Shaman King

[div coluna1]Shaman King
Produção: Nas – Xebec, 2001
Episódios: 64 p/ tv
Criação: Hiroyuki Takei
Exibição no Japão: Tv Tokyo (04/07/2001-25/09/2002)
Exibição no Brasil: Fox Kids/Jetix – Globo
Distribuição: Televix (tv paga) – Swen (TV aberta)
Mangá: Shonen Jump
Disponível em: DVD

Última Atualização: 21/09/2007

Por Larc Yasha e Horo-Horo

Quem vê Shaman King (ou Mankin como os fãs gostam de falar =P) pela primeira vez normalmente tem uma impressão esquisita da série. Uns ao ver os personagens “colecionando” espíritos já acham que não passa de uma variante de Pokémon, enquanto outros, mais religiosos, já rotulam o título como impróprio, pois “falar de espíritos não serve como entretenimento para crianças” como diria um certo bispo desocupado. Mas, ao acompanhar a série – seja pelo anime ou pelo mangá – percebe-se claramente que não é bem por aí.

De assistente a astro
Hiroyuki Takei começou sua carreira como assistente de Sakura Tamakichi (desconhecido por aqui), mas após algum tempo passou a fazer ‘um bico’ como assistente de Nobuhiro Watsuki (pai de Samurai X e Busou Renkin). Com a experiência adquirida com seu “patrão”, logo fez seu primeiro trabalho profissional como mangaká: o One Shot (história curta) “Doragu Doll Dan”. O trabalho lhe rendeu a 2ª colocação no Prêmio Tezuka de novos talentos e anos depois, veio a ganhar o título com “Itakko no Anna” – primeiro de seus mangás a mostrar a loirinha marrenta que viria a aparecer em quase todos os seus títulos dali pra frente. Já em 1997, Takei lançou uma série mais longa, chamada Butsu Zone. Apesar da história ter uma premissa interessante (reencarnações de divindades budistas lutando em ritmo alucinado aqui na Terra para proteger a reencarnação de um outro deus), o mangá rendeu apenas 3 volumes e não teve um final escrito. Mesmo assim, é interessante saber que mesmo rendendo apenas algumas edições, Butsu foi bastante cotado para ter uma versão anime, devido a sua popularidade!

E finalmente, um ano depois, surge na Shonen Jump o que viria a ser a fonte de grana para Takei para os próximos cinco anos de sua vida: Shaman King. Com a história sendo apenas uma variação de Butsu Zone – pelo menos no início – ManKin tornou-se um sucesso mundial, principalmente em países da Europa como a França, onde a série é amada quase que da mesma forma que Cavaleiros do Zodíaco é por aqui.

Em Shaman, Takei mais uma vez colocou um toque de religião, misturando um pouco de Xintoísmo, Budismo (as duas principais religiões do Japão) e Xamanismo (com X mesmo =P) que viria a ser o ponto principal da série. Não sabe o que é Xamanismo? É uma prática espiritual cujo fundamento é a busca de um intermédio com espíritos. DO MAL né?

O mangá foi publicado com grande sucesso até 2005, quando repentinamente chegou ao fim. E o pior: sem uma conclusão que agradasse a todos. No total foram 32 edições encadernadas. O anime foi lançado em 2001 e fez um sucesso arrebatador. Porém, optaram por encerrar precocemente a série. Resultado? Um anime sem “aquele” final que merecia. Foram produzidos 64 episódios e 4 ovas, sendo três deles apenas reviews da série de tv e um outro contando algumas histórias extras do mangá (“omakes”) com um traço mais fiel ao do autor.

Com vários personagens carismáticos e um moooooontão de coisas que poderiam render penduricalhos é desnecessário dizer que não faltou bugiganga da série né =P ? Desde chaveiros, passando por fichários e até games pra todas as plataformas conhecidas, além de pelúcias dos espíritos em forma de bolinha de fogo o_o.

