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"Eu tô cansaaaado..."  — Monstro Elétrico (?) Oaklamp
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Viewtiful Joe
Produção: Group TAC, Medianet, TV Tokyo,  2004
Episódios: 51 p/ tv
Criação: Baseado no game da Capcom
Exibição no Japão: Tv Tokyo (02/10/2004 – 24/09/2005)
Exibição no Brasil:  Cartoon Network – Rede TV!
Distribuição: Televix (tv paga) – Swen (tv aberta)
Disponível em: DVD

Última Atualização: 08/01/2012

Por Larc Yasha

No começo dos anos 90, a fabricante Sega lançou no mercado um dispositivo para o seu console na época (o Mega Drive) que, embora não tenha emplacado como se esperava, representou um passo evolutivo importante na história dos videogames. Pra quem não sabe do que se tratou tal dispositivo, o chamado Sega CD era um trambolho onde você encaixava o seu Mega Drive em cima para poder jogar alguns jogos diretamente de um CD.

A ideia deu uma amadurecida e a Sega lançaria alguns anos depois o Saturno e posteriormente o Dreamcast. Nenhum desses conseguiu conquistar a fama e os lucros do PlayStation da Sony e um detalhe curioso nisso tudo era observar a postura da poderosa Nintendo,  que só largou os antiquados cartuchos em 2001 com o lançamento do Game Cube.

O “Cubo” não conseguiu fazer frente ao seu poderoso concorrente – “só” o Playstation 2 – mas a Nintendo não mediu esforços para tentar chamar atenção do mercado consumidor, desenvolvendo jogos exclusivos para o console. A famosa Capcom anunciou que cinco chegariam ao mercado só para os felizardos que tinham adquirido o novo brinquedo na época. Eram eles: PN 03, Killer 7, Dead Phoenix, Resident Evil 4 e o foco dessa matéria: Viewtiful Joe.

Como todos devem saber, Joe e outros jogos também saíram para PS2 e, sobre esse fato, a Capcom divulgaria algum tempo depois uma notinha informando que cometeu uma pequena falha de comunicação (alguém realmente acredita nisso?).

A título de curiosidade pra quem curte a história dos vídeo-games, a Nintendo chegou a bolar um concorrente pro Sega CD na época do lançamento e  se uniu a ninguém menos que a Sony para desenvolvimento de um novo console. Por motivos além da compreensão humana, a Nintendo deixou de lado o projeto e os “esboços” dele na mão da Sony se transformaram no PSX que evoluiria para o PSOne.

Red Hot Man?
Produzido por uma subdivisão conhecida da Capcom, chamada de Clover Studio, Viewtiful Joe foi lançado em 2003 e contou como “cabeça” do projeto Hideki Kamya, que tinha trabalhado na direção de Devil May Cry e nos dois primeiros Resident Evils. O mesmo estúdio foi responsável por jogos muito cultuados como Okami e God Hand. Antes do personagem ser conhecido como Viewtiful Joe (uma mistura das palavras View e Beautiful e que traduzindo ligeiramente seria algo como Joe bonito de se ver x_X), o protagonista era chamado de Red Hot Man, mas pra evitar tretas autorais com a banda Red Hot Chili Peppers, rebatizaram o guri.

O visual do game misturou gráficos 2D com efeitos de Cell Shading que faz uso de técnicas que “emulam” desenhos animados. Um exemplo muito bom do emprego dessa tecnologia são alguns jogos de Naruto e Dragon Ball Z para PS2.  Outro ponto legal no visual do jogo é o estilo meio “comics” com o uso de sombras e tons mais escuros nos cenários.

O game ganhou críticas positivas de “especialistas” por apresentar uma jogabilidade boa e divertida a la Double Dragon (quem não se amarrava em ser um dos irmãos e sair batendo nos inimigos que surgiam no caminho? :P). Ainda que as vendas não tenham sido como a Capcom esperava, isso não desanimou a empresa a lançar uma continuação – para PS2 e Game Cube – algum tempo depois. E aí que reside a razão de existir do anime: impulsionar a venda desses lançamentos!

