainda baniam alguns episódios, e ainda por cima mesmo americanizado, um episódio dessa temporada foi banido na Itália, França e Egito. Mesmo com esse preconceito todo nunca perdeu a audiência pro Digimon, se não fosse a história repetitiva, avançaria mais um pouco.

  30.  
    aleksandrored:

    Concordo com muitas coisas, só acho que a liga Johto foi muito criticada por tem muitos episódios, mais na minha opinião ela é a melhor liga pokemon, ela fecha o 1°geração, sem contar as batalhas mais legais na liga Johto, Ash vs Gary, o retorno de Charizard, Bulbasaur e Squirtle, e no final Blaziken vs Charizard, por esse e outros motivos é uma das melhores ligas, AG e DP também te um monte de episódios desnecessários, AG teve 193 episódios e DP 191, mais acho que não importa a quantidade e sim a qualidade :D

  31.  
    koty:

    digimon veio antes de pokemon, e nao uma copia como todos pensam

  32.  
    Doppelgänger:

    koty:
    9 de dezembro de 2011, 22:04

    digimon veio antes de pokemon, e nao uma copia como todos pensam

    Sinto te dizer, mas a franquia de Digimon foi criada em 1997 e o anime estreou no Japão em 1999, enquanto q a franquia de Pokémon foi criada em 1994 e o anime estreou em 1997. Então, se deduz q Digimon é sim um plagio de Pokémon.

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