Seriado de 2000 a 2019 pela Shogakukan, o mangá de Q Hayashida passou por diversas revistas da editora japonesa. Seu início foi na revista Monthly Ikki, onde ficou até 2015, quando migrou para a Hibana – ambos os periódicos de demografia seinen foram descontinuados. O título enfim foi encerrado na Shonen Sunday, entre 2017 e 2019. A Panini trouxe o mangá para o Brasil.

A trama de Dorohedoro é centrada em Caiman, um homem amnésico desfigurado em busca de sua identidade real, depois que uma transformação por um usuário de magia o deixou com a cabeça de um réptil e nenhuma memória de sua vida anterior. Junto com sua amiga, Nikaido, ele ataca violentamente os usuários de magia, com o objetivo de encontrar o usuário de magia responsável por sua transformação.

A série ganhou popularidade por aqui através da adaptação do estúdio MAPPA. Transmitido no Japão no 1º semestre de 2020, o animê chegou à Netflix em maio do mesmo ano, posteriormente recebendo dublagem (as dublagens atrasaram durante a pandemia).

Dirigido por Yuichiro Hayashi (de Kakegurui e Garo: Divine Flame), a animação entrou na nossa lista dos 10 melhores animês de 2020 (e aqui você pode conferir a crítica específica de Dorohedoro).