Dos games para os animes
Joe é um rapaz aficcionado por filmes de ação de um tal Capitão Blue que hoje é um velhinho que vive fazendo filmes meia-boca que só quem curte são doidos feito o Joe mesmo – capazes de dispensar uma gatinha doida pra dar uns amassos para assistir a uma reprise do velho herói.

Durante uma ida ao cinema com sua namorada Sylvia, Joe é surpreendido com o filme tendo sua história modificada de forma que o Capitão Blue seja vencido. Não mais absurdo que isso, é a mão de um robô saltar pra fora da tela do cinema e Sylvia ser sequestrada pra dentro do filme. Joe também é levado pra esse mundo por intermédio de uma máquina incrível chamada Six Machine – o robô gigante do Capitão Blue.

Agonizando, o velhote entrega a Joe um relógio, com o qual o rapaz consegue se transformar dizendo “Henshin”,  em um super herói com poderes fantásticos. Dentro do mundo dos filmes, Viewtiful Joe é capaz de usar “efeitos especiais” na hora das batalhas como slow motion (que deixa tudo ao seu redor mais lento e com isso consegue desviar de qualquer obstáculo), match speed (acelarador) e zoom – que aumenta a potência de seus golpes.

O grande inimigo de Joe é a organização Jadow (Yado na versão brasileira) que quer conquistar o mundo dos filmes, manipulando-os de forma que os finais fiquem convenientes aos interesses do Imperador. Fazem parte da organização a morena e sensual Supuu Rocket (Sprocket no original), os monstros Charles III, Fire Leo, Hulk Davidson e Grand Bruce – além do sinistrinho Alastor (Arastoru no Brasil). Da mesma forma que nos seriados tokusatsu, existem soldadinhos inúteis que servem pra apanhar chamados de Bianks.

Aliás, é inevitável não assistir Viewtiful Joe sem associar aos seriados desse estilo. Diversos momentos remetem a tais produções: as poses que Joe faz na hora de se transformar, a estrutura da Jadow (comandados por um grande “mestre” que só aparecerá no final), o antagonista direto do herói (Alastor parece um Shadow Moon, arqui-rival do Black Kamen Rider,  da vida x_x) e possui até as letrinhas de “continua” que quem assistiu aos seriados japas na época da Manchete sabe escrever :P.

A série pode ser dividas em duas partes. Até o episódio 26, vemos Joe, com a companhia do fiel escudeiro do Capitão Azul – o pirralho Capitão Azul Jr – correndo atrás de Sylvia e encarando a Jadow e seus enviados. Após salvar sua amada (e descobrir uma terrível verdade por trás do vilão que a prendia), o herói precisa encarar uma nova organização: a Gedow (Yedo no Brasil). Nesse ponto da série, a bela Sylvia passa a se transformar na Sexy Sylvia (hihihi) e o Capitão Azul e o Capitão Azul Jr. se unem ao herói para encarar o sinistrinho Monarca Negro – que na hora do pau não é grandes coisas, sendo facilmente derrotado no final meia boca da série.

Produzido pelo Group TAC  em parceria com a TV Tokyo, a versão animada de Viewtiful Joe conseguiu ter um visual 100% baseado nos jogos – a ponto de você não contemplar aqueles traços mais comuns na maioria dos animes como os olhões e traços que dão ideia de velocidade.

Os personagens ficaram, da mesma forma que nos jogos, em estilo SD (super deformerd, ou achatados XD) e  quem é pouco íntimo do universo nem consegue assimilar que está assistindo a uma produção 100% japa de tão “cartoonesca” que ficou.

A trilha sonora é um elemento à parte e impulsiona as cenas de ação da série, mas ficam um tanto repetitivas depois de um tempo.

Como já mencionado, o anime como um todo não apresenta nenhuma grande saga e se resumiu a uma alavanca para fazer decolar a venda dos jogos lançados na época para Game Cube e PS2. Se deu certo a gente não sabe, mas após o final da série, Joe teve alguns games novos no portátil da Sony, o PSP, e ainda participou do crossover Tatsunoko VS Capcom.

