Imagens dos filmes de 'Kakegurui' e 'Tokyo Ghoul S' dividindo capa da matéria.

Filmes live-action ‘Kakegurui’ e ‘Tokyo Ghoul S’ chegam ao Brasil via Sato Company

Nelson Sato também mencionou que “logo logo” alguns materiais devem ir para a Globoplay e ressaltou vinda de séries Kamen Rider ao Brasil.

Hoje (16), Nelson Sato esteve no evento online Geek Nation representando sua empresa, a Sato Company. Durante o painel, um vídeo com títulos da distribuidora foi exibido, trazendo alguns nomes novos na seção de “filmes”: Kakegurui e Tokyo Ghoul S.

Kakegurui – Compulsive Gambler saiu em 2019, com os mesmos atores da série live-action disponível na Netflix (Minami Hamabe como Yumeki Jabami e Mahiro Takasugi interpretando Ryota Suzui). A direção foi de Tsutomu Hanabusa, também o mesmo da série. O longa não é uma continuação dessa série, apenas mais uma adaptação da história do mangá de Homura Kawamoto e Toru Naomura.

Tokyo Ghoul S também saiu em 2019, dando continuidade ao filme de 2017, também lançado por aqui pela Sato Company (na época, em cinemas). Após assassinar a modelo Margaret, Shuu Tsukiyama se aproxima de Ken Kaneki, com o objetivo de comê-lo. Ela o convida a um restaurante de ghouls, onde ele é capturado para servir de alimento para outros ghoul, mas após descobrirem o olho ghoul de Kaneki, ele acaba escapando. Tsukiyama vai atrás e Nishio e Nishino, conhecidos de Kaneki.

Por enquanto, ainda não há detalhes de como ou quando os filmes serão lançados.

Além disso, Nelson informou que conteúdos da empresa devem ir para o Globoplay em breve, mas não especificou quais seriam (podem, inclusive, ser as séries ocidentais do catálogo) e ressaltou a intenção de lançamento de todas as séries da franquia Kamen Rider, com 2 chegando por ano, como já tinha adiantado ao JBox em entrevista.


Fonte: Geek Nation Livestream


KAKEGURUI

Imagem com título e protagonista de 'Kakegurui'

Kakegurui surgiu como mangá em 2014, com roteiros de Homura Kawamoto e ilustrações de Toru Naomura – o título segue em publicação no Japão, com 10 volumes compilados até o momento. As duas temporada do animê, com produção do estúdio MAPPA, estão disponíveis no Brasil pela Netflix – que também possui em seu catálogo a versão live-action, lançada no ano passado.

A história se passa em uma escola abarrotada de herdeiros de milionários influentes do Japão. Nesse ambiente, o conselho estudantil tem mais poder que os próprios diretores e professores, e ganha mais status aquele que fornece mais dinheiro a este conselho. E como isso acontece? Através de disputas em jogos de azar com valores absurdos, que transforma os endividados em capachos dos vitoriosos. O cenário começa a mudar quando a estudante Yumeko, uma jogadora compulsiva, se muda para a escola. Sua indiferença ao sistema imposto a faz ganhar cada vez mais controle sobre as pessoas, aliado à sua sorte e habilidades nos jogos.


TOKYO GHOUL

Publicado por Sui Ishida nas páginas da revista Young Jump de 2011 a 2014, Tokyo Ghoul deu origem também a um animê de 12 episódios em 2014, oficialmente inédito por aqui. A história nos mostra um universo onde existem criaturas chamadas ghouls, que são espécies diferentes de seres humanos que se alimentam de humanos normais. Eles se diferenciam apenas pela cor de seus olhos ficarem alteradas ao serem tentados pela fome, e pelo fato de não conseguirem comer algo além da própria carne humana sem terem um colapso de enjoo. Nesse mundo vive o protagonista Kaneki, que acaba envolvendo-se de uma forma não muito agradável no mundo desses canibais.

O mangá original foi publicado pela Panini no Brasil, tanto em formato físico quanto em formato digital.

Uma continuação direta do mangá, intitulada de Tokyo Ghoul:re, começou a ser publicada no Japão em 2014, sendo finalizada em 2018 com 18 volumes. A Panini publica a edição física dessa continuação desde 2017, estando atualmente no 10º volume. Uma adaptação animada é exibida por aqui pela Crunchyroll, com legendas em português.

No ano passado, a Sato Company trouxe aos cinemas brasileiros o 1º filme live-action que adapta o mangá original, com dublagem em português realizada em um estúdio de Miami (leia a crítica do filme aqui).

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