Imagem: Capa do 1º volume do arco de Hokkaido de 'Rurouni Kenshin'.

Samurai X: Mangá ‘Arco de Hokkaido’ entra em hiato

Mangá ficará 2 meses sem capítulo novo.

A conta oficial da revista mensal Jump SQ, da editora Shueisha, anunciou hoje (06) que o mangá Rurouni Kenshin: Hokkaido-hen (Arco de Hokkaido), da série Samurai X,  passará por um hiato de 2 meses. Os motivos para a paralisação da obra não foram revelados.

O mangá começou a ser serializado em 2017, com autoria de Nobuhiro Watsuki, o autor original do mangá de Samurai X, e também de sua esposa, Kaoru Kurosaki, que colabora com o roteiro.

A obra já havia passado por um hiato entre dezembro de 2017 e junho de 2018, após a condenação de Watsuki por posse de pornografia infantil. A obra conta com 5 volumes encadernados até o momento.

A franquia inspirou algumas adaptações em live-action, duas estão atualmente nos cinemas japoneses e chegam em breve pela Netflix. O animê de Samurai X está disponível com legendas na Funimation, confira pelo nosso link clicando aqui.

Imagem: Captura de tela de 'Samurai X' (Rurouni Kenshin) na Funimation.
Clique na imagem para acessar a página. | Reprodução: Funimation.

Fonte: ANN


Samurai X

Rurouni Kenshin

Batizado por aqui como Samurai XRurouni Kenshin é um mangá de Nobuhiro Watsuki, publicado entre 1994 e 1999 na revista japonesa Weekly Shonen Jump, contando a história de um exímio ex-assassino conhecido como Battousai, o retalhador. Assumindo a identidade de Kenshin Himura, ele resolve virar um andarilho que prega a filosofia da “espada para a vida” durante a Era Meiji, se recusando a matar novamente.

Um dos maiores sucessos da revista, o mangá virou animê pelo Studio Gallop e pelo Studio Deen (a partir do episódio 67) em 1996, rendendo 95 episódios para TV e um longa-metragem em animação. Posteriormente, também ganhou algumas séries de OVA e uma trilogia live-action de sucesso no cinema japonês. Em setembro de 2017 ganhou uma continuação em mangá na revista Jump SQ, chamada de Rurouni Kenshin: Hokkaido Arc (Arco de Hokkaido), que já reúne 2 volumes encadernados – a publicação chegou a ser paralisada por alguns meses, devido à condenação do autor pela posse de pornografia infantil (saiba mais aqui).

O animê original foi exibido em parte pela Rede Globo em 1999, marcado como uma das séries japonesas mais editadas pela emissora, com cortes em cenas violentas que faziam às vezes 2 episódios serem condensados em um. Em 2001, passou a ser exibido pelo Cartoon Network de forma “mais integral”, apenas com cortes pontuais feitos pela distribuidora Sony. Na íntegra, a série foi exibida pelo Animax em 2008, mas em nenhuma das emissoras o último episódio foi exibido, permanecendo inédito no Brasil.

O mangá foi um dos primeiros títulos de destaque da Editora JBC, que publicou a partir de 2001 no formato “meio-tanko”, sendo metade dos volumes originais japoneses, rendendo 56 edições. Com o título original, Rurouni Kenshin, os quadrinhos voltaram às bancas em edição especial em 2012, encerrando com a numeração original japonesa de 28 volumes. A empresa também publicou e republicou o especial A Sakabatou de Yahiko, além de novels e uma enciclopédia chamada Kenshin Kaden. Em 2016, ainda houve o lançamento de Tokuhitsuban, mais um especial derivado da série (uma espécie de “versão do autor” para os filmes). Vale destacar também a vinda do autor ao Brasil, promovida pela editora em 2015. Watsuki participou de um encontro onde distribuiu autógrafos.

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