Joe no Brasil
Famoso graças aos jogos “lançados” por aqui (no camelô da esquina mais próxima de sua casa XD), o anime de Viewtiful Joe chegou ao Brasil em 2006 via Cartoon Network no bizarro horário das 02:30h da madrugada. Não chamou muita atenção – quem conseguia ficar acordado até tão tarde? – mas sempre foi elogiado por ser fiel ao jogo no qual era baseado.

O público pôde conferir Viewtiful Joe melhor quando a Rede TV! Passou a apresentá-lo no bloco TV Kids a partir de novembro de 2006. Todos os 51 episódios foram exibidos e depois de Joe a Rede TV! resolveu por o bloco na gaveta pelo fato do mesmo já não render uma audiência tão interessante – como se pra emissora 2 pontos fossem dispensáveis assim…

A Focus Filmes lançou 3 boxes, com 3 DVDs cada, que totalizou 36 episódios da série. Como os outros lançamentos da empresa na época (Hunter x Hunter, Super Campeões e Fullmetal Alchemist) as vendas abaixo do esperado levaram ao cancelamento da série. Uma pena, pois só restava mais uma caixa pra completá-la.

A dublagem realizada nos estúdios da Centauro acertou em quase tudo, com exceção de dois detalhes: a tradução e Gilmara Sanches. Na hora de adaptar a série simplesmente trocaram todas as letras J dos nomes por Y. Assim, Jadow virou Yadow e Jedow virou Yedo. Já a letra L foi substituída por um R e alguns personagens (como o pobre Alastor) se deram mal na hora de ter o nome pronunciado – virou Arastoru – seguindo a pronúncia japa.

Os tradutores dessa empresa parecem sofrer de algum “mal” na hora da adaptação de nomes em japonês já que diversos trabalhos sofreram problema semelhante. Inu Yasha, Pokémon, Kaleido Star, Yu-Gi-Oh! e Ryukendo tiveram problema similar e se há um culpado por trás de tudo isso, só pode ser a direção de dublagem – que na maioria das vezes fica por conta de uma das “cabeças” do estúdio, Gilmara Sanches.

Dubladora veterena, Gilmara conquistou fãs como a primeira voz da Marin (Os Cavaleiros do Zodíaco) e da Sailor Mercury (Sailor Moon) na Gota Mágica. Mas o tempo passou e talvez por fatores econômicos, toda e qualquer produção que baixa no estúdio tem a voz dela no elenco. Até aí nada de mais, só que a dona não combina exatamente com todas as personagens que faz. A Supuu Rocket (Sprocket), por exemplo, ficou com uma voz de “tia chata” enquanto a original esbanja um ar sensual.

No mais, o restante do elenco, mesmo soltando um monte de nomes bizarros derivados da tradução acometida pela síndrome da troca de letras centauriana (mas hein?), conseguiu realizar um bom trabalho – com destaque pra um descontraído Fábio Lucindo fazendo um Joe bem bacaninha.

A trilha sonora manteve-se intacta, com excessão da versão das músicas de abertura e encerramento terem sido exibidas em inglês. Os americanos apenas dublaram a 1ª abertura (a ótima Brighter Side) e o 1º  encerramento que tocaram durante toda série. Aliás, a Rede TV! limou o encerramento e só quem acompanhou a série nas madrugadas do Cartoon pôde conferir.

Viewtiful Joe não é um desses animes que serão lembrados daqui a décadas como Sailor Moon ou Os Cavaleiros do Zodíaco pelo povo, mas consegue distrair com eficácia um telespectador menos exigente.

Ainda que a série não passe de mais um “anigame” sem muito conteúdo, o clima que a produção deixou ao copiar todo estilo visual dos jogos desperta uma vontade louca de fazer algo muito melhor que assistir a série: ficar horas na frente da TV jogando com o Joe no PS2. Se ainda não o fez, não perca tempo!