A qualidade da animação (feita em parceria do Xebec com a NAS e com a grana da TV Tokyo) é boa, apesar de ser um pouco diferente do traço do autor, já que esse tinha um desenho mais “arredondado” enquanto que no anime os personagens ficaram com uma aparência mais linear, no maior estilo Pokémon. A trilha sonora incidental da série (as BGM’s) ficou por conta de Toshiyuki Mori, que fez umas batidinhas eletrônicas legais, mas nada que impressionasse muito, chegando a ponto do anime às vezes ficar com um clima meio tedioso pela quase ausência de músicas em uns episódios. Quase todas as canções com vocal ficaram por conta da musa pop do Japão, Megumi Hayashibara, sendo que apenas UMA música ficou por conta da dubladora do Yoh. Aliás, as aberturas da série empolgam até defunto! Parece até que a Megumi enfiou os dedos na tomada pra cantar XD.

Historinha
Manta é um moleque tremendamente estranho (ele parece um personagem SD anoréxico! E ninguém parece se incomodar com isso @[email protected]) que voltando pra casa depois do cursinho, resolve pegar um atalho por um cemitério. Lá, ele vê um moleque conversando com alguém e fica em estado de choque. Porquê? Porquê o tal moleque estava falando “apenas” com… Fantasmas! No dia seguinte, o mesmo garoto (Yoh Asakura, que tem cara de lesado) entra pra escola de Manta, que fica doidinho com isso e começa a espernear, sendo ignorado por Yoh, que miguelou e fingiu que não conhecia o moleque :P.

Depois de uma série de acontecimentos, Yoh explica à Manta que ele é um shaman e que pode ver e falar com espíritos, e que procura um deles para ser seu parceiro para o Shaman Fight (um grande torneio que reúne Shamans de todo planeta). Depois de uma confusão com a gangue do topetudo “Ryu da Espada de Madeira” (um vagabundo que aparentemente tem uma certa tendência frutinhesca XD), Yoh acaba se unindo ao espírito de um samurai chamado Amidamaru – que teve seu túmulo profanado pela gangue de Ryu e estava sedento de vingança. Maru e Yoh se tornam parceiros a partir de então, e Manta vira pela-saco de Yoh :P.

Após isso, Yoh passa um tempo ajudando espíritos e pessoas com problemas – parte essa cortada no anime assim como a fase de detetive do Yusuke =P – como o discípulo de um lutador de boxe que havia falecido e um pintor de paredes que morreu atropelado ao pintar uma placa (ô morte boçal essa).

Após essa fase legalzinha e despreocupada que todo mangá shonen que se preza tem (talvez pra fazer o público se apegar aos personagens) as coisas começam a esquentar quando, antes mesmo de começar o torneio, Yoh tem de enfrentar o chinês invocadinho Tao Ren. O pivete chega desafiando Yoh pelo título de Grande Rei Shaman, dando bastante trabalho pro guri, sendo dali pra frente uma espécie de “Vegeta” da série XD. Para encarar esse e os outros inimigos que vão pintar, Yoh passa a ser “treinado” por Anna Kyôyama, a tal loirinha marrenta que foi citada lá em cima. A mina parece um cubo de gelo de tão fria e pra desespero de Yoh, ela ainda por cima é sua noiva! O objetivo de Anna é bem claro: ser a primeira dama do Grande Rei Shaman e ela nem se importa em fazer Yoh passar o pão-que-o-diabo-amassou para que ele alcance a vitória ante seus oponentes.

Porradaria shamânica
No decorrer da série, diversos personagens vão pipocando para desafiar Yoh e seu espírito guardião, Amidamaru. Alguns se tornam amigos depois de apanharem, como Horo-Horo (=D) e até o topetudo (e esquisito) Ryu da Espada de Madeira – que arruma também um espírito para entrar na brincadeira :P. De todos os desafiantes (e futuros amigos) que Yoh encara, o mais bizarro é um tal de Fausto XVIII, que invocou durante um ritual Mephisto, um espírito infernal. Seu pokémon espiritual é nada menos que sua noiva, Elisa, que havia falecido com um tiro no meio da testa – êita o.O. Lutando de forma insana e doentia, no fim ele acaba aprendendo a ser uma pessoa boa e se torna amigo do pessoal, entrando para o time do Yoh na 2ª fase do torneio!

