Uma nova marca registrada pela Toei pode indicar que uma série diferente de Precure pode estar em produção. A marca chamada “Kibou no Chikara Otona Pretty Cure ’23 Power of Hope” (キボウノチカラ オトナプリキュア ’23 Power of Hope) não dá muitos detalhes, mas uso de オトナ (adulta), principalmente se considerarmos o contexto comemorativo de 20 anos da franquia, pode indicar alguma produção, talvez um spin-off, com personagens adultas e/ou voltada para fãs que envelheceram com a franquia.

Atualmente, está sendo exibido o animê Hirogaru Sky! Precure, série que comemora os 20 anos da franquia (que serão completados em fevereiro do ano que vem). No animê, inclusive, uma das personagens principais é uma mulher adulta que está tentando se tornar professora. O animê está em exibição na Crunchyroll.

A trama se passa no reino de Sky Land e na cidade de Sorashido, envolta na natureza. Um dia, a princesa Ellee de Sky Land foge de um monstro e é seguida por uma jovem que quer ser heroína, Sora — elas vão parar em Sorashido e lá conhecem Mashiro Nijigaoka. A temática é “céu” e “herói” — isso torna o nome, Hirogaru Sky (Alcançar o Céu), um jogo de palavras com Hero e Girl (“gyaru” em japonês).

Veja também:

▶ GUIA: O que é Precure? Conheça a maior franquia de garotas mágicas do Japão

▶ Resenha | Hirogaru Sky! Precure: Episódio 1 | Uma heroína pronta para decolar


Fonte: trademark_bot


Imagem: Banner com as duas protagonistas de 'Futari wa Precure'.

A franquia Precure ou Pretty Cure começa com Futari wa PreCure em 2004, uma série produzida pela Toei Animation, criada por uma equipe criativa da empresa intitulada de Izumi Todo.

O sucesso dos 49 episódios fez com que não só uma sequência fosse produzida, como inaugurou uma das mais bem sucedidas franquias de garotas mágicas, com 15 séries diferentes divididas em 18 temporadas (Futari wa Precure e Yes! PreCure 5 tiveram sequências), vários filmes e produtos.

Já nos anos 2000, tentaram negociar a vinda da 1ª série Pretty Cure com canais de TV brasileiros, porém nenhuma emissora topou a exibição. Anos mais tarde, em 2015, a Saban Brands adquiriu os direitos para uma adaptação de Smile PreCure! (fase de 2012), fazendo uma série de edições, alterando nomes e trilha sonora para transformar o produto em Glitter Force.

Sob alvo de muitas críticas, o animê teve exibição exclusiva pela Netflix e ganhou um item bastante desagradável por aqui: uma dublagem em português feita fora do Brasil, além dos cortes criticados por todos os fãs da série internacionalmente.

Mesmo assim, a parceria com a Saban ainda rendeu a adaptação de mais uma temporada, com Glitter Force: Doki Doki (DokiDoki! PreCure), que até se salvou um pouco por aqui, com uma dublagem feita no Rio de Janeiro. Mas a essa altura a empresa de Haim Saban já não estava mais empenhada na marca, devolvendo-a para a Toei em 2017.

Healin’ Good foi a primeira série a chegar em simulcast (com atraso, mas foi) e trouxe a 15ª geração de heroínas. Já Tropical-Rouge, a 16ª geração, foi a primeira exibida do início ao fim em modelo simultâneo. Delicious Party, a 17ª geração, traz uma temática gastronômica. Por fim, Hirogaru Sky, a série atual, conta com a temática envolvendo heróis.