Kamen Rider Black ganha novo tema de abertura na voz de Ricardo Cruz (atualizado)

A nova versão será apresentada na estreia do clássico na Band, a partir deste domingo (30).

Os fãs de tokusatsu estão muito ansiosos com a volta de Kamen Rider Black para a TV brasileira. E o público tem um motivo a mais para ficar de olho na estreia. O cantor Ricardo Cruz revelou que irá cantar uma nova versão brasileira do tema de abertura da série.

Esta é a primeira vez que Black será apresentado com um tema em português na TV brasileira. Durante a exibição na extinta Rede Manchete, entre 1991 e 1994, a abertura era veiculada com a versão original cantada pelo próprio Tetsuo Kurata, o astro que viveu o herói Issamu Minami. Em 1992, o cantor Toninho Ghizzi interpretou uma versão brasileira do tema de abertura chamado “Black Man“, além de regravações de outras canções da série (até de uma de Sun Vulcan, série Super Sentai inédita no Brasil) para o LP nacional, lançado pela extinta gravadora RGE Discos.

A nova versão do tema de abertura de Kamen Rider Black estará mais próxima da letra original da compositora Yoko Aki. E o estilo será o mesmo tocado por Ricardo no Anison Lab, seu projeto musical realizado em parceria com o guitarrista Lucas Araújo. A TV size será apresentada no (re)lançamento do clássico na Band e com a letra em português na tela.

“Na estreia, em 1991, Black Kamen Rider não tinha uma versão brasileira que tocava na TV. Fui convidado pela Sato para cantar e criar uma nova adaptação da letra, baseada na versão original. Estou muito feliz e ansioso pela estreia no domingo!” – contou Ricardo.

A estreia acontece neste domingo (30), a partir das 11h50 da manhã, logo após Changeman e Jiraiya.

 

Atualização (30/08):

Ao contrário do que foi divulgado, a exibição ocorreu com o tema de abertura original da série. Ainda aguardamos uma posição oficial da Sato Company sobre o que houve. Lembrando que há uma live programada ainda hoje pela empresa com a participação de Ricardo Cruz.

 


Fonte: Release de imprensa


Kamen Rider Black foi exibido pelas emissoras japonesas TBS e MBS, de 4 de outubro de 1987 a 9 de outubro de 1988, totalizando 51 episódios (e mais dois para o cinema). Sendo a oitava série da franquia dos motoqueiros mascarados, a proposta inicial era ser um “marco zero”. Ou seja, um novo começo e sem relação com seus antecessores (mas essa ideia logo foi descartada). A trama envolve os irmãos adotivos Issamu Minami (Kotaro Minami) e Nobuhiko Akizuki, que nasceram durante um eclipse solar e foram destinados a disputarem pelo título de Imperador Secular do satânico Império Gorgom. No dia em que completaram 19 anos, Issamu e Nobuhiko foram submetidos a uma metamorfose para se tornarem Black Sun e Shadow Moon, respectivamente. Apenas Issamu consegui escapar, mas adquiriu superpoderes. Como Kamen Rider Black, o jovem enfrenta os monstros da semana enviados pelos sacerdotes de Gorgom. O nascimento de Shadow Moon marca o início da fase final da série, marcada pela morte e ressurreição do “homem mutante”.

Em 1995, a Manchete exibiu sua continuação, Kamen Rider Black RX (de 1988). Issamu Minami ganha novos poderes e passa a enfrentar os invasores espaciais do Imperio Crisis. Durante a trama, RX ganha duas formas: Robo Rider e Bio Rider. Black RX foi adaptado nos EUA para o bizarro Saban’s Masked Rider, que foi exibido no Brasil pelo extinto canal pago Fox Kids, ao mesmo tempo que a versão original era exibida na TV aberta. Atualmente os direitos de Black RX estão expirados desde quando a Disney era a detentora de Power RangersVR Troopers e Beetleborgs na década de 2000.

Atuando desde meados dos anos 1980, a Sato Company foi a primeira empresa a licenciar filmes da Toei Animation para o formato de home-video (na época sob o nome de Brazil Home Video). Com o tempo, aventurou-se também no licenciamento para a TV (como com o sucesso Cybercop, na extinta Rede Manchete) e cinema – quando bancou a exibição de Akira, um animê no idioma original, com legendas, em uma época em que só animações infantis da Disney iam para a telona. Na última década, destacou-se como agregadora de conteúdos em serviços on demand, como Netflix e Prime Video.

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