A série começa a tomar mais movimento depois que Yoh se une a Tao Ren e o resto da turma para derrubar o pai do invocadinho que parece um monstro de tão grande e ahn… Bigodudo (@[email protected]) Curisosamente, a versão americana transformou o pai de Ren em tio. Afinal, filhos não podem sentir vontade de matar seus pais né?! Depois da 1ª fase da Luta dos Shamans, o anime começa a seguir um rumo um pouco diferente do mangá, começando apenas por alguns detalhes até que a coisa toda fica totalmente nada a ver.

Na segunda fase, o pessoal tem que ir pros Estados Unidos, onde a turma é jogada a mais de 10 mil pés de altura do avião e têm que usar seus poderes espirituais pra se salvar – difícil é acreditar que eles incrivelmente conseguem. Ao chegar em terra firme (na famosa Rota 66) eles descobrem que para seguir no torneio, devem procurar a vila dos índios Patches– uma tribo indígena que é a organizadora do Shaman Fight e que só se revela ao mundo a cada 500 anos. Na jornada rumo a essa aldeia que ninguém sabe onde fica, pintam novos personagens (como o afeminado do Rezelg Diserg – Liserg Diethel no original- e o pseudo-cômico Chocolove), um caminhão de novos “inimigos” (como uns tais X-Laws) e o irmão gêmeo de Yoh e vilão da história: Hao Asakura.

O enrredo do anime começa a se desdobrar numa trama bem mais complicada do que parecia ser no começo (um mero torneio de porrada entre diversos personagens) e se torna em um determinado ponto um mix maluco de torneio de artes marciais e animes a la Gundam. Como assim? Os espíritos se transformam em nada mais nada menos que em uma espécie de robô gigante! Essa idéia de robôs saiu rapidamente do mangá, quando os personagens aprendem uma técnica de diminuir o espírito para conter a força, mas no anime essa tosqueira prosseguiu até o fim!

Além disso, temos o passado de Yoh e sua relação com seu irmão doidão (que tem como objetivo formar uma sociedade só de shamans), as reviravoltas do Shaman Fight (amigos virando inimigos, exorcismos, e até o Manta manifestando o Grande Espírito – “oversoul” no original. “Grande Espírito” na realidade era mais ou menos o que seria Deus, mas a tradução cometeu essa kagada) fazem você se empolgar bastante… Só que a empolgação é subitamente cortada com um final forçadíssimo.

Com a cronologia do anime bem mais adiantada que a do mangá, os produtores resolveram seguir um rumo diferente, e assim acabaram por cortar o último ciclo do mangá, quando chega uma 3ª fase do torneio – sem falar dos personagens importantes que ficaram de fora como o gato Matamune e fatos como a forma que Yoh conheceu Anna. Mas não foi só o anime que ficou sem um final descente. Por culpa de alguns desentendimentos entre o autor e a Shueisha (onde eu já ouvi isso?) Takei terminou a série de forma brusca, deixando muita coisa sem explicação (como o passado de alguns personagens e o fim do torneio em si). Uma pena, pois Shaman King mostra que uma fórmula aparentemente já batida acrescida de alguns toques diferenciais conseguiu render um anime bem legal e que podia ser bem melhor do que foi – caso se preocupassem em seguir o mangá mais a risca.

Shaman King no Brasil
Com uma diferença de apenas um mês do final da série no Japão para estréia no Brasil, Shaman King estreou na Fox Kids (atual Merdix) em outubro de 2002. Pra nossa sorte, a Televix repassou a série praticamente intacta pra América Latina. Os europeus acabaram tendo a versão 4Kids da série, com direito a nomes, lugares, comidas e tudo mais mudado – chegando ao ponto de você nem saber que a história se passa no Japão. =P

Com a dublagem a cargo dos estúdios Parisi Vídeo (que “faliu” dando calote em um monte de profissionais), a série ganhou uma versão brasileira muito boa em termos de interpretação. Já a tradução não foi das mais felizes para os fãs mais hardcores. Traduziram o nome de tudo que era golpe e qualquer coisa em japonês que aparecia pela frente. Um bom exemplo da caca que isso gerou pôde ser vista com os golpes do Yoh, onde “Goukoujin” (algo como Lâmina da Auréola) virou “Cortes Espacial”. Até aí nada demais, não fosse o golpe infeliz mudar de nome em todo santo episódio. Em um deles, Yoh berrou um horrível “Corte de Buda em Ação!” x_x.

