"Quem disse que meu coração não é puro? Ele é puro ódio." — Vegeta filosofando

Super Campeões 2002
Captain Tsubasa Road to 2002
Produção: Toei Animation, 2002
Episódios: 52 p/ tv
Criação: Yoichi Takahashi
Exibição no Japão: Tv Fuji (07/10/2001-06/10/2002)
Exibição no Brasil: Cartoon Network – Rede TV!
Distribuição: Televix (tv paga) – Swen (tv aberta)
Mangá: Shonen Jump

Última Atualização: 29/11/2007

Por Larc Yasha

Em 1997, a crise financeira e administrativa da Rede Manchete começava a se agravar a tal ponto que os principais fornecedores de anime para emissora na época (Sato Co, Tikara Films, Premier Films…) começassem a não se interessar por fechar contratos de exibição – evitando ganhar um belo calote :P. Dessa forma, Ranma ½, Wending Peach, Kojiro e os Guardiões do Universo, BT’X e diversos outros animes (e até tokusatsus!) que deveriam chegar à tevê brasileira foram sendo oferecidos à outras emissoras pelas distribuidoras, que infelizmente não conseguiram fechar nenhum contrato.

Porém, no mesmo ano de 1997, a distribuidora Samtoy (que havia trago o mega hit Os Cavaleiros do Zodíaco ao nosso país em 1994) conseguiu empurrar pra extinta emissora dos Bloch um anime que tinha tudo, e mais um pouco, haver com o Brasil: Captain Tsubasa! Infelizmente, a versão importada pela Samtoy foi um fiascado remake produzido em 1994, intitulado Captain Tsubasa J. Por diversos motivos, a série também não rendeu tudo que se esperava, mas dizer que passou despercebida é uma grande inverdade – as musiquinhas traumatizantes que o digam…

A Manchete deixou de existir e em seu lugar estreou a Rede TV!. Os órfãos do canal acreditavam que a sucessora seguiria a mesma “tradição” que consagrou a emissora carioca como “o canal dos heróis japoneses”. Para decepção geral da nação, a Rede TV! preferiu não ostentar qualquer rótulo que lembrasse seu antecessor e lançou uma programaçãozinha infantil besta, com um dos programas mais trash de todos os tempos: o Galera da TV!. Bizarrices à parte, o investimento da Rede TV! em animes sempre gerou boatos por parte da otakuiada brazuca no decorrer de seus anos de existência. Porém, apenas na metade de 2006 o sonho tornou-se realidade. E no dia 5 de junho de 2006 estreou o “mesmo” anime que fechou com chave de latão enferrujado a animemania na saudosa Rede Manchete.

Super Campeões: entendo a cronologia
Já falamos um bocado do rolo que é a cronologia dos animes e mangás originais do Captain Tsubasa na matéria referente à série J (o Super Campeões da Manchete). Apenas para simplificar tudo, vamos citar os fatos outra vez. No começo da década de 80 o mangaká Yoichi Takahashi iniciou o mangá Captain Tsubasa nas páginas da famosa revista Shonen Jump. O sucesso da história rendeu uma versão animada produzida pela Toei Company em 1983 que foi exibida com grande sucesso até meados de 1986 rendendo 128 episódios. Essa primeira série rendeu também 4 movies (animes para cinema) e dois especiais lançados sob formato de OVA intitulados Shin Captain Tsubasa (13 episódios, e que foram exibidos na tevê japonesa antes de saírem em vídeo, dando continuidade à primeira série) e o especial em que Oliver e seu time “lutam” contra a Holanda.

Em 1994, devido ao fato dos japas terem ido para sua primeira Copa do Mundo, a Toei Company enxergou a “chance” de faturar um troco com o lançamento de uma nova série de Captain Tsubasa. Surgiu então Captain Tsubasa J (com esse J derivando da J-League de futebol japonesa) que teve apenas 46 episódios. Essa foi a série exibida na Manchete.

