Imagem: Luffy em 'One Piece'.

One Piece: série live-action pela Netflix confirma produção de 10 episódios (atualizado)

Versão em carne e osso (e borracha?) é tocada pela mesma produtora do live de ‘Cowboy Bebop’.

Em julho de 2017, um projeto inusitado foi anunciado pelo Tomorrow Studios, o mesmo responsável pela vindoura série de Cowboy Bebop. Outro famoso título japonês teria sua série live-action pela produtora, nada menos que o mangá mais vendido de todos os tempos, o tal do One Piece. E não é que ele vai sair mesmo?

Hoje, o Twitter da Shonen Jump divulgou uma cartinha (com uma letra feia de dar dó) de Eiichiro Oda, criador da epopeia dos piratas. O texto confirma que a série está em produção para a Netflix e crava que sua primeira temporada contará com um total de 10 episódios. Oda se pergunta até onde a série seguirá nessa dezena de capítulos, agradece e pede para que os fãs tenham paciência – ou seja, não há previsão de mais nada.

Cartinha de Eiichiro Oda (melhore essa letra, homem).

No ano passado, o nome de Matt Owens foi confirmado como roteirista da série. Responsável por escrever episódios de séries da Marvel, como Luke Cage e Agentes da SHIELD, ele se disse um grande fã da obra original, prometendo entregar algo fiel que agrade os fãs e conquiste também um novo público.

A produção é de Marty Adelstein (Prison Break).

Atualização (17h21):
Uma conta oficial para a série foi aberta no Twitter e publicou uma tradução oficial da carta em português. Eiichiro Oda estará presente na produção como supervisor:

[Via @WSJ_jump]


One Piece é uma obra de autoria de Eiichiro Oda. O mangá original começou a ser publicado na revista Shonen Jump em julho de 1997 e tornou-se um fenômeno mundial. Na história, acompanhamos as aventuras do pirata Monkey D. Luffy e de sua tripulação, os Chapéus de Palha, que navegam o mundo à procura do “One Piece”, o tesouro perdido do antigo Rei dos Piratas, Gol D. Roger, enquanto enfrentam diversos piratas e o Governo Mundial.

No Brasil, o mangá foi publicado pela primeira vez no formato “meio-tanko” pela Editora Conrad, que interrompeu a publicação na 70° edição (correspondente à 2ª parte do volume 35 no original japonês). Em 2012, a série foi relançada pela Editora Panini, seguindo o formato original japonês, e conta atualmente com 92 volumes encadernados lançados (no Japão são 95 atualmente). A versão em animê é produzida pelo estúdio Toei Animation (Dragon Ball Z) e exibida oficialmente via streaming pela Crunchyroll, com legendas em português.

Com nova dublagem, o animê deve estrear em breve na Netflix.

Publicidade
close