Deixando isso de lado, o resto ficou uma maravilha como a Letícia “Saori” Quinto deixando a Anna com uma dublagem melhor que a original. Além disso, pela primeira vez na história dos animes no Brasil, os temas de abertura e encerramento ganharam uma legenda – assimilando-se ao padrão japa, que sempre exibe a letrinha da música pra gurizada decorar – deixando o pessoal do resto da América Latina com inveja! Isso tudo graças a “era de ouro” da Parisi Vídeo que dublava praticamente tudo relacionado a anime antes da Álamo dominar o mercado.

As músicas ganharam versões brasileiras legais sob supervisão de Fernando Janson (que também cuidou das versões de Inu Yasha) que fez o máximo que conseguiu com a aparelhagem técnica de um estúdio de dublagem (que não é a ideal pra se gravar músicas). A voz de Sônia Santhelmo não se assemelha ao tom elétrico de Megumi Hayashibara, mas conseguiu acertar-se legal nos encerramentos, mesmo com um desnecessário back vocal masculino. Duas músicas da trilha sonora original (Brave Heart e Ryuuro) ganharam uma versão em português que mal dava pra se escutar, pois elas eram executadas durante diálogos e batalhas entre os personagens. No total, tivemos 7 anime songs de Shaman King traduzidas. “Ué… Queriam fazer um CD?”. Sim e Não. Na verdade, a intenção foi traduzir para, caso alguém se interessasse em lançar um cdzin da série, já tivesse material disponível. E até surgiu uma empresa interessada em fazer isto, mas as negociações não foram adiante. Peninha né?! Lançaram cada bomba como Super Campeões (o da Manchete) e U.S Mangá, que coisas que valeriam a pena não são nunca lançadas. Vai entender…

Ainda sobre o elenco de dublagem, Rodrigo Andreatto (Yoh) e Thiago Longo (Manta) dão um show de interpretação e até o carimbado Fábio Lucindo (que dubla tudo que é anime que passa no Brasil desde Pokémon, caso ainda não tenha reparado) mostra sua versatilidade e talento fazendo o irritadinho do Tao Ren. Rodrigo deixou Yoh exatamente como ele é: tranqüilo e lesado =p. Isso o torna involuntariamente cômico, com seus “pra tudo se dá um jeito” sereno e tranquilão diante de um problemão. Deixando a desejar mesmo só a voz rouca de Sidney Lilla para o Ryu da Espada de Madeira, que de moleque de 17 anos (você não leu errado! O Ryu tem 17 anos! Precisava fazer uso daqueles cogumelos do sol da vida né? XD) virou um velho. Sem falar que o personagem no decorrer da série fica meio “afetado” (afeminado, entende??) e é muito estranho ver o cara com aquele vozeirão rouco tendo um “ataquezinho” de amores pelo Liserg.

Durante a exibição na Fox Kids, a série foi alvo de críticas por religiosos malas sem alça, que na falta do que fazer foram pregar que Shaman King era um desenho que induzia a gurizada às “profanas” técnicas do candomblé x_x. Claro que todo louco tem sempre um pai tonto pra dar razão, e já temendo que isso fosse gerar problemas, a Globo prendeu a série no freezer desde que a adquiriu em 2003, da distribuidora Swen (a mesma Fullmetal Alchemist, Hunter x Hunter…). Em algumas ocasiões, a série chegou a ser apresentada na Tv Globinho aos sábados, mas não passaram nada além de 5 ou 6 episódios.

Antes de ser engavetada pela Globo, a série até teve uma chance de ser exibida de segunda à sexta, numa votação feita pelo site da TV Globinho, na qual os telespectadores (pirralhada =P) puderam escolher entre Beyblade e Shaman King. Não preciso nem dizer quem ganhou né? Imaginem agora se SK tivesse ganhado… Ao invés daquela modinha absurda de peõezinhos de plástico você veria crianças invocando espíritos. Não sei dizer se isso seria engraçado ou bizonho. o_o’

