Devir anuncia publicação de “Marcha Para a Morte” e “A Distant Neighborhood”

Mangás dos autores Shigeru Mizuki e Jiro Taniguchi virão pelo selo Tsuru.

A Devir anunciou em sua palestra durante a Virada Nerd (24/11) que publicará no Brasil os mangás Marcha Para a Morte, de Shigeru Mizuki (Nonnonba), e A Distant Neighborhood, do autor Jiro Taniguchi (O Homem que Passeia, Guardiões do Louvre).

O primeiro chega às lojas já em dezembro, num volume único. O outro, também em volume único, com pouco mais de 400 páginas, está previsto para 2019, mas sem uma data oficial. Ambos serão publicados dentro do selo Tsuru, que já conta com títulos como o citado Nonnonba, Uzumaki (Junji Ito) e Tekkon Kinkreet (Taiyo Matsumoto).

[Via Painel Devir 1|2]


Sobre Marcha Para a Morte

Publicado em volume único na Shuukan Gendai, em 1973, Marcha Para a Morte (Soin Gyokusai Seyo!) é um mangá seinen do autor Shigeru Mizuki, também responsável por Nonnonba, GeGeGe no Kitarou e por boa parte da conceituação visual do que é a representação de um youkai na cultura pop.

Baseada na experiência vivida pelo autor como soldado e em fatos reais recolhidos da época, o mangá relata as semanas finais de uma unidade de infantaria em momentos próximos ao fim da Segunda Guerra Mundial. É ordenado que essa equipe morra em honra ao Japão. Caso contrário, eles serão executados quando voltarem para casa, deixando uma mancha em sua moral. No gibi, ele discute as consequências da guerra, sua futilidade e a afetação da mentalidade militar.


Sobre A Distant Neighborhood

Originalmente publicado pela Shogakukan em 2 volumes, entre 1998 e 1999, A Distant Neighborhood (Harukana Machi e) é um mangá seinen do autor Jiro Taniguchi, nome por trás de obras como O Homem que Passeia e Guardiões do Louvre. Em 2010, o plot foi adaptado num live-action pelo cineasta alemão Sam Garbarski.

Ele conta a história de Hiroshi Nakahara, que retorna por engano para sua cidade natal após uma viagem de negócios, sendo transportado para sua infância ao visitar o túmulo de sua mãe, mantendo ainda suas memórias como adulto. Ao precisar encontrar um significado para o ocorrido, ele se questiona a respeito de decisões tomadas, imaginando se sua interferência melhoraria sua vida ou a daqueles que estão ao seu redor.

Publicidade
close