Imagem: Galko-chan em animê.

Kenya Suzuki, de ‘Galko-chan’, é preso sob suspeita de posse de pornografia infantil

Mangaká teria importado pornografia infantil do exterior, além de possuir dezenas de livros com material pornográfico com crianças.

O mangaká Kenya Suzuki, de Oshiete! Galko-chan (Please Tell Me! Galko-chan), foi preso sob suspeita de posse de pornografia infantil importada da Alemanha – é proibido importar, comprar ou estar em posse de material pornográfico no Japão.

Segundo a polícia, Suzuki tinha seis coleções de fotos importadas em dois momentos separados entre setembro e outubro de 2020. Ainda de acordo com as autoridades, o autor teria dito que “queria desesperadamente fotos de crianças nuas que não podem ser compradas no Japão”. Além disso, 46 livros e publicações com pornografia infantil teriam sido confiscados.

Em 2017, Nobuhiro Watsuki, autor de Samurai X, foi detido em posse de pornografia infantil. O arco de Hokkaido, em seriação na época, foi interrompido e retornou em 2018, após a soltura do autor e pagamento de multa previsto na pena.

O crime de posse de pornografia infantil é passível de punição máxima de 5 anos de prisão e/ou uma multa de 5 milhões de ienes (252 mil reais). O mesmo vale para importação e/ou exportação desse tipo de material. Seriam então dois crimes (posse e importação).

Na semana passada, um mangaká da revista Nakayoshi foi condenado por crime análogo a estupro de vulnerável no Brasil. No ano passado, o roteirista de Act-Age também foi condenado por importunar sexualmente duas menores de idade. Em 2002, o autor de Toriko (ele ainda não publicava essa obra na época) foi preso e condenado por favorecimento da prostituição infantil. Todas as sentenças condeceram sursis, uma suspensão condicional, permitindo aos autores a ficar em liberdade, sem cumprir a pena.


Fonte: ANN

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