O Studio Gabia e a R2 Editora lançaram um volume de DVD junto com uma revista-pôster nas bancas pela bagatela de 19,90. Bem acabadinho (tinha um monte de extras e menus legais), os fãs idiotas chiaram (por detalhes como o áudio ser 2.0 e não 5.1, apesar de isso não fazer diferença alguma se você não tiver um home theater) e torceram o nariz, fazendo aquele “boicote” na hora de comprar. O DVD virou encalhe e acabou repassando para pelo menos 3 distribuidoras diferentes. Dentre essas, a China Vídeo ousou lançar mais que um volume, atingindo a marca de 4 volumes – todos com capas horrorosas, diga-se de passagem. Só que diferente da R2 Editora, a China pouco se lixou pros fãs e realizou as vendas dos DVDs apenas para locadoras (por um precinho até barato pros padrões do que se paga por desenhos exclusivos no mercado de vídeo-locação). Hoje, quem quiser comprar o volume 1 do DVD e ter apenas os 3 primeiros episódios da série para rever, consegue fazer isso por até R$ 5,00!!! Nem vou comentar que o Gabia ficou meio firula ao ver sua série sendo vendida completa em certo evento de porte internacional e que isso desestimulou a empresa a investir nesse mercado…

Em 2003 chegou a vez do mangá ser lançado por essas bandas – fato que se deu via JBC. O público adorou a oportunidade de acompanhar a trama com maiores detalhes. Só que a editora espichou para o dobro de volumes (rendendo 64 edições) até pelo fato do mangá, quando lançado, ainda estar em publicação no Japão. Graças ao sucesso do anime na tevê (mesmo sendo só a paga mesmo) o mangá foi sucesso nas vendas.

Infelizmente as chances de Mankin voltar ao ar são bem poucas. A Rede TV! poderia tê-lo feito na época do TV Kids, mas preferiu investir em novidades ao invés de reprisar algo que já tivera sido apresentado por outra emissora – mesmo que de forma relâmpago ò_ó. O contrato do Jetix venceu e o canal e sua estranha tara por Power Rangers e Padrinhos Mágicos impedem que qualquer coisa que preste seja lançado. O jeito é tentar ter a sorte de achar algum DVD da China Vídeo e rever os 12 primeiros episódios até enjoar. Se bem que anime legal não enjoa, mesmo sendo reprisado tanto quanto Chaves :P. OK. Exagero :P.

Checklist Episódios
01 – O garoto que dança com fantasmas
02 – O samurai que desperta
03 – O clone de Xamã
04 – Potência máxima
05 – Uma Shaman muito durona
06 – Mestre Kung – Fu
07 – A fúria de Pai – Long
08 – A vida de um Shaman
09 – O garoto que veio do norte
10 – A vingança do lagartixa
11 – Chuva de primavera
12 – A estrela guia
13 – O grande espírito
14 – A luta dos Shaman
15 – Os esqueletos assassinos
16 – O grande amor de fausto
17 – A procura do melhor lugar
18 – A espera de Yoh
19 – O grande espírito em luta
20 – O inicio de uma amizade
21 – Acreditar
22 – O golpe certeiro
23 – Os soldados da liberdade
24 – O poderoso Tal-Yen
25 – A viagem dos Shamans
26 – Grande América
27 – A força do pêndulo
28 – Perdido no amor
29 – Garra para vencer
30 – O oráculo roubado
31 – Os espíritos da floresta
32 – Sofrimento de um amigo
33 – O segredo da família Asakura
34 – O banho termal na América
35 – A lenda do Drácula
36 – Arma de um anjo
37 – O rei das brincadeiras
38 – A lenda dos Seminuas
39 – As flores poderosas
40 – A viagem astral
41 – Grande explosão de energia
42 – O espírito da espada
43 – A luta entre poderosos
44 – Um passo a mais
45 – Bom espírito
46 – A consciência dos Taos
47 – Pura Paixão
48 – O missionário do dragão
49 – O Medico
50 – Magoas do passado
51 – Caçadores de xamãs
52 – Treinamento especial
53 – Adeus meninas
54 – O oitavo anjo
55 – O portão da Babilônia
56 – A entrada para Babilônia
57 – A luta dos xamãs terminou?
58 – Anjo em chamas
59 – Espaço sideral
60 – Amigo
61 – Adeus para sempre
62 – Confronto e morte
63 – O lugar desatinado
64 – Epílogo

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