Um ano antes (em 1993) Yoichi Takahashi começaria uma nova fase no mangá intitulada Captain Tsubasa World Youth que rendeu 18 volumes. Esse mangá foi a base para criação de parte da série Tsubasa J (que pode ser dividida em 2 partes: uma espremendo a primeira série clássica em 33 episódios e outra, que foi cancelada, baseada no mangá Wolrd Youth onde conhecemos Shingo Aoi).

Em 2001 começa uma terceira fase de Tsubasa nos mangás com Captain Tsubasa Road to 2002. Tal mangá se encerrou com 15 volumes em 2004 e é focado no treinamento e participação de Oliver e seus amigos na Copa do Mundo realizada na Coréia e no Japão. Tal mangá teria sido a “inspiração” pra Toei investir em uma 3ª série televisiva: Captain Tsubasa Road to 2002! E é a série que foi lançada em DVD no Brasil e foi exibida no Cartoon e na Rede TV!.

Bola rolando
Se você acha confusa a cronologia de Super Campeões, agradeça à Toei Company e as distribuidoras brasileiras. A Toei simplesmente fez um novo remake da série clássica. Na primeira parte da serie, que também é conhecida como o “estágio” Road to Dream, vai do episódio 1 ao 19. Somos apresentados a Oliver Tsubasa (Ozora Tsubasa no original) e seu talento com a pelota. Seu primeiro encontro com o ex-jogador brasileiro Roberto Hongo (que na dublagem da série que passou na Manchete chamavam de Roberto Maravilha), seu ingresso no time infantil do Nankatsu e o nascer da amizade entre Oliver, Benji (Genzo no original), Carlos Myzaki (Tarô), Ishizake, Jun Myssugi, Wakashimazu e o osso duro de roer Kojiro Hyuga! Até o episódio 10, assistimos à partidas relâmpagos contra diversos times, sendo a última contra o time do Meiwa de Kojiro Hyuuga.

Após sagrar o Nankatsu campeão, vemos Tsubasa no Brasil jogando pelo São Paulo (misteriosamente transformado em “Brancos” na versão televisiva. Provavelmente os japas não quiseram pagar royalties para usar o nome do time brasileiro XD). Os episódios que se seguem, mostram jogos onde Oliver disputa seu último torneio pelo Nankatsu ao lado de seus amigos. Na final, o time do colégio Toho que recrutou Hyuga e Wakashimazu para seu “cast”, empata com o time do Nankastsu – fazendo com que ambas equipes sejam campeãs.

Do episódio 20 ao 31 temos o estágio “Road to Sky”. Aqui, é repaginada (de modo relâmpago) a série de 13 OVAs Shin Captain Tsubasa. Reunindo os melhores jogadores do país, o técnico Katagire coloca o Japão na disputa pelo mundial Sub-16, na França. A final se dá entre a Alemanha e o Japão e no decorrer das partidas, diversos “inimigos” estrangeiros vão dando as caras (como Hernandez, Shneider e Pierre da Itália, Alemanha e França respectivamente). O Japão vence na final, e Roberto convida Oliver para se tornar um profissional no Brasil.

Tsubasa “acorda” de suas lembranças (Ahn… Do episódio 11 ao 31 tudo não passa de lembrança de Oliver e uns episódios focados em outros personagens) e inicia o estágio “Road to Victory part One”. Logo de início, assistimos aos treinos de Oliver no time do São Paulo (Brancos é o k-7 ò_ó) e seu primeiro encontro com Santana – o jogador cyborg (não, ele não veio do futuro e não tem que defender nenhum jovem O’connor XD) que luta pelo time do Domingos (Putzgrila hein?! Na versão J – a da Manchete – esse é o time carioca do Flamengo! Como seria o Vasco da Gama? Sábados!?). O arco final da versão 2002 é o estágio “Road to Victory part Two”. Nos primeiros episódios os principais personagens são mostrados jogando entre os melhores times europeus. A reunião da galera por Katagire pra disputar um amistoso contra Holanda faz com que o sonho de todos defenderem a seleção japonesa numa copa do mundo ficar ainda mais perto de se tornar uma realidade.