Checklist Episódios
01 – Um Garoto Chamado Joe
02 – As Técnicas do Mestre
03 – Meu Nome É Viewtiful Joe
04 – S.O.S de Sylvia
05 – Captain Blue Jr.
06 – Venha, Six Machine
07 – Cuidado ! Suragon à Vista
08 – Herói Desclassificado
09 – Problemas: Estou de Férias
10 – Super-Robô, a Grande Ameaça
11 – O Dia em que o Mundo Perdeu Suas Cores
12 – Objetivo: V-watch
13 – Escapando da JADOW
14 – A Verdadeira Batalha da JADOW
15 – O Complô do Casamento
16 – A Flor Encantada
17 – A Volta do Captain Blue
18 – Problemas com o V-Watch ! !
19 – Caminhe de Cabeça Erguida
20 – A Brincadeira Interminável
21 – Cuidado Jr.
22 – A Grande Fuga de Sylvia
23 – O Choque entre Joe e Alastor
24 – O Retorno da Six Machine
25 – Batalha em Território JADOW
26 – Há um Amanhã para Todos
27 – GEDOW, o Novo Inimigo
28 – A Transformação de Jr
29 – Sylvia, a Mulher que Trouxe o Tornado
30 – A Bola de Futebol
31 – Seu Vizinho É um Alienígena
32 – A Atormentada Corrida do Canhão
33 – Liga de Super-Heróis
34 – Devolva o Diamante Negro
35 – O Generoso Monstro da GEDOW
36 – O Alvo É o Joe
37 – Arde Coração de Metal
38 – A Volta de Alastor
39 – O Inimigo é Captain Blue
40 – Colapso do Mundo dos Filmes
41 – A Sepultura da Valentia
42 – O Duelo entre Joe e Júnior
43 – Os Óculos Favoritos de Sprocket
44 – O Regresso de Fire Leo
45 – A Estratégia de Amor da GEDOW
46 – As Jóias de Rachel
47 – Fuga da GEDOW
48 – O Combate entre os Eternos Rivais
49 – Vitória: a Destruição da GEDOW
50 – O Festival de Cinema de Viewtiful Joe
51 – O Super-Herói de Amanhã Pode Ser Você

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27 Comentários

RSS destes Comentários
  1.  
    Gabriel-AG:

    Jogo bom para caramba, acho que zerei o Viewtiful Joe 1 umas dez vezes…

    Ele tem um Climão meio Kamen Rider que é Irresistível para fãs de Tokusatsu como eu. Quando atinge 500 Viewtifuls, o Joe grita “YAAAAAHHHHHOOOOOOOOEEEEYYYYY”, Bordão que assimilei.

    Na segunda metade da série tem referências a MUITOS filmes… Tem Godzilla atacando o Titanic enquanto Tarzan enfrenta a Sadako (O Chamado)… É muito LOUCO. E muito DIVERTIDO!!!!

    RECOMENDADOwinkwinkwink

  2.  
    Eric Kurosaki:

    um otimo anime!! mais do que recomendado pra quem ainda não assistiu!!

  3.  
    le_ikari:

    Eu adorava as músicas tema de Viewtiful Joe. laughing

    Na hora de adaptar a série simplesmente trocaram todas as letras J dos nomes por Y.

    Eu acredito que o lance da troca de letras seja culpa da tradução (mal feita) a partir da versão em espanhol. =/

    Não sou muito familiarizado com o idioma dos nossos hermanos, mas se não me engano li umas discussões na época onde comentavam que lá a pronuncia dessas letras era realmente diferente, mas os competentíssimos tradutores brasileiros não percebiam isso e se baseavam apenas na sonoridade dos nomes.

    E com isso, toda uma remessa de animes da época (quem iam para o mesmo estúdio) sofreu esse problema.

  4.  
    Spider-Phoenix:

    Cheguei a ver alguns episódios. Achei até que bacaninha, apesar de não ter me interessado muito.

    Eu acredito que o lance da troca de letras seja culpa da tradução (mal feita) a partir da versão em espanhol. =/

    Também já li sobre isso na época em que Ryukendo era exibido e fiquei surpreso em ver que o RyuJinOh passou a ser chamado de “RyuInO” (que as vezes era pronunciado como “Riuinho” rsrs).

  5.  
    Masanori:

    Acho que eu lembro deste super heroi estranho, quando assistia um pedacinho, lá no Japão; Viewtiful Joe.

