Imagem: O Kamen Rider em 'Black'.

Kamen Rider: Sato Company deve licenciar duas séries, de acordo com a escolha do publico

Presidente da distribuidora interage com o público, que deverá escolher quais séries da franquia deverão ser licenciadas no Brasil.

Na tarde deste domingo (10), Nelson Sato, presidente da Sato Company, realizou uma live onde comentou sobre a possibilidade de adquirir algumas das séries da franquia Kamen Rider. Com intenção de lançar duas séries, Sato interagiu com os fãs para saber quais títulos eles querem assistir num futuro próximo.

A expectativa veio desde sexta-feira passada, quando a distribuidora fez uma postagem nas redes sociais que dava a entender que as séries foram adquiridas. Mas os direitos estão em negociação, por sinal. Os fãs sugeriram séries recentes (da era Heisei), mas a expectativa – é claro – ficou para a volta de Kamen Rider Black. O clássico de 1987 foi exibido pela extinta Rede Manchete, entre 1991 e 1994, e seu episódio final permanece inédito por aqui. “Vai ser completo. Se a gente for fazer o lançamento de qualquer série, ela vai ser dublada por inteiro“, afirmou Sato em resposta a um fã que perguntou sobre o último episódio de Black.

É bom frisar que Black e Black RX possuem remasterização em alta definição, disponíveis em Blu-ray no Japão, pela Toei Video. Quanto ao último, foi adaptado nos EUA como Saban’s Masked Rider em 1995 (ao mesmo tempo em que a série original foi transmitida pela Manchete). Atualmente os direitos estão expirados desde quando a Disney era a detentora de Power Rangers, VR Troopers e Beetleborgs na década de 2000.

Sato ainda falou sobre as exibições de Changeman, Jiraiya e Jaspion na Band. “Começou muito bem, a gente tá tendo uma pequena queda de audiência. Hoje eu cheguei a acompanhar a audiência. É um pouco mais justificável, é dia das mães.“, comentou. As séries vão ao ar aos domingos das 10h30 às 12h30, com dois episódios cada. A audiência de hoje quase atingiu dois pontos.

Atuando desde meados dos anos 1980, a Sato Company foi a primeira empresa a licenciar filmes da Toei Animation para o formato de home-video (na época sob o nome de Brazil Home Video). Com o tempo, aventurou-se também no licenciamento para a TV (como com o sucesso Cybercop, na extinta Rede Manchete) e cinema – quando bancou a exibição de Akira, um animê no idioma original, com legendas, em uma época em que só animações infantis da Disney iam para a telona. Na última década, destacou-se como agregadora de conteúdos em serviços on demand, como Netflix e Prime Video.


Fonte: Tokusatsu TV

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