O relacionamento pouco amistoso dos personagens dentro de suas equipes gringas européias (que esnobam o futebol japonês) é interessante, mas como o desenvolvimento das histórias é bem apressadinho, ficamos com cara de tacho achando que pularam diversas passagens (e pularam mesmo se compararmos com os mangás). Uma delas, sem dúvidas a mais sentida, é a “origem de Shingo Aoi”. Enquanto o muleque foi a “estrela” da 2ª parte de Captain Tsubasa J (o da Manchete), em Road to 2002, ele simplesmente aparece no vestuário da turma, trazido pelo manda-chuva Katagire. Depois da partida contra a Holanda a série se foca um pouco mais nos lances de Tsubasa na Europa. Ele conhece então um novo rival brasileiro: Rivaul do Barcelona (Como se ninguém reparasse que se inspiraram no Rivaldo né?).

Os episódios finais da série deixam uma sensação de que estavam com pressa pra acabar com tudo. E justamente quando o roteiro já te envolveu o suficiente pra você querer ver todo time reunido, lutando contra o Brasil (que seria o grande “vilão” da série @_@). Nos momentos finais, vemos a seleção japonesa entrando em campo com todos os personagens que aprenderam as mais mortais técnicas secretas do Pai Mei, ao redor do universo do futebol para disputar uma partida contra o Brasil de Roberto Hongo que tem Rivaul, Santana, Pepe (Calma! Não é um cachorro XD) e outros craques transgênicos. Só que a partida começa e a série acaba! X_X.

Jogada furada?
É impressionante como até hoje não foi produzida uma série de tevê que mostra o verdadeiro final do principal mangá de Yoichi Takashi. Obviamente que tal final é entre Japão e Brasil e mesmo sendo surreal, imaginar a versão animada do jogo com toda aquela viagem (notaram que os personagens parecem se comunicar por… Telepatia? x_x!) que só japa sabe fazer com um jogo de futebol, é algo irresistível. Dizem que a série Road to 2002 sofreu o mesmo mal do remake anterior (Tsubasa J – o da Manchete, pela zilhonézima vez!): a audiência da série foi caindo e os patrocinadores pulando fora, até a Toei resolver cancelar a produção do anime. Grande respeito né?!

A versão 2002 de Super Campeões não é de se jogar fora – diferente da versão 94 que de bom só tem mesmo a trilha sonora, incluindo as ótimas BGMs. A animação é boa, os cenários legais e o designer dos personagens estão bacanas. Difícil mesmo é engolir as “maquiagens” feitas no time do São Paulo e do Flamengo (completamente descaracterizado por sinal). A trilha sonora (aberturas e encerramentos) trouxe grupinhos famosos do pop japonês – como todo anime contemporâneo que se preze. As BGMs não conseguiram superar as do Tsubasa J, mas conseguem dar aquela atmosfera de anime de ação pra série. Sabe-se lá também por qual motivo, os jogos parecem aqueles Budokais do Dragon Ball :P.

Fazendo uma comparação com a fase J (a única que assistimos), a série peca por uma certa falta de carisma. A superficialidade como a qual as características de cada personagem é tratada tirou o carisma de vários personagens da série, e nesse campo, Yoichi Takahashi conseguiu criar personagens encantadores. Falando nisso, o mangá não é esse caos todo que as versões animadas da Toei criaram. O mangá de Tsubasa Road to 2002, por exemplo, foca essencialmente a saga de Oliver no Barcelona. Depois de Road to 2002, Yoichi atualmente trabalha em Captain Tsubasa Golden 23 onde ele trata da preparação da turma para as Olimpíadas. Não se espante se daqui a uns anos, por volta das proximidades de algum novo mundial de futebol, a Toei resolva re-re-relançar Captain Tsubasa e compactar mais ainda essa série que merece ser apreciada na proporção certa – por mais sacal que seja a enrrolação dos jogos.

A volta de Tsubasa no Brasil
Obviamente que no país do futebol, um anime com tantas referências à nossa cultura tinha tudo pra dar certo e fazer sucesso. Pensando nisso que a Samtoy investiu na série em 1997, mas a exibição torta da Manchete (e a terrível dublagem da Gota Trágica?) fez com que naufragassem os planos da empresa (que ainda conseguiu por um CD medonho da série nas prateleiras x_x).