  6.  
    jailsonjetix:

    é uma pena que esse anime não é mais exibido,na época que passava na cartoon no começo eu não gostava,pois achava que era chato,ainda mais com aqueles traços estranhos,mas quando esse anime ganhou no votatoon lá de 2006 e passou no sabado,como eu não tinha nada melhor pra ver,resolvir assistir,nossa eu adorei,muito bom e engraçado,não era aquilo que eu pensava ser antes,mas sim um anime muito bom,virei realmente fã,pena que só tinha passado naquela epoca 6 episodios,depois vi uns outros episodios em outros dias,infelizmente não vi o final,mas vale a pena,o pessoal tem que deixar o preconceito pela tonalidade do anime e assistir,garanto que vai gostar.

    obrigado Larc Yasha pela materia,mas acho ainda pouco as materias que vcs fazem por ano hehe,bom do jeito que são para comentarem sobre determinado seriado,desenho ou anime deveriam fazer mais materias,fiquei surpreso por achr uma materia nova logo no começo de 2012,essa foi rapida rsrs. espero que algum dia por gentilenza,vcs façam uma materia sobre Naruto e Bleach,faltam esses tambem hehe…flw

  7.  
    Anonimo muito anonimot:

    Isso mesmo, o erro de chamar Alastor de Arastoru, e Sprocket de Supurocket é culpa da versao ao espanhol latino.
    Agora uma correçao, tanto Britghter Side como And you, tiveram uma adaptaçao pela SaGa e nao por atores de dublagem.

  8.  
    Dark Rock X:

    Também achava o anime bacaninha, uma pena que “esqueci” da franquia no PS2…Off.: Será que a Capcom vai lançar alguma HD Collection para o PS3,X360 ou outro videogame contendo Viewtful Joe,Okami,etc?

  9.  
    johnny-sasaki:

    Viewtiful Joe é uma série legal e o personagem não está completamente esquecido já que ele está em Marvel vs. Capcom 3 também.Mas até hoje a Capcom nos deve uma continuação do final do VJ2(o jogo acaba em aberto e eles mesmo dizem que a história se conclui numa trilogia.)já que depois daquilo só tivemos um jogo estilo Smash Bros lançado pra Game Cube e PSP(que contam com a participação da Sprocket e do Blue Jr. que eram personagens criados para o anime) e uma semi-sequência pra Nintendo DS(aonde a mãe e a irmã do Joe aparecem,mas não continua os eventos do VJ2).
    Queria mesmo ver é fazerem um anime de God Hand.Aquele jogo era INSANO demais

  10.  
  11.  
  12.  
    Gabriel Arruda:

    Lembro desse anime era ótimo assistir por sorte todos os episódios ele era tão bom quanto o jogo que era bem original.

  13.  
    Apo:

    Adoro o Joe. Qualquer jogo dele pra qualquer console é bom. E o anime ficou muito legal, pena que não emplacou por aqui. Ainda penso em um dia pegar todos os DVDS. smile

  14.  
    RodTakira (@RodTakira):

    Há que postagem feliz! adorava aquele sinal que ele fazia com as mãos hehe, bons tempos.

  15.  
    Rafhael:

    Nem lembro mto bem dos episódios que via pois na época que passava na redetv eu tinha apenas uns 10 anos, mas lembro bem dos personagens e como eu gostava de assistir toda a tarde junto com outros animes de qualidade que a redetv exibia, pra todas as crianças que não acompanharam os tempos da manchete foram realmente bons tempos xD

  16.  
    Apo:

    Como já mencionado, o anime como um todo não apresenta nenhuma grande saga e se resumiu a uma alavanca para fazer decolar a venda dos jogos lançados na época para Game Cube e PS2. Se deu certo a gente não sabe, mas após o final da série, Joe teve alguns games novos no portátil da Sony, o PSP, e ainda participou do crossover Tatsunoko VS Capcom.

    Esqueceu que o Joe também ganhou um jogo na versão DS e no primeiro game da série pro PS2 teve uns extras bacanudos como a participação do Dante no jogo.