Em 2003, o Studio Gabia resolveu investir no filão dos animes aproveitando a certa febre que se via entre a gurizada. Talvez, tendo passado a mesma idéia da Samtoy pela cabeça do dono da empresa, Tsubasa foi escolhido para iniciar uma proposta que infelizmente não deu certo: o lançamento de séries em DVD nas bancas de jornal junto com uma revisteca de animes (a Anime News). Os DVDs foram feitos com boa vontade e oferecido aos fãs por 19,90. As vendas do primeiro volume foram razoáveis e a empresa chegou a lançar o volume 2. Mas parou por aí, pra descontentamento dos que tinham simpatizado com o anime.

O Gabia tinha até a intenção de lançar a série toda, mas segundo ouvimos falar, além das baixas vendas, a empresa ficou extremamente fula da vida ao ver seus produtos sendo vendidos em “versões de divulgação” em um grande evento de anime. Resultado: cancelamento da revista Anime News e, por conseguinte, outros projetos e a continuação de Super Campeões. A opção pelo nome Super Campeões ao invés do original foi por conta da série já ser relativamente conhecida por conta da exibição da fase J na Manchete. É mais fácil chamar atenção com uma marca já conhecida que tentar usar uma nova pro mesmo produto, né?

Por esse mesmo motivo, a empresa manteve as adaptações antigas feitas na dublagem da Gota Mágica. Desse jeito, Ozora permaneceu Oliver; Genzo, Benji; Tarô, Carlos… Entretanto, ocorreu uma macabra situação que prejudicou mais uma vez a dublagem de Tsubasa no Brasil. Com o cancelamento dos DVDs da série, o Gabia largou a dublagem de lado e depois do episódio 10, a série foi dublada mantendo os nomes originais dos personagens e adotando uma estranha pronuncia para outros. Essa nova dublagem foi realizada por conta da distribuidora Televix ter adquirido a série e a vendido para o Cartoon Network em 2004. Como era necessário dublar o restante do desenho, a empresa voltou a trabalhar na série, mas pareceu ter deixado de lado o capricho que tiveram para os DVDs.

O elenco de dublagem escalado para Tsubasa 2002 também se baseou no elenco da Gota Mágica. A maioria dos personagens permaneceu com a mesma voz, mas alguns, foram substituídos. O mais marcante de todos, Kojiro Hyuga deixou de ser dublado de forma explosiva por Hermes Baroli (o Seiya) e ganhou a voz grudenta do Fábio Lucindo (eternamente Ash). Márcio Araújo (Oliver) e Marcelo Campos (Benji) reprisaram seus papéis. Enquanto a nova dublagem do Gabia procurou corrigir o traumatizante caso da repetição de vozes que a Gota Mágica promoveu, a empresa também cometeu seus deslizes escalando novas vozes para dubladores que não precisavam ser substituídos da versão Gota Mágica (Sim, alguns eram bons e combinavam com os personagens) e errando feio na pronúncia de alguns nomes (Shingo Aoi virou Shingo Oau x_x).

Dentre todas as mancadas, as mais podres foram trocar a pronúncia do nome de Kojiro Hyuga para Kojiro Ruega (!) no meio da série e escalar uma morta para dublar a namoradinha do jogador Jun Missugi. Enquanto a dublagem da Gota Mágica tentou tapiar o público, achando que Oliver se preparava pra Copa de 98 na França, a dublagem do Gabia fez a mesma coisa, atualizando os diálogos para copa de 2006 na Alemanha.

A estréia de Captain Tsubasa Road to 2002 na tevê aberta foi uma imensa surpresa para o público brasileiro. Muita gente torceu o nariz automaticamente, mas a verdade é que a Rede TV! parecia saber o que estava fazendo. O anime atingiu uma ótima audiência (diferente de Fullmetal Alchemist) justamente por tratar de um assunto tão universal e “íntimo” para o público brasileiro: o futebol. E com os otakus brasileiros sendo mais chatos que nunca (reclamam de tudo e mais um pouco!), é bem melhor investir em animes que chamem a atenção de um garoto qualquer, que colocar no ar algo que com toda certeza vai ser ignorado por aqueles que deveriam assistir com o maior entusiasmo do mundo.

É bem verdade que a série passou com cortezinhos (tiveram de espremer a série pra passar junto com Fullmetal em 45 minutos cravados x_x) e sem aberturas e encerramentos, mas ironicamente, a Rede TV! mostrava o preview do próximo episódio que o Cartoon ignorou misteriosamente.
A serie ganhou algumas reprises até enjoar a audiência, e depois do término do contrato da Rede TV! com a Swen, Oliver & cia foram pra debaixo do gramado :P.

Com o advento da internet e a produção em massa de pirataria por parte de pessoas puras que só querem divulgar anime no país (aham… sei…) o fã brasileiro passou a ser exigente e dificílimo de se agradar – bem diferente do fã de dez anos atrás, que se amarrava em qualquer merda com olho grande que passasse na tevê. Pensando (talvez) no público não-otaku, a Focus Filmes lançou em 2007 os DVDs da série com o mesmo formato de Fullmetal Alchemist – que muito fã conseguiu achar defeitos @_@.

Pra terminar, só a título de curiosidade, nos EUA a série foi lançada pela distribuidora Enoki Films com o título de Flash Kicker e não fez sucesso algum. Em diversos países europeus a série foi exibida com grande modificação no nome dos personagens (conhece o Bruce Happer ou o Ed Warner? Pergunte aos otakus italianos!) que provocam risos ou convulsões em fãs mais extremistas do anime.

Checklist Episódios
01 – O Caminho ao Sonho!
02 – O Encontro com Roberto!
03 – A Volta de Carlos Misaki
04 – A Força de Kojiro Hyuga
05 – Nasce o Capitão Tsubasa
06 – O Campeonato Juvenil Começa!
07 – O Craque de Vidro!
08 – Avante Misugi!
09 – O Confronto! Tsubasa vs. Hyuga
10 – Batalha verde
11 – Adeus Roberto
12 – O Primeiro Passo Para o Amanhã
13 – Chutando na Tempestade
14 – Jito, a Muralha!
15 – O Craque da Camisa 10 que Veio do Frio
16 – Ordem Médica
17 – A Final! Nankatsu vs. Toho
18 – O Chute da Vingança
19 – Volte Tsubasa!
20 – Para Frente Seleçao Japonesa de Juniores
21 – Jogo de Teste Humilhante
22 – A Gloriosa Camisa
23 – Dupla de Ouro
24 – O Deus da Defesa Italiana
25 – O Jogador do Século
26 – Um Ótimo Comandante
27 – O Temido Cartão
28 – Decisão nos Pênaltis!
29 – A Batalha! Japão vs. Alemanha
30 – Uma Mensagem de Roberto
31 – Brilhe, Seleção Japonesa!
32 – Novas Descobertas
33 – O Jogador Robô
34 – Santana, o filho de Deus
35 – O Brilho do Rosário
36 – A Nova Terra Dos Sonhos
37 – O Destino de Hyuga
38 – O Novo Desafio da Geração de Ouro
39 – Shingo Aoi
40 – A Nova Seleção Japonesa
41 – Tentando Romper o Dique Holandês
42 – O Início da Conquista do Mundo
43 – Águia do Catalunha
44 – Treinando para o Jogo de Abertura
45 – Notícia Dolorosa
46 – Cruzando a Ponte da Esperança
47 – O Choro do Artilheiro
48 – A Estréia de Hyuga na Liga Italiana
49 – Em Busca da Meta
50 – Rivalidade
51 – Sonho Alcançado
52 – Guerreiros em Campo

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2 Comentários

  1. #1
    dudu:

    Pelo menos eu quando assisti na redetv!(full metal alchimist foi exibido porcamente) eu gostei e revi na internet e a serie tinha seus defeitos na dublagem(pronuncias erradas e nomes trocados e vozes tambem ) mas em si, a serie era boa e da ao telespectador o ‘quero mais’

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