  17.  
    Gabriel-AG:

    Esqueceu que o Joe também ganhou um jogo na versão DS e no primeiro game da série pro PS2 teve uns extras bacanudos como a participação do Dante no jogo

    O Dante é Phoda no Viewtiful Joe 1, pena que se você esgotar a barra de especial, ele fica de TANGUINHA (@__@) GZUS……..
    Pelo menos o Joe , quando perde os poderes (esgotando a barra de VFX) fica com a roupa Normal que ele começa o Jogo…..tongue

  18.  
    renan:

    Mais uma boa matéria aqui do site, parabéns!Quando passou na RedeTV achei bem legal. Gostei bastante da dublagem e esses”erros” apontados não me atrapalharam em nada, até porque não assisti o original pra comparar. Aqui nos comentários ninguém usou o termo “caça-níquel”, se fosse um desenho americano…

  19.  
    Guilherme:

    Duas observações:
    1) Porque dedicar o primeiro parágrafo à Sega? Ela não tem nada a ver com Viewtiful Joe.
    2) O “Joe bonito de se ver” tem uma razão de ser (bom, mais ou menos). É uma referência ao filme “Beautiful Joe”, respeitando a temática de filmes.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Beautiful_Joe_(film)

    No mais, gostei bastante do artigo, Viewtiful Joe é muito bacana. Eu queria seriamente que passasse quando eu era pequeno, junto com O Máskara. Tenho certeza que o meu eu do passado seria viciado em Joe. XD

  20.  
    Apo:

    O Dante é Phoda no Viewtiful Joe 1, pena que se você esgotar a barra de especial, ele fica de TANGUINHA (@__@) GZUS……..

    Em que outro jogo você tem a oportunidade de ver seu personagem favorito de tanguinha?

    Kaskaskas

  21.  
    Spider-Phoenix:

    O “Joe bonito de se ver” tem uma razão de ser (bom, mais ou menos). É uma referência ao filme “Beautiful Joe”, respeitando a temática de filmes.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Beautiful_Joe_(film)

    Interessante.

    Aliás, me ocorreu que “Viewtiful” foi usado como uma forma de se dizer “Beautiful” sem ter que copiar o nome já que os japas pronunciam o “V” com som de “B” o que tornaria a pronúncia de “Viewtiful” parecida com “Beautiful”.

  22.  
    Apo:

    Eu pensava que era a junção das palavras View + Beautiful.

  23.  
    Gabriel-AG:

    Apo: 12 de janeiro de 2012, 08:36

    O Dante é Phoda no Viewtiful Joe 1, pena que se você esgotar a barra de especial, ele fica de TANGUINHA (@__@) GZUS……..

    Em que outro jogo você tem a oportunidade de ver seu personagem favorito de tanguinha?
    Kaskaskas

    Mas se é pra ver Personagem de Tanguinha que seja a Jill de Resident Evil ou mesmo a Chun-Li….. MARMANJO NÃO, PORRA…….

  24.  
    Spider-Phoenix:

    Eu pensava que era a junção das palavras View + Beautiful.

    Mas éwink

    Os japoneses adoram fazer esses trocadilhos com dois, três sentidos hehe

  25.  
    yuurei:

    Na tradução, isso acontece provavelmente porque a maioria dessas séries acaba sendo traduzida do espanhol. Mesmo assim, é um grande erro, nada que um pouco de pesquisa não corrigisse. A propósito, Inuyasha na época que as letras foram trocadas ainda era dublado na Parisi Vídeo.

  26.  
  27.  
    Anderson:

    Fala galera do Jbox!
    Sou fã de mangá a MUUUUUUUUUITO tempo, eu nem sabia oque era antes quando ia na casa de um primo de um amigo e o sacana tinha algumas shonen jumps por lá e
    ficava fazendo inveja prá nós(que na época tinhamos uns 8/9 anos, hoje tenho 31).
    Enfim, resolvi mandar um email só prá perguntar se vocês sabem se existe alguma possibilidade de republicarem AKIRA por aqui, seria EXCELENTE se republicassem no
    mesmo formato da edição americana com 6 volumes.

    Bom, era isso, grande abraço e continuem o trabalho excelente no site estarei sempre bisbilhotando por lá.

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